Conversando com conhecidos meus desde a adolescência recentemente, lembramos de NILTON, um gay assumidíssimo que morava no bairro onde morávamos. Ele era querido por todos, tinha o trabalho dele e ninguém tirava onda dele na vizinhança, pelo contrário, no carnaval tinha um bloquinho em que ele se “travestia” e virava a atração principal.
Mas os novinhos da época sabiam que, “visitando” NILTON, sempre iam ganhar alguma coisa, algum dinheiro (hoje seria 10 ou no máximo 20 reais), um pedaço de torta, um sorvete, etc. A visita tinha de ser bem discreta e combinada antes, pois ele não queria chamar a atenção. Se o visitante saísse ou ganhasse depois uma camisa, um calção, etc, o negócio era mais importante.
Cheguei a visitar NILTON algumas vezes. Ele pedia que a gente fosse tomado banho, a gente entrava, ia para o quarto dele, ele caía de boca e sem demorar muito ficava de quatro e a gente comia ele. Gozava, se limpava, pegava o brinde e ia embora. Não demorava muito não, até porque a gente sabia que ia mais de um por dia de visita. O brinde mais caro exigia – soube depois – beijo na boca e carinhos, o que só alguns queriam.
NILTON era todo depilado naquela época já, tinha uma bunda grande e a penetração era sem dificuldade. Eu sempre pedia dinheiro, mas às vezes ele não tinha e mandava doce, bolo, etc. Ninguém discutia porque ninguém queria aparecer ali para todos, ou seja, a grande maioria dos meninos comia NILTON e ninguém assumia publicamente, só com um ou dois amigos que tinham dado a dica.
A gente se acostumou a comer NILTON e muitas vezes o fazia pela tesão, pela safadeza, do que pelo brinde.
Até hoje vejo isso como normal, não me vejo como michê. Na atualidade, acho que NILTON responderia por se aproveitar de meninos menores de idade, mas a verdade é que o acordo era bom para os dois lados.
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Bom que aproveitou!!!! Acho q hj em dia iria ser mais complicado!
Muito bom