Eu confesso queQuando o garoto de programa entrou no quarto, fiquei muito surpreso – ele era uma verdadeira máquina de prazer. Nos cumprimentamos, meio acanhados, tanto ele quanto eu, pelo que deu para perceber logo de cara. Então eu pedi que ele ficasse bem à-vontade, enquanto servia-lhe uma cerveja. Enquanto ele bebia a cerveja, com a TV exibindo filmes gays, eu me lavava no box do banheiro, garantindo que meu reto ficasse tão limpo quanto a minha boca. Ao sair do banho, deparei-me com ele nu, de pé sobre a minha cama com seu pênis apontado em minha direção, como que fosse uma arma prestes a me desferir um disparo. Ele se masturbava suavemente, encarando-me com aquele olhar sacana. Então, eu me pus de joelhos sobre a cama, indo em sua direção, já salivando de desejo. Ao chegar bem perto, com sua mão direita ele me segurou pela nuca, forçando minha boca em direção ao seu pênis e, com a esquerda, continuava sua masturbação lenta. Comecei a passar a língua em torno de sua glande, principalmente na região do “cabresto”. Após alguns minutos, comecei a dar beijinhos em seu orifício peniano, aumentando o contato bucal com aquele delicioso objeto sexual. Logo eu estava fazendo sexo oral no garoto. Não consegui resistir por muito tempo. Não demorou muito e lá estava eu, masturbando ele, com minha boca em torno de sua glande, arreganhada como que esperando o produto daquele movimento. Enquanto isso, minha língua providenciava provocantes carícias em seu orifício peniano. Durante todo esse exercício sensual, eu o encarava, provocando-o. Houve um momento em que me foi possível perceber que ele estava se segurando para não ejacular. De seu orifício peniano, no entanto, não parava de sair aquele delicioso melzinho que antecede o orgasmo – deliciosamente salgadinho e viscoso. Sentindo a sua dificuldade em não “gozar”, então resolvi terminar logo com aquilo. Com a boca bem encostada em sua glande, eu lhe disse algumas coisas provocadoras: – Me dá o que eu quero, vai!… Mata a minha fome!… Despeja seu esperma em minha boca, com bastante feracidade, garoto!… Goza, por favor, todo esse “delicioso leite” em minha boca!… Quero sentir seu esperma em meu estômago… – mal terminei essa última frase, quando ele, aos gemidos, começou a gozar. Pude sentir o impacto da primeira espirrada, não tão consistente, apesar da pressão, em minha garganta, no que quase engasguei. Mas consegui me segurar, tratando de abrir ainda mais a boca, enquanto outras jorradas mais consistentes vinham logo em seguida. Parecia que o rapaz não gozava há tempos, de tanto esperma que despejou em minha boca. Já no finalzinho de seu orgasmo, eu tratei de espremer seu pênis, garantindo que não viesse a ficar uma só gota de esperma em sua uretra. Ao finalizar, eu arreganhei a boca ao extremo, virando-a para que ele pudesse ver a quantidade de sêmen por ele ejaculado. Então, sem fechar a boca, eu comecei a engolir seu material seminal, deliciosamente grudento e ácido, e levemente salgado. Ele suspirava de “tesão’, como se jamais houvesse presenciado algo tão excitante. Fico imaginando a bela vista que ele tinha de seu esperma em minha boca sendo tragado, lenta e suavemente pela minha garganta. Para finalizar, com a língua eu tratei de juntar todo o resíduo que ficara na boca para uma última tragada. Então, algo surpreendente aconteceu – ele voltou a se masturbar, gemendo como se fosse novamente “gozar”. Eu não acreditei que isso fosse de fato acontecer. Mas, para minha alegria, aconteceu. Ele desferiu um jato de esperma inesperado que atingiu-me o olho direito. Eu não queria desperdiçar aquele ‘brinde’. Então eu tratei de abocanhar seu pênis até a base e, como movimentos de subida e descida com a boca e a língua apertando contra seu membro genital, eu fui engolindo mais aquela remeça extra de “leite de macho”, enquanto o rapaz tremia de prazer. Confesso que eu também estava de pernas bamba. O tesão foi tamanho, que meu pênis estava encharcado. Eu não resisti e comecei a me masturbar, simultaneamente ao orgasmo do rapaz. Ao atingir o ápice, já tendo engolido todo o esperma dele, e aos delírios de prazer, eu comecei a gozar, despejando esperma em minha mão. Ao final, eu levei a mão à boca e, oferecendo também a ele, lambemos juntos, feito crianças lambendo a mão “melecada” de leite condensado.

