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Gente burra no sofá de casa

Infelizmente, fui obrigada (por educação dada por papi e mami) a receber gente burra na minha casa. Fui sacaneada em minhas crenças por um pastor da igreja Presbiteriana, que, até então, era uma igreja até “razoavelzinha”, pra mim.

(Não que seja uma suuuuper igreja. Evangélicos são tudo pó da mesma boca. Mas às vezes a gente ainda se pega tendo fé no ser humano!).

Enfim, por preconceito religioso, fui impedida de tocar num casamento na igreja presbiteriana, mesmo com o consentimento do Conselho da igreja, que é quem manda, na realidade. O motivo? Porque deixei de ser crenta chata e virei uma católica legal!

Dor de cotovelo do pastor, evidente. Acontece que crentes se acham tão acima da média que é um absurdo, para eles, você deixar uma denominação evangélica para se tornar católico romano.

Se eu fosse um pouquinho má, ou se estivesse na TPM, teria me comportado de outra forma. Mas eu estava razoavelmente boazinha, calminha. Aguentei toda a enxurrada de preconceitos e ignorância que o pastor vomitou em minha sala de estar e apenas disse: “é a SUA opinião”.
Claro que também não deixei de falar dos podres do protestantismo atual. Evidente que joguei na cara dele as 500 denominações evangélicas existentes, cada uma falando uma coisa e apontando o dedo para as outras pobres pessoas “do mundo”, “perdidas”, “pecadoras”…. ah, como estão errados!

Você consegue imaginar JESUS fazendo isso? Claro que não. Porque Ele NÃO FEZ. Nunca fez. Jesus é amor. E amor é o que falta no protestantismo. Só lamento pelo casal de noivos, que ficaram sem os nossos serviços e tiveram que passar por todo esse constrangimento… coitados. Já é uma amostra do que os espera dentro do inferno que é a igreja evangélica. Mas… vão ter que comer o brioche que o diabo amassou, assim como eu, para entenderem isso.

Enfim, depois que ele (péstor) saiu, varri a casa para espantar os maus fluidos… e o papel do casamento, rasguei e coloquei debaixo da imagem de Nossa Senhora de Fátima.

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Escrito por Anônimo

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Empreguinho de corno este meu …

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