Sempre ouvi tantas histórias de gays que se descobriram depois de terem sido comidos por comedores negros e pra mim eram apenas contos de sexo gay, fantasiosos e impossíveis, mas vivi essa experiência na pele.
Foi um rapaz chamado Alexsandro, com esta grafia mesmo. Ele é de um bairro classe baixa aqui da minha cidade e eu conheci ele num setor da prefeitura d minha cidade ,onde eu trabalho.
Fazemos cadastro em programas sociais e Alexsandro acompanhava a irmã mais velha. Enquanto sua irmã era atendida ele conversou comigo e senti que ele havia se interessado pelo serviço que fazíamos ali.
Os atendimentos são bem demorados e deu tempo de conversarmos bastante. Digo que nunca tive pensamentos gay e fui sendo envolvido pela sua conversa e não desconfiei quando ele me convidou pra ir a uma pastelaria do seu bairro que é muito frequentada aqui na minha cidade.
Curioso sobre o local eu inocentemente aceitei o convite.
Fui lá numa sexta-feira, nos encontramos e coversamos bastante até que ele me deixou em choque.
Me olhou e disse que ele nunca havia saída com um viado antes. Logo retruquei: Opa! Mas eu não sou viado não.
Ele parou um pouco, deu uma breve risada e disse. Ah! você e bem engraçado.
Eu repeti. Eu não sou viado.
Ele ficou sério e disse. Qual é cara! É claro que você é, não precisa ter vergonha.
Eu disse: Olha, vamos fazer o seguinte. Vamos pagar a conta e fingir que isso não aconteceu e….
Ele se aproximou e no pé do meu ouvido disse. Não! vamos fazer o seguinte. Você paga a conta, levanta e me acompanha. Hoje sendo viado ou não, você vai me dar esse cú. Se ficar de onda, vai ter que sever commeu amiguinho aqui.
O cara levantou a camisa e tava com uma pistola na cintura. Vi a tremenda enrascada que eu tinha me metido.
Pedi pra ele ficar calmo, paguei a conta e levantamos e andamos até o meu carro.
Entramos e ele nos guiou até um motel que ficava a menos de 10 minutos na beira da estrada.
Entramos na garagem e ele não deixou eu sair do carro.
Disse que não acreditava que eu não era viado e que eu podia me abrir com ele agora.
Eu ia dizer que não era, mas resolvi ficar calado. Ele perguntou: Você é viado não é?
Eu sem olhar pra ele, balancei a cabeça negando.
Ele disse: Responde cara, embora com esse seu jeitinho é díficil que não seja. Tá só fazendo charminho né.
Eu balancei a cabeça negando novamente.
Ele falou: Vou botar o meu pau pra fora e quero que você chupe ele bem devagar e gostoso. Se fizer qualquer gracinha eu vou te enfiar a porrada pra valer.
Vi ele colocando uma jeba preta cavalar, mesmo estando mole. Eu olhava de rabo de olho.
Ele mandou eu virar e olhar pro pau dele.
Pressionado, fiz o que ele mandou. Ele mandou eu brincar com o pau dele. Toca uma punhetinha pra mim, toca.
Eu fui com uma das mãos e peguei naquilo. Nossa, que sensação esquesita tocar no pau de outro homem.
Era tão diferente do meu. Era grande, grosso, pesado. Pelo menos não senti nenhum odor desagradável.
Ele falou: Brinca com o pau do seu macho, brinca.
Percebi que era pra começar a tocar punheta nele. Foi o que fiz. Nessa hora o pau começou a passar por uma monstruosa transformação.
Foi ficando rígido feito pedra e conforme a rigidez aumentava ia ficando cheio de veias e a cabeça ia se expondo cada vez mais.
Em menos de um minuto o pau pulsava tanto na minha mão e estava tão duro que fazia uma curva acentuada, dando-lhe um aspecto de torto.
Ele mandou: Dá a melhor chupada que você já deu na vida sua bicha.
Eu estava tremendo segurando aquela jeba torta e nem pensei em contrariar ele. Abaixei e abocanhei a cabeça do pau. Nossa, só a cabeça já encheu minha boca toda. Como isso pode caber no meu cú.
Já estava apavorado e pensava em suplicar pra ele não me comer.
Chupei o pau dele por uns cinco minutos sem parar até ele botar a mão sobre a minha cabeça e forçar pra baixo, me fazendo engolir quase metade do pau. Nessa hora senti como era grande, pois foi no meio da garganta e me asfixiou.
Quase vomitando no pau dele, o pau era retirado e enfiaado novamente na minha boca. Eu estava tendo a boca fodida por Alexsandro.
Não parava de pensar qual a sensação sentiria ao ter aquela pica toda enfiada no cú.
Ele mandou para de chupar o pau dele e sair do carro. Saímos e subimos a escada do apartamento.
O apartamento era simples mais tinha uma cama kingsize. Ele ligou a televisão, o ar condicionado e o canal de música da cabeceira da cama.
Acho que ele queria abafar os sons que certamente seriam emitidos por mim quando ele estivesse me fodendo.
Achei ótimo, pois ia morrer de vergonha de ser ouvido por outros casais no motel, mesmo que não fossem conhecidos.
Ele se despiu rápido e exibiu confesso um corpo bem sarado e o pau do desgraçado continuava lá, firme, fazendo uma curva pra cima.
Abriu a carteira e tirou de lá umas cinco camisinhas.
Jogou uma na cama e as outros colocou na cabeceira.
Mandou eu me despir. Fiz de forma lenta e insegura. Ele protestou e mandou eu ir mais rápido.
Acelerei e quando estava nú na frente dele, fiquei muito envergonhado pela diferença do tamanho de nossos paus.
Ele ficou olhando e veio na minha direção. pegou minha mão e de mãos dadas fomos pra cama. Ele me conduziu e me colocou de bruços.
Vei por cima de mim, afastou minhas pernas um pouco e depois abriu minhas nádegas e lingou meu cú.
Quase minha marra caiu por terra naquela hora. Poxa! ao primeiro toque da lingua, um arrepio foi na minha nuca e voltou. O cú passou a piscar descontrolado.
Eu apertei osdois travesseiros da cama com as minhas mãos e ainda fui obrigado a morder o lencol da cama.
Eu estava prestes a passar vergonha na frente dele e nunca mais conseguiria dizer que não era viado.
A lingua dele me lambia com rítmo tão variado e cada uma me provocava reações tão diferentes, que logo não consegui esconder o tesão que ele estava me provocando.
Mas ele já sabia do tesão que eu sentia, pois ele afastava o rosto e abria mais a minha bunda e mandava: Pisca vai, pisca esse cú pro seu macho.
Eu não tinha o menor controle sobre aquilo, mas ele devia achar que eu o obedecia, já que meu cú estava realmente descontroladíssimo.
Quando comecei a ser chamado de viadinho safado e levar tapas na bunda, minha reação também foi inusitada, comecei a rebolar a bunda como se pedisse mais.
E acabei levando uma verdadeira surra dele. Eu percebi então que já gemia e rebolava a bunda pra ele.
Como ele conseguiu me provocar aquilo. Eu ainda tinha certeza que não era viado.
Mas neste ponto eu comecei a duvidar de mim mesmo. Eu estava pensando no pau dele. Eu queria ver aquele pau de novo.
Então de supetão eu me virei e ao ver aquele pau apontando pro teto, engatinhei e o busquei com a mão, e o abocanhei de novo.
Ele ficou muito satisfeito ao me ver indo atrás do seu pau.
Ele estava joelhos na cama e eu de quatro chupando seu pau, quando ele disse: Sabia que não passava de um viadinho. Chupa o pau do seu macho, prepara ele que eu vou comer muito esse cú hoje.
Eu tinha a bunda hora alisada , hora estapeada por ele. Já com as nádegas pegando fogo dos tapas fortes que levava, meu cú voltou a piscar pra ele.
Ouni som de cusparada e senti seus dedos espalhando a saliva na entradinha do meu cú. O primeiro dedo entrou, seguido de mais um e ele fez a festa brincando dentro de mim e me arrancando gemidos.
Eu chupava e rebolava a bunda querendo ser penetrado por seus dedos mais profundamente.
Embora preocupado em ser penetrado por aquele pau descomunal, o tesão me compeliu a tirar o pau da boca e emitir em forma de súplica: Quero pau!
Ouvi ele rindo discretamente e mandando eu repetir.
Eu repeti: Quero pau!
Ele pergntou: Você é viadinho ou não?
Titubiei e rspondi balançando a cabeça negativamente.
Ele repetiru> Você é viadinho ou não?
Eu neguei mas recibi um tapa forte na bunda e acabei reagindo rebolando mais forte.
Na terceira vez que ele perguntou eu não aguentei e respondi alto:
Sou viado sim, eu sou viado. Spi seu viadinho.
Ele mandou eu virar de bunda pra ele.
Eu rapidamente virei e já afastei as pernas e senti as mãos dele alisando minha bunda e depois forçando meu quadril como se quisesse que eu assumisse uma postura mais empinada.
Respondi ao estimulo e terminei tendo a cabeça forçada em direção ao colchão, o que deixou ela mais empinada ainda pra ele.
Daí pra lá foram um misto de sensação novas e intensas.
O contato marcante da cabeça do pau com meu cú. Eu quase supliquei por pica pra ele. Pois ele não enfiou, apenas ficou passando ela na entradinha do meu cú.
Ele depois que meu ouviu suplicar pra ganhar pica ele mandou eu pegar a camisinha e vestir o pau dele.
Eu descoordenadamente fui ata da camisinha que estava na cama, cortei com a boca e a peguei. Tremia demais e isso me atrapalhou a vestir a camisinha nele.
Depois de bastante tempo eu consegui cumprir a tarefa e voltei pra posição esperando que dessa vez finalmente ele me penetrasse.
Outra coisa marcante, sentir o meu esfincter ceder à espessura da cabeça do pau dele. Misto de excitação, dor, desespero.
Mesmo com muita dor, a excitação de sentir a cabeça do pau dele se alojando dentro do meu cú foi indescritível. Não conseguiria escrever o que eu senti.
O mundo inteiro parou naquele momento. Era um momento só meu e dele. Eu estava sendo penetrado por outro homem.
Aquilo a minutos atrás era inconcebível. Mas mesmo incrédulo, eu confirmava que ele tinha conseguido penetrar a cabeça do pau dele dentro do meu cú virgem.
Eu tinha motivos para tentar escapar daquilo, ou pelo menos usar minha mãos para freiar seu ímpeto, mas não ousei fazê-lo.
Porque eu aceitava aquilo? Era a pergunta que eu me fazia.
Eu mesmo pensava na resposta a esta pergunta.
De que adiantaria me indignar contra o fato de que naquele quarto, apenas um homem poderia manifestar sua vontade e esse homem era Alexsandro?
Eu naquela altura já havia tocado punheta em seu pau, chupado ele por duas vezes, tive meu cú também invadido por sua língua e dedos e havia pedido por pau mais de uma vez e já tinha parte de seu membro, mesmo que só a cabeça alojada dentro do meu cú.
Pensei que não haveria mais o que defender, ainda mais que eu havia por reflexo levado uma das mãos até seu abdomên para para uma investida completa, mas ao perceber que a investida não veria de cara, continuei coma mão alisando sua barriga.
Sim, tinha a cabeça do pau dele dentro do ú e eu apenas alisava seu abdomêm quase fazendo um carinho.
Eu reconhecia que mesmo com dor, eu estava gostando de ser penetrado por ele e dava um claro recado de que ele era benvindo dentro de mim ao acarinhar ele na barriga.
Era hora de deixar ele cumprir seu papel, tirei a mão do abdomên e empinei bem a bunda. Senti as mãos dele fixarem na minha cintura e foi só esperar ele começar a entrar em mim.
Não há uma explicação lógica para o desconforto de ter um pau daquele calibre dentro de você, mas també é indescritível sentir ele deslizar suave nas minha paredes anais.
Se fosse pra falar alguma coisa que fisesse sentido, seria um pedido para parar com aquilo, mas contraditoriamente escolhi apenas gemidos e choramingos.
Pra ele servia como estímulo para continuar a me penetrar. Pra mim, uma forma de manter a compostura e cair admitindo que era muita pica pra mim e chorar feito uma criança.
Mas consegui ser forte e poupar a nós dois de uma cena ridícula.
A minha desgraça era compensada pelaglória de sentir seu saco comprimir-se contra a parte debaixo da minha região escrotal.
Alexsandro estava inteiro dentro do meu cú e eu percebi que ele havia arrancado lágrimas de mim. Sim, admito que me apanhei chorando. Não sabia de pela dor fora do comum, se pela vergonha de estar sendo comido por outro homem pela primeira vez. É um misto de sensações e incertezas de como será amanhã.
Acordei do transe desses pensamentos como pau dele sendo tirado até quase sair do meu cú e depois empurrado inteiro de volta pra dentro de mim.
Não sei porque, mais senti vergonha mesmo foi nessa hora. Pois enquanto o pau saía eu tive tempo de pensar em me jogar pra frente e fazê-lo escapar por um instante que fosse, mas ao contrário, quando senti a cabeça alargando meu esfíncter, indicando que aquele pau todo estava quase fora de mim, me mantive quieto e passivo, esperando de fato que ele começasse a enfiar ele todo em mim de novo.
Eu passaria muitos mimutos levando pica sem parar. Eu de quatro, sentindo a mão dele fixar minha cintura e com muita dor em cada cravada do seu pau, sucumbia em choro por estar sendo submetido a tal castigo, entre choramingo e gemidos, recebendo tapas fortíssimos entre sessões de estocadas poderosas e não conseguir sentir um pingo de raiva daquele homem.
Ele enfimretira opau de dentro de mim e senta na beirada da cama e manda eu dar a volta e sentar um pouco no pau dele. Novamente a sensação de humilhação fica evidente. Ter que sair da cama e caminhar, para na sua frente, ser virado de costas pra ele, sentir ele abrir minha bunda e ouvir sua ordem pra eu ir sentando, foi devera humilhante até o momento que senti a cabeça do pau encaixar de novo no meu cú. Fui apenas obedecendo e deixando ele me conduzir até que meu cú tivesse engolido cada centímetro de seu pau.
Daí pra la era minha a tarefa de foder aquele pau. Sim, era estranha a sensação de que agora eu ia foder ele. Mas estava coinsciente que eu ao contrário dele ia foder o pau delecom meu cú.
Mas me serviu para ter um mínimo de dignidade restaurada, pois era um ato ativo meu pela primeira vez naquele quarto de motel.
Eu subia e descia discretamente, mas ele começou a falar pequenas sacanagens no meu lóbulo enquanto eu descansava um pouco. Aquilo me estimulava a cavalgá-lo cada vez mais intenso.
Eu de fato depois de um tempo, fodia o pau dele feito louco. Eu gemia, gritava e chorava, mas não era dor mais, apenas um tesão enlouquecido que me fez perder a compostura de vez.
Foi quando ele levantou e caminhou comigo sem tirar o pau de dentro de mim até o banheiro. Lá ele tirou o pau, me virou de frente e me pegou pela cintura e suspendeu, me botando sentado no marmore gelado do banheiro.
Pegou minhas pernas e apoiou em seus ombros e puxou minha bunda pra beirada. Encaixou a cabeça no cú e empurrou até o fim. Comecou a foder bem forte e meu corpo batia no espelho. Pra me proteger, procurei me agarrar no seu pescoço com uma mão e usei a outra para apoiar no marmore da pia.
Assim eu podia ser fodido sem ter o risco de me machucar no espelho.
Ele fodia feito louco. Meu cú parecia que ia ser rasgado. Não havia mais espaços pra gemidos, apenas gritava de dor devido aos fortes golpes.
Tive que me agarrar com os dois braços no seu pescoço e assim ele acabou me suspendendo da pia e foi me fodendo andando de volta pra cama.
Nessa caminhada foi que eu entendi o poder dauqele homem que estava me fodendo.
Eu não era nada nas mãos dele, ele fazia o que queria comigo.
Entendi naquela hora o papel que cabia a mim naquele quarto. Entendi o sentido da palavra homem numa relação sexual entre duas pessoas. Alexsandro que usava muitas frases ditas pra mim onde ele se referia como meu homem. Ali, caminhando em direção a cama, no colo dele e recebendo estocadas firmes, entendi o que queria dizer quando ele se referia a si mesmo como meu macho.
Eu já tinha ouvido a frase, separe os homens dos meninos, nesse caso era separe o homem da menina, pois ví que eu era pra ele apenas uma menina.
Ele me arriou na beirada da cama e voltou a foder forte. De repente senti dentro de mim como se a comisinha tivesse estourado. Perguntei a ele se isso tinha acontecido e ele deu uma parada, tirou o pau um pouquinho e retirou a camisinha me mostrando que tinha realmente estourado.
pensei que ele colocaria outra e estiquei um dos braços pra tentar pegar na cabeceira, mas não deu nem tempo e senti a cabeça do pau dele encostar e forçar a entrada.
Já estava muito laceado de tanta pica e senti ela escorregando pra dentro. Voltei pra posição e fui imediatemente com a mão na sua barriga pra para aquilo.
Ele aprisionou a minha mão e tentei com a outra que ele também prendeu e comecei a levar pica dentro do cú no pelo.
A sensação também foi melhor pra mim confesso. bem diferente de quando ele me fodia de camisinha.
Com ele me fodendo daquele jeito logo nem eu conseguia pensar em camisinha.
Eu voltei a gritar com as estocadas. Acho que nem o som da televisão e da música podiam mais desfarçar o escandalo que eu fazia.
Ele passou a mão na parte de trás da minha nuca e se encaixou mais dentro de mim e mandou:
Pede pra eu gozar dentro de você!
Eu já estava louco de tanto tesão e ouvindo ele altivo me dar ordens pra pedir pra ele gozar dentro, eu é que comecei a gozar, mas apesar de sair um liquido pelo pau era no cú que eu sentia o tesão maior.
Assim eu não resisti e com voz trêmula e gasguita eu pedi pra Alexsandro gozar dentro do meu cú.
Não sabia que um homem podia produzir tanta porra. Ele despejou tudo dentro.
Vazei porra a noite toda no motel, poque eu fui fodido por ele quatro vezes naquele quarto e fomos embora apenas 5h da manhã, assim mesmo porque ele tinha compromissos.
Eu peço desculpas pelo dasabafo longo mas eu queria botar isso pra fora pra não enlouquecer.
Eu era realmente um viado enrustido e Alexsandro apenas me trouxe pro meu lugar. Eu tenho saído com ele por diversas vezes. Acho que ele sempre vai ser meu macho comedor, pelo menos enquanto ele quiser, mas pretendo ainda conhecer outros homens.



Só posso dizer uma coisa, se eu nunca tivesse experimentado a jeba de um negro iria dizer que é tudo mentira, você só exagerou no texto muito longo né?Também delirei de prazer aos 35 anos e quase não acreditei que alguém me fez veado.