Eu confesso que demorei a assumir meu desejos. Custei a admitir que gosto de levar chifre. Demorei a compreender o tesão que sinto. Tem coisas que eu gosto, que me dão muito prazer. Gosto quando um amigo não respeita minha mulher. Quando chamam palavrão na frente dela. Quando contam piadas sujas para ela. Gosto quando invadem nossa privacidade, quando entram em nosso quarto sem ser convidados. Gosto quando flagram minha esposa trocando a roupa, quando a vêm dormindo descoberta, muito à vontade. Gostei quando um amigo confessou-nos que tem tesão nela. Adorei quando um cunhado (marido d irmã dela) disse que batia punheta para ela. Vibrei quando ela ficou completamente pelada no chuveiro do quintal da irmã, o marido dela louco de tesão, olhando os peitos e a buceta dela. Gosto de vê-la dançando coladinha, sendo encoxada, e quando termina a música, vejo o par dela com o pau duro que estava esfregando nela. Quando um folgado aproveita e dá um jeito de dar uma esfregadinha na bunda de minha mulher uma pegada nas coxas, uma alisada na bunda de minha esposa, eu curto bastante. Quando um amigo está bebendo em casa conosco, assistindo um jogo, um DVD, ela sempre usa saia ou vestido e dá um jeito do cara vê a calcinha dela, como se fosse sem querer. Eu finjo não notar e adoro ver o tesão nos olhos dele, o pau ficar duro na bermuda ou na calça. Quando vai sair do carro, espera o flanelinha chegar perto, pra descer abrindo as pernas, pra o cara limpar a vista vendo a calcinha dela. Quando vai comprar calçados, espera o vendedor abaixar pra abrir um pouco as pernas e aparecer a calcinha e ver o carinha doido de tesão. Quando pegamos um táxi, eu sento atrás e ela vai na frente, de saia, e dá um jeito do taxista ver a calcinha e força a barra pra ela tocar nas coxas dela quando munda a marcha. Estávamos veraneando, o cunhado dela entrou no quarto, já alto de cerveja, e descobriu ela. Abriu o roupão dela, ficou olhando a calcinha preta e, na frente da esposa dele, em minha frente, meteu o dedo no priquito dela. Que gostoso! E a glória final aconteceu quando ela ficou a fim do vizinho, e ele doido por ela. Eu disse pra ela ir fundo. Eu e ela tínhamos 31 anos, e o cara 22. Foi ficando íntimo, e folgado, com liberdade. Colocava música e chamava ela pra dançar, muito colado, e a rola dura. Entrava em nosso quarto e olhava ela trocar a roupa. Ela só sentava mostrando a calcinha pra ele. é claro que ele entendeu o recado, aceitou o sinal verde e agarrou ela no quintal e cantou ela em minha presença. Falou- Queres me dar a buceta na frente do Carlos? Eu te como pra ele ver. E para mim- Queres assistir eu fudendo tua mulher? Pois vou meter-lhe pica dura! Pegou no bucetão dela e disse – Já tá molhadinha. Botou a pica pra fora e disse – Chupa, minha gostosa! Ela meteu a boca e eu eu doido de tesão, alí pertinho. Ela disse – vamos pra cama! Foram, eu acompanhei e curti tudo. Os amassos, os beijos de língua, e olhei o cacete dele entrando até ovos em minha mulher de todos os ângulos. Gemeram, gozaram juntos e eu montei nela toda suja e comi ela na frente dele. Enquanto eu metia-lhe a vara, ela segurava o pau dele, amassando. Foi uma delicia, e houveram muitas outras vezes. Ficaram meses amantes, ele dormia conosco na cama, tomava banho com ela. É claro que na cidade muita gente percebeu e eu não tava nem aí. Curti muito o chifre. Hoje, quando o encontro, relembramos tudo, com saudade. Faria tudo outra vez, nunca me arrependi. E ela não quis outro amante. Só provoca, mostra a calcinha, e quando os cunhados e sobrinhos estão em nossa casa, toma banho com a porta do banheiro aberta. Vai deitar e deixa a lâmpada acesa e a porta aberta. Fica descoberta pra verem a bunda e a calcinha. Tem um cunhado que bota a calcinha dela dentro da regada e eu adoro ver. Sou um corno muito feliz!

