Eu confesso sim. Adoro chupar um pau.
Sou o que popularmente é chamado de “boqueteiro”. Mas ninguém de minhas relações pessoais sabe de minha tendência homossexual a ficar excitado com a visão de um pênis ereto. Tenho 43 anos, sou casado, levo uma vida tida pelos parâmetros sociais tida como “normal” (eis um rótulo bem questionável: o que é “normal”?). Não sou efeminado, não tenho trejeitos afetados, não correspondo ao esterótipo “gay” que alguns cultivam em suas mentes. Sou bem discreto em colocar minhas fantasias para fora.
Creio que só conheci uma pessoa na vida que notou algo de “gay” em mim, uma conhecida do meu trabalho que sequer conversa comigo. Mas já falou de mim nas minhas costas, dizendo que “essa Coca é Fanta” para outras pessoas. Detesto gente assim, falsa, que não fala na cara. Mas tenho que reconhecer que a intuição dela a meu respeito está correta. Eu sou mesmo Fanta… Ao mesmo tempo que essa constatação me excita, me deixa um pouco triste, mas isso é outra história.
Quando entro em um banheiro público, sinto aquela irresistível vontade de olhar uma rola de outro homem, de pegar, de abocanhar, até arrancar o gozo do macho. Meu pinto fica durinho só de ver um pau, mesmo que mole. Tive essa primeira sensação, que me assustou, admito, há cerca de 18 anos atrás, com meus 25 anos. Entrei no vestiário do Centro Olímpico da UnB para tomar banho e topei com uma bela visão de vários rapazes tomando banho, com seus membros sedutores. Tinha sido a primeira vez que eu entrara em um vestiário. Foi difícil para mim tirar a roupa ali sem que percebessem minha ereção. Eu estava com muito tesão.
Já peguei e já chupei muitos paus na minha vida. Já fui a cines pornôs e saunas. É só ver um membro convidativo, e ereto, para eu cair no boquete. Adoro cheirar o pau (isso sempre é fundamental) antes de chupar. Às vezes chupo com os devidos cuidados, camisinha e tudo. Às vezes mando a responsabilidade às favas e chupo até engolir todo o sêmen do macho excitado. Às vezes transformo o esperma em creme facial (isso me excita demais). E tenho que confessar que também me excito em ver e pegar no pau de um homem mijando. Adoro bater com o pau mole na minha cara. Adoro ser xingado enquanto chupo. Entre quatro paredes, e diante de um homem excitado, eu sou uma vadia!
Sim, eu também já fiz anal. Já “dei” e já “comi”. Prefiro ser passivo, embora eu tenha realmente pouca experiência nesse sentido. Costumo sentir muitas dores na penetração, mas no geral eu prefiro me submeter à virilidade de um macho excitado do que penetrar a bundinha de um macho submisso. Uma vez eu resolvi dar o cu para um homem com um pauzinho minúsculo, pequeno mesmo, menor ainda que o meu (devia ter menos de 9 ou 10 cm, quando ereto). Apenas pela curiosidade de saber como é ser penetrado por um homem pouco dotado, dei para ele e fiz questão que ele gozasse dentro de mim. Gostei da experiência. E deu prazer ouvir os gemidos desesperados do meu parceiro, que se acabou dentro de mim.
Mas a minha preferência como passivo é apenas isso: questão de preferência. Entretanto, eu já tive uma experiência como ativo que foi muito prazerosa. Adorei comer o cu daquele carinha que eu conheci há cerca de 3 anos atrás e nunca mais vi e jamais soube o nome… Um brioco macio, quente e bastante experiente (meu pau entrou fácil). A bunda é uma das mais lindas que já vi, bem feminina. Acho que curtiria ser mais ativo se o meu parceiro fosse mais fêmea em certos aspectos físicos. Nunca pensei a sério em transar com uma transsexual, mas… quem sabe um dia?
Eu tive recentemente um parceiro “fixo” (entre aspas mesmo, porque na verdade são raras as ocasiões em que nos vemos). Ele não é um homem bonito, não tem o físico de um Apolo, mas tem a masculinidade e virilidade que eu adoro em homens assim. É forte e é peludo. Mais de 40, como eu. Um pau grosso, que sempre me causa dor. Nunca prazer. Ele sempre, SEMPRE, me penetra de forma rude, como se quisesse me estuprar. Apesar disso, eu adoro estar com ele. Ainda não tive o prazer necessário em uma relação como essa, mas só de saber que dou prazer para meu macho dominador eu já me satisfaço. Com ele eu sou totalmente dominado, e faço o que ele quiser. Já mijou em minha cara, já me deu tapinhas leves… E tem a melhor parte, o boquete, a mamada, o “bola-gato”, a “gulosa”. Chupar o cacete dele é algo indescritível.
Mas eu não sou exatamente fiel a ele. Meu tesão por cacetes é grande demais para ficar só na eventualidade de ficar com ele só de vez em quando. Não tenho procurado parceiros para sexo anal, mas predominantemente para sexo oral. Também gosto de ser chupado, um “69” é bom demais!!!!
Mas apesar de tudo o que disse, percebo em mim mesmo que não sou totalmente gay, ou não continuaria casado até hoje. Tenho tesão por mulheres também, mas as minhas aventuras com elas eram mais frequentes quando mais jovem. E não deixo por menos na hora de chupar uma buceta. Sou boqueteiro de fêmeas também, e modéstia à parte, chupo muito bem. E sei tratar uma mulher muito bem na cama, como minha própria mulher pode atestar. O que ela não sabe é que eu também sei tratar os homens muito bem…
Olhem, sou um cara comum. Não sou “lindo”, não sou nenhum Apolo (como o meu querido macho, que me come como um animal faminto), sou gordinho, tenho barriga (peso cerca de 105 kg, puro sedentarismo). Mas tenho muito tesão à flor da pele. Prezo por transparência em uma relação, por amizade e honestidade. Não curto vícios, não fumo nem bebo.
Adoro fazer papel de “fêmea submissa” ao “macho dominador”. Para um homem me dominar, basta tirar o pau para fora da calça. É a minha fraqueza. E o meu tesão. Adoro fantasiar até gozar imaginando um pau cheiroso e gostoso na minha boca.
Na minha boca de boqueteiro guloso.

