Debra Lynn Johnson, 69 anos, estava internada em um centro de cuidados transitórios no New Ulm Medical Center, em Minnesota. Ela tinha dois infartos no histórico, diabetes, pressão alta e transtorno de humor — e estava em fase terminal. Mas, segundo o marido, tinha um último desejo: morrer em casa.
Em 24 de janeiro de 2019, Duane Arden Johnson, 58 anos, retirou a esposa da instituição contra a recomendação médica. Os dois voltaram para Searles, uma cidade de menos de 200 habitantes no interior de Minnesota, para o que Duane chamou de “festa da morte”.
Nos dias que se seguiram, consumiram drog*s, tiveram relações sexuais e ouviram repetidamente a música favorita do casal: “Metal Health”, da banda Quiet Riot. Debra parou de tomar todos os seus medicamentos. Ela passou a ter convulsões, mas não deixava Duane chamar socorro. Incapaz de comer ou beber, ele umedecia a boca dela e a segurava para que não se machucasse.
Menos de duas horas depois de terem tido relações sexuais, Debra morreu. Duane achou que ela faleceu por volta das 8h30, mas esperou horas para ligar ao 911 — para ter certeza de que ela estava de fato morta. Antes disso, lavou o corpo da esposa e o enrolou em lençóis, “como a Bíblia mandava”, de acordo com ele.
Quando os policiais chegaram, encontraram a frase “Death Parde God Hell” (parada cardíaca, Deus, inferno) pintada em spray vermelho na porta da frente. Duane saiu nu, gritou que a esposa estava morta e correu de volta para dentro. Os agentes o encontraram na banheira, alucinando, tentando tirar “coisas” brancas e pretas de sua pele. O corpo de Debra estava enrolado num lençol no topo das escadas.
A autópsia concluiu que a causa da morte foi toxicidade de drog*s.
Duane foi inicialmente acusado de negligência criminosa e recebimento de propriedade roubada. Mais tarde, uma acusação de homicídio em terceiro grau foi adicionada. Em acordo com a promotoria, ele se declarou culpado pelo crime de negligência grave, e a acusação de homicídio foi retirada. Foi condenado a três anos de prisão em agosto de 2019.
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