Eu confesso que, até então, era minha amiga (interessada), mas, após falar com o marido pelo celular, este lhe avisou que ele tinha conseguido vender os gados que ela cultivava na fazenda, no interior de SP. Ela ficou muito feliz, desligou o celular, abriu meu ziper dentro do ônibus (à noite, na rodovia), engoliu meu pau várias vezes, até eu gozar na sua boca. Eu controlava tudo com minha mão sobre sua cabeça e seus cabelos lisos e macios. Deixou minha rola limpinha e, dias após, transamos loucamente num motel. Nesse dia, ela sempre me pediu para gozar na sua boca, e eu fiz. Depois disso, ela voltou para a sua fazenda e eu nunca mais a vi, também nunca mais a esqueci. Delícia de mulher, queria reencontrá-la.


Belo conto!
O que a alegria pela venda de algumas arrobas não faz.