Sou homem trans, casado com mulher e “hetero”. Digo “hetero” porque, apesar de namorar mulher, meu xerecão greludo pulsa por pica de macho desde o início da primeira aplicação de testosterona.
Sou bastante masculino e quem me vê nem imagina o tesão que eu tenho em ver, pegar, mamar um pintão e um sacão de macho.
Há um tempo eu já vinha sentindo muita fome de rola porque já fazia anos que eu não sentia uma vara latejar. Me satisfazia enfiando o packer na buceta e vendo pornografia, principalmente com paus grandes, apesar de nunca ter arreganhado a buceta pra uma pica preta e grande.
Como o tesão tava demais e o packer não tava dando conta, resolvi baixar o grindr e dar pro primeiro macho que quisesse me comer. Paguei até o boost pro meu perfil ficar em evidência e eu conseguir uma pica pra pegar, lamber e sentar o mais rápido possível.
Depois de quase uma hora de papo com um monte de cara enrolado, eu já estava quase desistindo. Foi quando um perfil chamado “negro 24cm” me mandou mensagem. Na hora, eu achei que iria ser só mais un que estava só atrás de nudes pra bater punheta. Mas me surpreendi.
O cara foi direto ao ponto, mandando foto da tora e perguntando “aguenta?”. Falei que a rola dele era uma delícia, o caralho era descomunal. Pica bem preta, quase azul de tão preta, veiuda e enorme de grande e grossa. Era exatamente pra aquele tipo de pica que eu me masturbava enfiando o packer na buceta e masturbando o grelo.
Perguntei se o negão topava real naquela hora e ele disse que sim e que tinha local. Num impulso, pedi o endereço e ele mandou junto com seu whatsapp, pedindo pra eu avisar quando estivesse chegando. Nem pensei e fui.
20 minutos depois eu estava no endereço. Era uma oficina. Na hora pensei que ele tinha dado qualquer endereço, mas ao me aproximar vi um negro escuro de lábios grossos, pele reluzente, nariz bruto e com mãos grossas e enormes. Era ele!
Cumprimentei ele de maneira bem masculina e ele me mandou entrar. Com poucas palavras, avisou que ia fechar a porta da oficina, fechou e veio me pegando pela cintura, roçando o pinto, que tava dentro de um short Tactel, na minha buceta.
Aquele preto enorme me meteu a língua na boca e me beijou feito um animal. Eu sentia aqueles beiços enormes me chupando a língua e aquela língua grande e grossa esfregando na minha. Meu xerecão greludo começou a babar na hora e eu comecei a sentir aquela tora endurecer roçando na minha buceta.
O pretão tirou a camisa, exibindo peito e braços musculosos, sacou a jeba pra fora e me pôs pra mamar.
Eu chupava e ficava falando “que rola gostosa, que pau enorme, que preto gostoso”. Mamei pra caralho, lambia a cabeça, chupava aquele saco enorme e inchado dele até que do nada ele levantou, sem falar uma palavra, jogou um colchonete no chão, deitou de pica pra cima e disse “vem, sapatão vagabunda”. Eu me tremi inteiro e num instinto fui. A buceta pingava de tão melada. Me senti sofrendo transfobia por ele ter me chamado de sapatão, mas a xereca tava pulsando tanto que encaixei a cabeça daquela tora preta de ébano na minha xereca e fiquei roçando o grelo no cabeção.
Perguntei, tentando me impor como homem, “você come muito viado?” E ele respondeu seco, “Eu sou hetero casado, mas gosto de comer buceta greluda de sapatão que nem você. Vocês chegam na pose de machinho, mas viram fêmea gemendo fininho na rola do negão”. Eu estremeci todo. Num instinto fui levantar e ele me puxou com tudo, me deitou no colchonete, arreganhou minhas pernas e falou “aí, ó! Você tá toda melada. Tua buceta quer macho, Maria sapatão!”. Tentei falar que não, mas ele já veio enfiando o cabeção na minha xereca, dizendo “que apertada”. Ao sentir a cabeça da pica dele, meu instinto de fêmea falou mais alto e eu gemi fino e abri mais as pernas, pensei “tô com tesão mesmo e essa é a rola dos meus sonhos, vou aproveitar a oportunidade e fingir que não tô ouvindo o que ele fiz”.
E o preto sabia enfiar um pau numa buceta! Me rasgava aquela cabeçorra, mas tava muito bom. Assim ele foi enfiando, enfiando, e eu sentindo dor no útero… Coloquei a mão pra sentir até onde tinha entrado e meu deus, só tinha entrado um terço daquela pica. Tentei falar “não aguento” e aquele preto delicioso disse “cala boca sua puta”, socou tudo de uma vez, tapou minha boca e começou a macetar.
Doeu, mas a dor logo se transformou num prazer enorme na buceta. A cada socada dele, eu sentia meu útero esmagado e até sentia pressão no intestino, fiquei com medo de cagar tomando na buceta de tanto que revirava, mas isso tudo dava muito prazer, um prazer que eu nunca tinha sentido. Só soltei a xereca e tentei relaxar e me escapa um gemido fino… Em alguns minutos eu tava gemendo igual mulherzinha enquanto ele me chamava de sapatao e falava putaria pra mim feito um animal.
Em dado momento ele perguntou “você chupa muita xereca, sapatao?” E eu, como fêmea obediente, respondi gemendo bem fino “chupo, macho gostoso. Eu sou sapatão safada, chupo xereca, esfrego xereca com xereca, mas minha buceta de fêmea sente falta de pica de macho”. Nessa hora o negão urrou e socou bem fundo e eu senti o pau dele pulsando e um líquido quente enchendo minha buceta.
Beijei aquele beição carnudo e preto e logo foi tirando o pau de dentro. Daí ele olhou e disse: “caralho, rasguei tua buceta mesmo. Ali tem um banheiro”. Não entendi e quando fui ao banheiro pra olhar o que tinha acontecido, minha buceta tava sangrando. Aquele preto tinha me esfolado todo.
Por fim, o negão não quis muito papo e logo me despachou. Peguei o Uber de volta pra casa com a xereca ardendo, cheia de porra e sangue.
Agora tô aqui enfiando os dedos na buceta e pensando nessa foda em que eu fui praticamente estuprado por um transfobico e amei cada segundo.


História instigante.
Será que outras pessoas que passam por mudança de gênero sentem a mesma vontade?
Provável que sim.
mas vc como uma putinha gostou