Na adolescência eu tinha uma namorada na escola. Eu era louco por ela. Mas ela rompeu comigo pra ficar com um cara do curso de inglês que fazia. Eles acabaram se casando anos mais tarde e a vida seguiu em frente. A verdade é que eu jamais a esqueci. Mas não nos vimos mais por quase duas décadas. Num dia, mexendo no Facebook, ela apareceu como pessoa que eu talvez conhecesse. Eu vasculhei seu perfil, vi as fotos… e a solicitei. Ela me aceitou e enviou seu WhatssApp. Em menos de um mês nós estávamos num barzinho bacana colocando a conversa em dia. Rolou um clima e nos beijamos. Na semana seguinte combinamos e fomos pra um motel. Nós nunca tínhamos transado enquanto namorados. O desejo era mútuo e foi tão gostoso e bonito que parecia um filme. Toda aquela paixão que tinha por ela voltou quase que instantaneamente. De lá para cá nós já ficamos umas dez vezes e, em nosso último encontro, eu perguntei se ela não gostaria de se separar de seu marido, o mesmo cara que a roubara de mim. Disse que me casaria com ela, com certeza. Ela, no entanto, preferiu deixar as coisas como estão, alegando gostar muito de seu marido. Confesso que fiquei um pouco frustrado com sua resposta. Ela percebeu e resolveu me animar um pouco, me atiçando pra mais uma transa. Foi quando ela me pediu pra eu tirar sua virgindade, ficando de bruço pra mim. Não foi nada fácil. Mas foi uma delícia comer o cuzinho virgin dela. Durante a foda eu quase fui a loucura quando ela disse que seu cú era todinho meu, só meu e de mais ninguém e que me daria pra sempre. Me senti um verdadeiro macho alfa. Mas eu confesso que não quero mais dividir ela. Que a quero só pra mim. Só de imaginar ela com aquele cara, minha alma se rasga em mil pedaços. No início eu até cheguei a me sentir vitorioso. Me sentia o cara. Mas a verdade é que ela sempre volta pra ele. Não sei se isso é Vitória. Fica um vazio quando ela se vai. Acho que isso daria um filme. Mas espero que no final ela fique comigo. De verdade. Não quero ser um eterno amante.

