em

Inauguracao do Estadio Municipal (Ronaldão)

Fazem muitos anos.
Resolvi contar porque, lendo aqui, achei interessante colocar para "fora" um segrdo que consegui guardar so comigo + de 30 anos, aliás era o que meu marido tinha na época.
Claro pelo nome do estadio muitos saberão de que cidade estou falando, ja nao moro mais lá. Ninguem sabe com certeza, do meu segredo, a nao se o protagonista "amigo".
Meu marido, próspero comerciante homem bom, trata se do meu querido que eu amo e respeito ate hoje.
Eu, na epoca 28 anos, dois filhos pequenos e um bebe de colo.
Íamos ao jogo de futebol, inalguracao do estadio municipal, o time lical receberia nada mais que o poderoso Esporte Clube Corintians da capital Pauuista. A noite, novidade, por aquelas bandas pois ate entao jogos eram durante o dia. Eu o esposo e as duas criancas, o bebe ficou com a babá, tarde noite, marco quente tempestades esporadicas sempre surpreendia na regiao.
Passamos por um hotelm onde um convidado tambem irua, tratavz se de um viajante, vendedor de papel , estava sempre em nosso comercio, homem de bem, amigo de muitos anos da familia do meu marido um pouco mais velho que nos , grisalho respeitoso e educado, corintiano como meu esposo.
Eu sou mulher direita, fui era e sempre serei, aquele dia trazia os meninoi a tira colo, o campo estava lotadissimo,, partida transcorre no clima normal, primeiro segundo tempo, festa dos moradores independente da vitoria do visitante, meados da etapa final o forte calor deu lugar a uma brisa fresca e intensa, o ceu estrelado esureceu perdendo aos poucos os pontinhos brilhantes, certamente choveria, relampagos, a princípio eram vistis de longe, mas rapidamente aproximaram acompanhadois de trovões poderosos, o apito final parece ter autirizado o aguaceiro que desabou, o povo da geral descoberta correu para baixo das arquibancadas, , era o hal de saida do novo estádio, o recurso era esperar a chuva forte passar. Muita gente num espaco pequeno, encosta encosta, abracei meus pequenos na minha frente, o marido tambem na frente, nao tinhamos muita liberdade de movimento, ai comeca o meu segredo. O "amigo" estava atras de mim, lutou, eu senti, pra nao encostar, mas foi oibrigado, meu vestido de tecido mole e fino, aliados à minuscul calcinha tipo fio dental, me deran a desagradavel sensação de estar pelada, minha bunda acoplou a autonomia do vendedir "amigo" apavorei, envergonhada via a nuca do meu marido bem a minha frente, as criancas coladas a minha barriga, tentei fazer alguma coisa, somente o wuadril, consegui mexer, o que piorou a situacao,nao sei se o bom homem entendeu mal, mas so fez aconchegar mais, agravante um o resplendor do relampaga seguido de um trovao levou a luz embora, agora escuridao tomou conta, estremeci, movimentei de novo, o "amigo"chegou mais pude sentir uma ereção aninhar no rego da minha bunda virgem, tudo durou 5 a 6 minutos, a tempestade calou de repente, deulugar a um cair suave de agua, as pessoas dispersando pouco a pouco, corriam em direcao ais carros estacionados, meu marido ordenou fiquem aqui vou buscar o carro pego vices aqui, saiu com uma almofada na cabeça, nai sei se chegeuei para frente ou se o "amigo" movimentou a trás, sei que aliviada, percebi o "gigante" descolar da minha bunda , a luz voltou, meu primeiro olhar foi para os meninos, sera que perceberam alguma coisa? Em seguida olhei para o "amigo" olhei nao, fulminei-o com meus olhos verdes, reprovando abominando omente com a expressao do olhar, a cara vexada do homem me fez pensar. Em seguida ele apriximou-e do meu ouvido, tomando cuidado ora crincas nao ouvirem sussurrou: sotaque italiano, po favor madame me perdoe, o empurra empuura me obrigou encontar na senhora, o resto aconteceu sim, mas fugiu do meu controle, me perdoe repetiu.
Nisso o carro aproximou , calada e pensativa ouvi meu animado marido comentar o jogo com um "amigo" envergonhado, assustado,temeroso.
No hotel desceu com um rapido obrigado e boa noite a todos.
Pensando melhorm senti algo diferenre. Em casa coloquei o sonolens moleques na cama, despachei a baba. Voltei a sala meu marido de pé encostado numa comoda atendia o telefone, era o "amigo", tinha esquecido uma blusa no carro, pude ouvir agradecendo meu marido, dizendo que teve uma noite maravilhosa como a muito nao via. Nessa hora senti arrepiada, minha calcinha molhar, encostei minha bunda no meu marido que despedia do "amigo" estranhando minha atitude inédita. Nao preciso dizer que aquela noite fizemos amor como loucos, e eu senti vontade de inaugurar minha bundinha.
Hoje escrevo, esperando que esse "amigo" italiano, vendedor de papel, corintiano,morador de São Paulo, Socrates, Casagrande eram estrelas dos times, com todas essas dicas, possa reconhecer e lembrar dessa noite.
Eu nunca esqueci, continuo direita ,(nunca tive outro homem), agora estou viuva,
Onho sempre com esse vendedor. Mudamos de lá o "amigo" nunca mais vimos. Repito se ele ler certamente lembrará.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Meu marido quis, eu fis.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Pensativo