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INCESTO NÃO CONSUMADO

Olá pessoal, tudo bem? Primeiramente, quero me apresentar: meu nome é Ana Júlia (nome fictício), tenho 23 anos, sou branca, tenho 1m67 de altura mais ou menos, 62kg, cabelos castanhos claros. Sou universitária, graduanda em Direito, moro junto com meus pais no interior de SC. Guardo comigo um sentimento que me deixa muito inquieta, que me dá insônia e que por muitas vezes torna-se o motivo da minha masturbação sexual! Decidi confessar por meio deste site porque eu quero saber a opinião de terceiros, compartilhar com alguém que de repente já deve ter tido este sentimento, ou seja, esta atração que é um tabu na sociedade!
Pelo título vocês já devem ter uma noção do que eu estou querendo dizer… Sim, eu tenho uma atração sexual muito forte por um homem muito presente na minha vida, um homem que me ama, me cuida, me protege, ou seja, meu pai mas vou detalhar para vocês como aflorou esta atração! Não é nem um pouco fácil falar sobre isso, por mais que eu esteja no anonimato!
Para ficar tudo muito claro, vou relatar um pouco da minha vida, das minhas origens até chegar no dilema na qual eu vivo hoje! Moro numa cidade muito pacata no interior de SC, nasci na mesma e até aos 5 anos de idade fui criada pela minha mãe somente! Meus pais casaram-se cedo, muito típico de interioranos, porém com o passar dos anos a vida de casado foi desgastando e por decisão de comum acordo eles resolveram se separar e neste período minha mãe já estava no segundo mês da minha gestação sem saber que estava grávida! Depois de um tempo meu pai engatou em outro relacionamento e por querer um trabalho melhor acabou mudando-se de cidade e de Estado, sem dar maiores satisfações para minha mãe! Quando minha mãe descobriu a gravidez, sentiu-se muito sozinha e perdida nesta situação, porque ela também já estava em outra relação que não tinha um compromisso, somente casualidades. Alguns anos se passaram, meu pai voltou para a cidade na qual residimos hoje, procurou minha mãe e após muitas insistências dele, acabaram ficando juntos novamente… Desde que começou a fazer parte da minha educação e convivência, passamos a ter uma relação de pai e filha muito harmoniosa, sem qualquer tipo de revoltas ou desentendimentos. Ele sempre me apoiava, sempre foi um pai amigo e inclusive foi muito compreensivo quando comecei a namorar aos 14 anos de idade, na qual foi a idade que eu perdi a virgindade e comecei a ter um interesse "precoce" pelo sexo!
Quando eu tinha entre 20 anos para quase 21 anos de idade, meu pai foi demitido na empresa na qual trabalhava e por não conseguir emprego após muita procura, decidiu trabalhar por conta, consertando eletrônicos, eletrodomésticos, computadores, etc. E, minha mãe, como é técnica em enfermagem sempre trabalhou em dois hospitais e para rentabilizar um pouco a mais, as vezes faz plantão.
Com toda esta situação e meu pai sendo autônomo, eu convivia mais com ele do que com a minha mãe que passava o dia inteiro no hospital! Às vezes ele ficava em casa ou ia para a algum cliente, mas muitas vezes estava em casa! Até que um dia, quando cheguei do cursinho pré-vestibular, a porta da minha casa estava trancada e deduzi que não tinha ninguém, então abri a porta e rapidamente fui para o banheiro fazer xixi, pois estava apertada, só que quando abri a porta do banheiro uma cena me deixara perplexa, sem reação: meu pai completamente nu, um pouco molhado, secando-se após tomar banho e ouvindo seu rádio. A nossa reação foi de tremenda estranheza, ele rapidamente se enrolou na toalha, saiu do banheiro e foi para o quarto, do quarto gritou dizendo que era sempre para bater na porta antes de entrar ao banheiro! Fiz meu xixi, porém ali me senti estranha porque fiquei pensando na cena que presenciei: "Um homem nu, barbudo mas com poucos pelos pelo corpo, um pouco bundudo, coxudo…" (Meu pai é branco, cabelos grisalhos, é barbudo, tem 1m83 de altura mais ou menos, 80kg). Porém, algo a mais me chamou a atenção, além de todas estas características, o seu pênis me impressionava e que eu automaticamente comparei com a do meu namorado. Totalmente diferente na questão da largura, tamanho, etc. O pênis do meu namorado na qual estou até hoje é fino, mas não nada grosso. E, o pênis do meu pai tem mais ou menos uns 17cm de tamanho, mas era grosso, "cabeçudo" e sacudo (não sei se é por conta da idade). Por mais que tenha sido por poucos segundos, eu consegui reparar em todos estes atributos o que me impressionou muito! Tanto é que esta cena não saiu mais da minha cabeça, nunca tinha visto outro pênis além do ex-namorado que eu tinha e do namorado atual, que eram totalmente diferentes, finos e pequenos.
Após este episódio meu pai não chegou a comentar com a minha mãe, e muito menos eu cheguei a comentar com alguém, agimos normal. Ele só salientou que eu deveria bater na porta antes de abri-la. Eu, ao passar dos dias ficava cada vez MAIS INTRIGADA, ainda mais com aquela imagem do pênis dele na minha cabeça. E, por conta disso, algumas situações involuntariamente ocorreram, por exemplo, quando transava com meu namorado, ficava de olhos fechados e imaginando "o pênis do meu pai" penetrando-me e isso me deixava mais excitada do que o comum. Estas situações ocorreram por diversas vezes até que numa noite, transando com meu namorado, imaginando também ser penetrada pelo meu pai, numa posição na qual estava de "frango assado", acabei gemendo mais e disse baixinho "mete paizinho, assim, vai… ain, mete paizinho, mete gostoso". Após o sexo, meu namorado obviamente questionou-me se eu estava vendo filme pornô ou qual seria o razão de chama-lo de paizinho, já que o nosso sexo era mais silencioso (risos). Não tive uma resposta exata, mas expliquei-me que tinha sido uma expressão do que eu estava sentindo naquele momento e pela sua posição de dominador fez com que eu o chamasse de paizinho.
Com o passar dos dias e dos meses, eu percebia que não somente imaginar o pênis do meu pai me satisfazia sexualmente com meu namorado ou apenas me masturbando sozinha, mas também uma atração física começou a aflorar naturalmente. Eu já enxergava meu pai com outros olhos, a nossa relação de pai e filha aprimorava cada vez mais, comecei a agrada-lo mais, por exemplo, fazer o café do jeito que ele gostava e assistíamos TV mais vezes juntos. Comecei também a falar com ele sobre minha vida sexual de uma forma que não ficasse vulgar ou promiscua, mas sim de forma educativa até mesmo na questão de DST’s, E, ele sempre muito aberto para me ouvir, para esclarecer minhas dúvidas. Como pai, fazia sempre minhas vontades, me agradava e eu me via apaixonada, a admiração só aumentava. Quando ele ficava bravo por algo ou quando ele discutia com a minha mãe ou comigo, aquela bravura me remetia a dominação e aquilo que me dava tesão só de imaginar… Uma vez, em uma discussão que eu tive com ele, na qual brigamos por bobagem, cheguei a ficar com a xaninha "molhada" porque o meu foco não estava na briga e sim na imaginação dele falando daquela forma comigo na cama, falando nomes vulgares, me agredindo verbalmente na cama e me dominando… Essas situações eram comuns no meu pensamento!
Até a forma de me vestir, mudou um pouco, pois quero saber qual será a reação do meu pai a partir da minhas vestes… Quando estamos a sós em casa, dependendo do tempo climático, uso um shortinho jeans com uma blusinha ou algum vestidinho curto ou simplesmente fico de pijaminha justo, quando não tenho aula. Não sei se ele disfarça muito bem ou se ele realmente não sente nada, mas nunca mostrou reação nenhuma! Ás vezes, peço para que ele faça massagem nas minhas pernas, prontamente ele faz, por vários minutos massageia minhas perna fortemente, mas também não avança o "sinal".
Ao mesmo tempo que me faz bem sexualmente sentir atração por ele, com o passar dos meses e com as circunstâncias, isso me deixa mal também! Entro em conflito com o sentimento sexual que sinto em relação ao sentimento paterno que existe entre nós, pois sei que moralmente não é bem aceito e é errado. Por mais que seja involuntário este sentimento, cada vez mais sinto vontade de me entregar para ele, de não somente transar mas fazer amor com ele! Um desejo muito forte de além de ser amiga e filha, ser também amante e cúmplice dele. Desde quando comecei a sentir atração, até hoje fico intrigada, muitas vezes chateada, pesquiso na Internet sobre o assunto e li vários relatos reais tanto de pais quanto filhas e pude notar que isso é mais comum do eu possa imaginar! Mas, ainda sim, pela "educação e bons costumes" que sempre foram impostos na sociedade, este sentimento incestuoso é errado, é imoral e isso pesa muito a minha consciência. Tenho receio de acabar machucando pessoas que eu gosto muito! Tenho receio da reação dele quando ele realmente se der por conta que eu o desejo, se já não percebeu, ou talvez ele sente o mesmo e tem muita vergonha de expor… Não sei! Por essas razões, que eu decidi expor este relato, confessar o que eu sinto, o que eu passo diariamente sem ninguém ao menos imaginar. Mas, o que eu faço com essa situação? Me entrego? Converso com ele sobre isso? Falo do meu interesse? Eu cheguei num ponto na qual se masturbar pensando nele não basta mais… Me sinto perdida. Desculpa o relato extenso pessoal!!

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Escrito por Anônimo

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Um Comentário

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sou apaixonado pela feminilidade

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Minha sogra fica olhando sempre em direcao ao meu pênis