em

INCESTO – por favor, comentários sérios

Eu confesso que Embora mais de 10 anos já tenham se passado, nunca tive coragem de fazer esta confissão. Sei que nossa sociedade por vezes hipócrita jamais me perdoaria ou aceitaria o que fiz.
ao entrar na adolescência logo vi que não tinha um corpo bonito nem era bonita. minha cintura era arredondada, não tinha bumbum, tinha pernas finas e era gorda. Mas o que me afetava, entristecia e deprimia mais de tudo era a falta de interesse por parte dos rapazes. por vezes eu chorava muito por causa disso. meu irmão não era um rapaz atraente e era muito tímido e também sofria com a rejeição feminina.
Uma vez, aos 16 anos (meu irmão tinah 19), tomei um fora de rapaz por quem nutria muitas esperanças e fiquei muito triste e deprimida. Não queria ver ninguém e chorava muito. Certa noite meu irmão veio me consolar. Sempre fomos (e somos té hoje) muito amigos e muito próximos e víamos e entendíamos as angústias um do outro.
Meu irmão me abraçou e pôs-se a me consolar. Eu tinha chegado ao limite da carência afetiva, emocional e sentimental. De início apenas nos afagamos e ele dizia para eu não ficar assim, que o cara certo para mim ia aparecer um dia. Mas aí rolou um beijinho nos lábios. Tomei aquilo como um gesto de afago e carinho. Em seguida veio outro beijo mais demorado e logo estávamos nos beijando de língua. Fui me deixando levar e retribuindo. Aos poucos ele foi me acariciando de uma forma mais íntima. Bem, nos deixamos levar por nossas carências afetivas, sentimentais e sexuais. Quando dei por mim, já havia consumado o que até então eu achava abominável.
Na manhã seguinte, ao acordar, na minha cabeça havia um turbilhão de pensamentos conflitantes.
O erro do ato que havia praticado contra a satisfação do conforto dos beijos, da carícia, do primeiro contato sexual. Pensava na vergonha e na humilhação se meus pais eventualmente descobrirem. Conversei com meu irmão. Disse-lhe que foi um erro horrendo que havíamos cometido deixando nos levar daquela forma e que aquilo jamais deveria acontecer de novo. Ele concordou comigo. Disse que foi um momento de extrema carência e fraqueza e que se sentia muito envergonhado por ter desonrado sua irmãzinha daquela forma.
Embora ele tenha sido sincero, aquela nossa conversa se provou totalmente inócua nos dias e meses que se seguiram. As sensações de conforto, carinho e prazer experimentadas cada vez se mostravam mais fortes a medida que continuávamos a nos sentir rejeitados e carentes fora de casa. A princípio eu tentava não me entregar, mas não conseguia, não resistia. Passamos a ter relações constantes sempre que ficávamos a sós em casa.
O medo que eu sentia de que meus pais descobrissem me atormentava. Muitas vezes eu sentia que minha mãe desconfiava e tinha pesadelos horríveis nos quais ela com expessão de reprovação me perguntava o que eu andava fazendo com meu irmão. Isto durou uns 3 anos, até eu ter 19.
Não posso dizer que foi para mim uma experiência ruim nem boa. Certamente preferia que não tivesse acontecido, mas, apesar de tudo, serviu de uma válvula de escape num momento muito difícil da adolescência. Eu poderia ter parado a qualquer instante ou mesmo nem ter deixado que acontecesse. Só que não fui forte o suficiente. Deixei me levar pelas minhas fragilidades e fraquezas.
Hoje sou casada e tenho uma filhinha de 3 anos. Contei esta minha história para o meu marido antes de nos casarmos e ele compreendeu e me aceitou e isto me ajudou muito.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

tou apaixonada pelo o meu primo

MANIFESTAÇÕES NO BRASIL