Há algum tempo minha esposa fez o fio terra comigo e adorei. Eu mesmo já me auto-estimulava há mtos anos, desde de criança, mas nunca tive coragem de revelar isso a ninguém. Qdo ela fez (estávamos em um 69) foi uma loucura! Desde então temos repetido isso de vez em quando. Ainda fico meio inibido e por isso resolvi pesquisar sobre o assunto…foi qdo me deparei com sites sobre o assunto…vi que não sou tão anormal assim! Sabe…sempre questionei o rótulo “gay”. Sou casado, tenho filhos e adoro mulheres (e qdo digo “adoro” é “adoro” meeessmooo: adoro o toque sutil da pele, o cheiro, o sabor, os movimentos, os sons, as expressões e tudo o mais que vem no pacote!). Ser gay, no meu entender, é mais que ter prazer anal e mais, até, que ser penetrado por um homem. Ser gay envolve se entregar emocionalmente a uma pessoa do mesmo sexo, abrir mão do compartilhamento afetivo com o sexo oposto e assumir um estilo de vida e uma identidade gay. No extremo, duvido mesmo que possa existir uma divisão clara entre hetero e homosexualidade, senão por convenção social, o que acaba reificando a pessoa em um extremo quando, na verdade, ela poderia transitar livremente entre os dois e curtir tudo o que uma relação poderia oferecer. Tenho prazer anal, curto inversão, tenho curiosidade de ser penetrado por um homem, mas não me sinto gay, pois seria, meramente, sexo…se ao ser penetrado, de olhos vendados, vc não soubesse se o estaria sendo por uma mulher ou por um homem vc teria menos prazer ou curtiria o momento e extrairia tudo dele? Penso que ser gay está mais na mente que no corpo e que deveríamos ser informados sobre isso e sobre a diversidade sexual desde a infância para que não sofrêssemos com tais repressões sociais…que esta seja uma mensagem acessível a jovens e adultos, penso que possa ajudar de alguma forma (qdo digo isso penso em meu próprio filho também)

