Vou continuar o meu desabafo nesta 2ª parte, para relatar o que aconteceu enquanto a nossa coordenadora de campanha RENATA me ligava enquanto eu sentia o pau do meu macho negro entumecendo lindamente encaixado no meu reguinho.
Eu sabia da minha responsabilidade, mas aquele homem tinha me convertido em um adorador da sua esplêndida rola preta de um jeito incondicional. Eu estav disposto a encarar qualquer situação para ter mais um pouco do seu pau dentro do meu cú, que passou a noite inteira sentindo falta do tufo de carne preta rígida dentro dele.
Eu necessitava saciá-lo da fome de pica que ele estava. Então enquanto falava com RENATA, eu rebolava meu cú no corpo do seu pau e sentia as poderosas pulsadas que ele dava enquanto sofria a bruta transformação.
Ao me despedir de RENATA, já podia sentir a rigidez do seu membro revelando toda a majestade daquele pau duro. Então me coloquei de joelhos na cama ao seu lado e ele virou de barriga pra cima e ficamos a nos olhar.
Ele com aquele ar superior por ter me mostrado toda sua virilidade na madrugada daquela segunda-feira e eu com ar de admiração, completamente enamorado pelo seu pau e totalmente submisso a sua altivez como macho, olhava para seu pau e sentia meu cú continuar com aqueles esparmos que o faziam piscar alucinadamente.
Eu não entendia porque eu estava em constante estado de excitação, mas meu tesão vinha todo do cú e meu pau embora desse discretos sinais, não ousava ficar ereto. Não que isso fizesse diferença, poiis cada um de nós utilizava as partes do corpo referentes aos papéis que cumpríamos durante o sexo, ou seja, ele usava seu pau, completamente ativo e preparado para as brutais penetrações e quanto a mim, usava meu cú, extremamente estimulado para se submeter às prolongadas e vigorosas penetrações daquele homem.
Então aceitei que o fato de meu pau manter-se passivo durante todas aquelas horas de sexo com ele, era um fator psicológico de aceitação e total submissão à vontade do meu macho. Aquilo não era mais um problema, era até um facilitador para nossa total desenibição durante o ato sexual, pois ele não me enxergava mesmo como homem e eu detestaria ter que me policiar para evitar contato do meu pauzinho com ele, pois com certeza ele como macho que é iria se incomodar.
Então enquanto eu olhava seu pau apontanto novamente par o teto do meu quarto, o vi levar a mão até ele ecomeçar a punhetar. Eu reagi estantâneamente, pois reconhecia que aquela seria uma obrigação minha diante daquela imponência masculina.
Eu logo o fiz retirar a mão do próprio pau e assumir minha tarefa e comecei a masturbá-lo. Ele cruzou os braços atrás da cabeça e me deixou fazer o serviço. Eu brincava com aquele pau e pensava na sorte de ter cruzado o caminho daquele homem.
Eu fui iniciado de forma tão natural a essa nova forma de sentir prazer, que eu não entendia como não tinha percebido minha inclinação para a submissão a outro homem a mais tempo.
Eu sabia o que tinha que fazer e nem sei de onde esse conhecimento vinha, acredito que era instinto puro. Eu tinha certeza que tinha nascido para aquilo. Eu pegava em seu pau e esquecia completamente tudo em volta.
O meu prazer era dar prazer a ele. E eu empurrava a pele do pau dele em direção a base e expunha aquela cabeça que para mim era acoisa mais linda e não tinha como me conter. Parti sedento para abocanhá-la e chupar aquela lindeza masculina.
O sabor era bom, a textura coisa de outro mundo. Eu chupava e olhava pra ele que também me olhava. Eu notava sua satisfação e aquilo me motivava a continuar e me dedicar a lhe dar todo o prazer que fosse possível e que ele era merecedor.
Eu lambia o corpo daquele pau e tinha cada vez mais noção da gradiosidade dele. Era pau que não acabava mais.Era um pedaço de carne rígida, viva, pulsante, quente e saborosa a ponto de eu não conseguir parar de lamber, chupar cada uma de suas partes.
Eu estava completamente enamorado pelo seu pau a ponto de chegar a cabeça do pau e não para de dar suaves beijos nela antes de abocanhá-la de novo.
Eu quiz me desafiar a engolir todo seu pau, pois já tinha visto em filmes de sexo mulheres engolirem paus imensos e partir para cumprir esta façanha. Mas eu vi que ele não era um home comum, pois mesmo me esforçando, era humanamente impossível engolir aquele pau inteiro.
Pensei que tinha realizado uma proeza ao conseguir recebêr seu pau todo dentro do cú. E não via a hora para agasalhar aquele pau inteiro. Me dediquei ao seu pau e suas fabulosas bola por mais de 40 minutos ininterruptos, até que ele me mandou ficar de quatro na beirada da cama.
Fiquei tão feliz quanto tenso ao saber que já ia começar a levar uma surra de pica e fui todo afoita para a beirada da cama onde me posicionei de quatro, todo empinadinho e aberto pra ele. Lógico que me abracei a um travesseiro e o mordi para aquentar a dor da penetração
Mas pra minha quase total decepição, a penetração não veio, mas fui compensado pelo contato de sua habilidosa língua no meu cú. Foi inevitável soltar um gemido arrastado, trêmulo e afeminado(fino) quando a lingua passou a primeira vez sobre meu cú.
Ele começou a me linguar de formas variadas e alternas chupadas no meu cú que arrancavam gemidos sofregos e choramingos dengosos me fazendo me jogar para frente e me atirar de barriga na cama para fugir daquela tortura quando não suportava mais de tanto tesão no cu.
Mas ele me seguiu e voltou a me linguar mesmo deitado e eu estava tão sensível que comecei a fazer um escândalo e me arrastei pela cama em direção a cabeceira. Mas ele não estava disposto a me dar trégua.
Foi me perseguindo por toda a extensão da cama. Utilizava as mãos para me estabilizar, me impedindo de fugir e então enquanto eu estava imóvel, usava as mãos para abrir minha bunda e voltava a enfiar a lingua vorazmente no meu cú.
Eu desesperado de tesão, tentava empurrrar sua cabeça para trás com intuito de fazê-lo se afastar do meu cú, mas seu ímpeto anulava completamente meu esforço e ele continuava a me linguar. Eu me remexia de um lado pro outro, para fazer parar com aquilo, mas nada funcionava. Eu apelava para sua misericórdia e pedia: Paraaaaaaaaaá, por favor! Aiiiiiiiiiiiiiiiii! Para, Para, Paraaaaaaaaaaaa!
Vendo que não ia parar, pude me agarrar na cabeceira e puxar meu corpo.
Chegando na cabeceira , utilizei o resto de força que tinha para me erguer e consegui pelo menos me apoiar nos joelhos. Minhas pernas estavam tremendo muito e eu parecia que logo fraquejaria e desabaria na cama novemente, então resolvi afastar um pouco as pernas para que pudesse permanecer de pé e não cair entregue a ele.
Isso facilitou sou acesso ao meu cú. Mas uma vez ele me estababilizou a cintura e enfiou o rosto na minha bunda, alcançando meu cú com sua lingua incansável e me torturou até que eu estenuado, me perdurasse na madeira da cabeceira e pronunciasse aseguinte frase: Aiiiiiiiiiiiiiiiii, para por favooooooooor! Paraaaaaaaaaaá por favor e me fodeeeeeeeeeee!
Finalmente seu rosto se afastou da minha bunda e eu pude respirar um pouco. Eu desabei meu tronco sobre a cabeceira e por um instante relaxei. Eu não sei porque, mas naquele breve instante me deu uma vontade de chorar e quando senti a lágrima começar a rolar, minha face começou a tremer, senti um aperto na gargante que me dificultou a respiração e eu entrei num estado depressivo que eu não entendia o motivo.
Enquanto estava naquela situação, me passava pela cabeça que eu não deveria ter me permitido toda aquela entrega para aquele homem e percebi que meu desespero era que eu não queria que aquilo que ele me fez sentir naquele momento, terminasse um dia na minha vida.
Então ao perceber isso, eu desabei de tanto chorar. Eu soluçava agarrado aquela cabeceira e meu corpo começou a reagir e tremer sem parar. Foi difícil eu continuar de joelhos na cama.
Ele percebendo, encostou seu corpo perto do meu. Aproveitou que minhas pernas estavam afastadas e encaixou o pau por debaixo do meu cú. Sentindo meu corpo tremer todo e me vendo chorar copiosamente, ele pediu que eu me acalmasse enquanto fazia carinho nos meus cabelos.
Me senti acolhido por ele e juntei forças de onde não sei e me virei e me abracei ao seu corpo e procurou a segurança do seu peito. Ele perguntou se eu estava bem e se eu preferia deitar e eu aceitei e o deixei me auxiliar a deitar na cama.
Seu pau estava firme e ficou ali do meu lado. Eu levei a mão ao seu peito e deixei ela escorregar pela sua barriga e passar pelos seus pelos pubianos e chegar ao seu pau. Eu o peguei e fiquei ali punhetando um pouco.
Enquanto ele pulsava, eu olhei pra ele e o vi fechando os olhos, demonstrando o prazer que ele sentia ao ser tocado em seu pau preto. Brinquei um pouco e ao me sentir mais calmo, me esforcei e ergui o tronco para chupá-lo mais um pouco.
Seu pau estava muito rígido e pulsando sem parar. Acaricei suas bolas e elas estavam duras, firmes como nunca e eu sabia que mesmo mal, tinha que aliviar sua virilidade.
Olhe pra ele e pedi mais uma vez para ele me foder. Vem, mete seu pau em mim e me fode inteiro. Ele olhou de volta e me atendeu sem pestanejar.
Pensei em voltar para a posição de quatro, mas ele mandou que eu permanecesse deitado. Me puxou pela cintura e deixou minha bunda na beirada de uma das laterais da cama. Eu queria facilitar um pouco pra ele por ele ser tão gentiu, e suspendi as próprias pernas e as afastei. Usei minhas mãos para segurá-las par o alto e abertas, ficando com meu cú exposto o suficiente para sua penetração.
Ele pegou o pau com uma das mão e ficou punhetando enquanto a outra ia a boca buscando saliva para me lubrificar o cú. Logo ele espalhava sua saliva por todo o meu cú. Voltou para apanhar mais e dessa vez forçou os três dedos centrais da mão ensalivada e invadiu meu cú lubrificando-o por dentro também.
Aproximou o pau da minha bunda, direcionou-o e encostou na entrada. Meu cú logo realgiu, disparando a piscar alucinado. Eu respirava ofegante esperando passivamente a hora da penetração. Ele veioa em seguida, a cabeça pediu passagem e meu esfincter, ja laceado pela madrugada de sexo pesado com ele, não ofereceu tanta resistência.
Isso não quer dizer que não houve sofrimento por causa da dor. Não é possível receber dentro do cú um pau daquele porte e não ter dor. Eu estav disposto a tê-lo dentro de mim,independementes de qualquer nível de dor.
Havia aprendido a aceitar o papel que me havia sido destinado pela imposição de sua vontade e sabia que a passividade era o caminho mais rápido em direção ao prazer. Por isso eu dava tanto valor para aquele homem, que muito bem cumpria seu papel ativo, muitas vezes desvalorizados.
Mas se pensarmos bem, não é uma tarefa fácil manter-se ativo durante a atividade sexual intensa, cumprindo o papel ativo sem fraquejar, nem ao menos por um instante. Ele cumpria esse papel de forma esplendorosa.
Ele conseguiu vencer meu esfíncter anal e alojou a cabeça dentro do meu cú.Perguntou se esteva tudo bem e eu balancei a cabeço em sinal de afirmação. Ele sabia que eu não podia parar de morder o travesseiro para não correr o risco de grita de dor ou fazer escandalo de tanto tesão enquanto tivesse gemendo e choramingando enquanto era penetrado por ele.
Eu sentia a pressão que a cabeça fazia nas paredes internas do meu cú e esperava passivo a entrada de cada centímetro do pau dele. Eu arfava agarrado ao travesseiro e comecei a sentir o pau sendo empurrado contra meu cú e a pele do corpo deslizar no meu lubrificado cú.
Ele ia empurrando e conforme o pau entrava um grunhido saía da minha boca mas era abafado pelo contato com o travesseiro. O som era Hummmmmmmmmmmmmmm! Podia sentir outras pregas arrebentando e com a ardência o som mudava e se parecia com Arrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr!
Eu parecia uma mulher dando a luz em parto normal. Quando ele aliviava pra mim e parava eu aproveitava para respirar ciclicamente e mais rápido e quando ele empurrava eu travava a respiração pra suportadar a dor.
Eu estava bem preocupado dessa vez pois meu cú dava sinais de que perdia pregas com um velocidade incrível. Pedi pra ele para e esticar a mão e pegar um espelhinho sobre a cômoda ao lado da cama. ele o fez e me deu.
Eu fiquei segurando o espelho esperando ele terminar de me enfiar o pau. Quando seu saco bateu na minha bunda, eu respirei fundo e pedi que ele apoiasse minha pernas em seus ombros. Ele o fez e segurou-me pela cintura e começou a fazer pequenos movimentos de vai e vem com o quadril.
Doía muito quando saía o pau e ardia pra entrar, como na madrugada em que ele me fudeu de forma magnífica. Eu então levei o espelho até qie eu pudesse ver o pau dele entrando e saindo de dentro de mim, mas não era suficiente o alcance do meu braço e eu só via o pau pelo ângulo lateral.
Mesmo assim me impressionei, pois era pau deamais entrando e saindo quase inteiro dentro do meu cú. mas eu queria entender por que doía tanto quando saía. Pedi então pra ele mesmo posicionar o espelho pra eu ver.
Ele riu mas fez o que eu pedi. Ele posicionou até que eu pudesse ver perfeitamente seu pau sair quase que por completo e depois entrar todo de novo. Eu compreendi o porquê do meu cú reclamar tanto, principalmente durante a saída.
Ele estava tão alargado devido a circunferência do pau dele, que quando ele puxava para fazer o pau sair, me cú era tracionado junto e se parecia com um lábio chupando um picolé, fazendo uma espécie de bico ao ser tracionado para fora.
Meu cú estava completamente distendido, praticamente no limite de sua elasticidade e eu via o pau completamente agasalhado por ele e a pele do entorno do meu cú totalmente esticada a ponto de as veias estarem à mostra devido a transparência da pele do entorno do meu cú estar tão destendida.
Quando ele metia, o cú ia junto, afundando devido a pressão da potente penetração. Mas para entrar não era tão sofrido quanto para sair. Eu fiquei muito preocupado sobre como ficaria o estado do meu cú dali pra frente,mas ao mesmo tempo sentia até um certo orgulho por conseguir receber o pau dele dentro do meu cú, pois não era uma tarefa simples pra mínguem aquilo.
Ele soutou o espelho e se concentrou em me foder. Ele passou a acelerar a foda e me estabilizando a cintura, começou a desferir os golpes mais duros que eu havia levado até aquele momento.
Não dava mais para me preocupar com o estado do meu cú, apenas pensava em mascarar a surra de pica que eu levava . Não ía ser boa ideia se algum vizinho me ouvisse daquele jeito.
Eu tinha que me preocupar com os sons que aquela foda me fazia emitir. Mas teve uma hora que uma dor extrema me fez largar o travesseiro e eu fui com as duas mãos direto na sua barriga para faê-lo parar e como sempre ele tratou de retirá-las e as manteve presa e eu não pude voltar a pegar o travesseiro.
A surra de pica continuou e foi inevitável eu começar a gemer. Não sei o que era mais alto, se o barulho de suas coxas e saco explodindo na minha bunda ou os sons dos meus choramingos e gemidos.
Eu chorava, gemia emitindo os segunte sons: Ah Ah AH Ah AH AH AH e ele cravava e semantinha no fundo do meu cú por um tempo e eu soltava um: Aaaaaaaaaaaaaaaaah! E logo tudo recomeçava.
Eu precisava pedir pra ele pra deixar eu cavalgá-lo para que eu controlasse a foda. Esta estratégia já tinha dado certo de madrugada e ele novamente concordou.
Me posicionei por cima dele e voltei a engolir seu pau com meu cú. Dessa vez mal comecei a rebolar no seu pau ele subtamente sentou e com sua força se arrostou comigo em seu colo e na beirada da cama ele posicionou meus braços em volta do seu pescoço e minha pernas em volta da sua cintura e se levantou como num pinote. Só deu tempo de eu me aguarra a ele apertando meu braços em volta do seu pescoço e minha pernas eu cruzei forte atrá do seu tronco.
Ele me apoiou pela bunda com suas duas mãos e me forçou pra cima. Minha bunda ficou escancarada que parecia que ia rasgar meu cú. Ele me forçava pra cima e seu pau quase saía de dentro de mim e depois ele me soltava e eu escorregava pelo seu pau até sentir o saco batendo no meu cú.
Eu descia soltaando um AiiiiiiiiiiiiiiiiiiiÊ! E la se ía outra vez eu sendo jogado pra cima e deslizando no pau dele e o saco explodindo no meu cú. A certa altura não era mais jogado pra cima, mais sim levava pau como se fosse uma sexo machine no rítmo mais acelerado.
Não era possível mais pensar em vizinhança, eu apenas emitia os sons na mesma velocidade das penetrações. Era Ai Ai Ai AI AI AI AI AI AI AI Aiiiiiiiiiiiiiiiê! enquanto a sessão de penetrações em pé duravam.
Era impossível alguém não ter ouvido aquele escândalo que eu fazia. Fora os sons inconfundíveis de pele com pele típicos de uma foda intensa. Minha esperança era que níguem o visse saindo da minha casa, pois assim podia-se pensar que era eu o fodedor.
Só relaxei quando finalmente ele me levou na beirada da cama e me colocou em pé em cima dela. Eu pensei aliviado que ele ia me foder numa posição mais convencional e já ia me colocar de quatro pra ele, mas ele me impediu e aproveitou que eu estava virado de bunda pra ele e me pegou pela cintura, forcou-me pra baixo até que seu pau encaixou dentro do meu cú, mas só tinha entrado um pouco além da cabeça. Logo ele me apoiou por trás das coxas e me suspendeu novamente e eu comecei a ser fodido suspenso e de costas pra ele.
Ele me levou pra frente do meu espelho e começou a foder feito britadeira de novo. Eu de vez em quando me via naquela posição esdrúchula no espelho e não acreditava que eu permitia ser subjulgado por um outro home daquela maneira. Eu me perguntava em pensamento o que tinha acontecido comigo?
Uma certa hora me entreguei a sua machesa e joguei a cabeça pra trás e fiquei com meu rosto colado ao dele. Percebia seu bafo quente passar pela minha bochecha enquanto seu pau entrava e saía de mim. Eu estava totalmente passiva e de repente veio a sensação que selava minha preferência sexual definitivamente.
Não podia mais recuar naquilo e nem queria, eu comecei a sentir uma sensação parecida com a de gozo, mas não tinha a certeza de onde vinha. Estava diferente de alguma forma. Apesar de meu pau sentir uma fraca sensação enquanto um fio incolor e ralo escorria pela cabeça do meu flácido pau, a sensação mais evidente vinha de uma região entra meu pau e meu cú.
Ela foi se deslocando rapidamente e eu não tive dúvidas, eu estava era gozando pelo cú. Que coisa louca, enquanto recebia as estocadas, do meu pau escorria um gozo ralo e meu cú dava potentes pulsadas no pau dele e a sensação de um gozo intensão me invadiu pelo cú nitidamente.
Eu gritava, Aiiiiiiiiiiiiiiiii não paraaaaaaaaa! Me fodeeeeeeeeeeee! Nãããããããããõ paaaaaaaraaaaaaaa!
Ele percebendo perguntou, minha putinha tá gozando gostoso, tá? Eu em extase respondí: Tôôôôôôôôôô Aaaaaaaaaaaaaaaaah!
Quando o gozo começou a acabar, eu fui levado de volta a cama e com extrema habilidade por parte dele, fui colocado de quatro na beira da cama. Já caí me ajeitando todo pra ele. Eu precisava recompensá-lo pelo que ele tinha me dado a poucos instantes atrás.
Enterrei a cabeça na cama, afastei o máximo minhas pernas, empinei ao máximo a bunda pra ele, usando uma flexibilidade que não sabia que tinha e meu cú piscava pra ele parecendo pedir pica.
Ele não se furtou do seu papel, me laçou firmemente a cintura, encostou a cabeça da rola e empurrou firme até o fim. Eu já não ligava para aparências e sabia que não havia vergonha em eu me entregar para aquele homem. Minha vizinhança que se exploda, foi o que pensei.
Pedi para ele me foder com força. Não tinha mais medo ou receio em mim, só queria pica dentro do cú. Ele começou a me foder e eu só conseguia me concentração nas sensações deliciosas de submissão de ser comido por outro home estando de quatro. Quem nunca deu o cú não saberá do que eu estou falando, mas tentando ser claro, é como se a mensagem de que seu cú pertencesse exclusivamente ao macho que está atrás de você o papel de macho da relação, enquanto você está completamente entregue a vontade dele, aceitando seu papel passivo.
É a melhor sensação do mundo, ser submetido a vontade de um homem de verdade sem ter direito a escolha. só ha espaço para entrega e submissão. Dor, vergonha, incertezas, tudo é tão menor que o prezer que se sente sendo submisso a outro homem, que a gente perde todo o medo e nos encorajamos a encarar nosso papel com toda a dedicação.
Queria vê-lo me fodendo de quatro e pedi para ele me virar de frente para o espelho. ele o fez brilhantemente e sem desencaixar seu pau do meu cú, fui suspenso da cama apoiado pela cintura, tendo que despreender muito força para manter meu tronco no ar sem o apoio das mãos na cama de onde fui arrancado. Eu estava encaixado no pau dele com minhas pernas estendidas pra trás do seu corpo e o tronco estendido pra frente e ele mostrando uma força incrível me transportou engatado pelo cú ao seu pau, dando a volta na cama e permitindo que eu voltasse para a posição de quatro, só que dessa vez de frente para o espelho.
Voltei a me abrir todo e empinar a bunda e expondo novamente meu cú com objetivo de facilitar ao máximo o deslize do pau dele até o fundo do meu cú. Eu estav com uma gula incrível, era pura fome de pau mesmo.
Eu me comportava lacivamente como uma putinha pra ele. tamanho era meu tesão no cú. Eu falava dengosamente Aiiiiiiiiêêê! meu macho, me fode gostoso. Ele perguntava pra mim: Tá gostosinho tá minha putinha? E eu respondinha todo dengoso: Ai, tá sim meu macho.
Ele começou a desferir tapas que foram ficando cada vez mais forte até que me deu uma vontade de rebolar meu cú no seu pau e ele não parava, parecia uma máquina de foder. Eu queria sentir o leite sendo derramado dentro do meu cú.
Senti quando ele apertou minha cintura e deu a estocada derradeira e lá no fundo no meu cú ele começou a me leitar. Foi tanta leite que não foi possível manter todo ele dentro de mim, pois quando ele começou a foder de novo logo após os primeiros jatos de porra, começou a ser expulso e o barulho de liquido sendo espremido soava como música pra mim.
Parecia aqueles barulhos que eu já tinha ouvido em filme quando caras negos socavam o pau em meninas branquinhas. Parecia fazer Plof, Plof, Plof! Era incrível o que ele tinah feito comigo em apenas duas fodas.
Quando ele parou de socar ainda fiquei por algum tempo de quatro e rebolando ocú naquele pau. Ele por sua vez ficou ali pulsante e firme dentro de mim por un três minutos.
Finalmente fraquejei e cai pra frente e tive que apoiar a mão no chão pra não cair da cama e ele deitou me seguindo eficou me dando pequenas estocadinhas no rabo. Tava tão gostosinho porque eu já estava todo arrombadinho e o porra abundante deixava o pau dele deslizer livremente pra fora e pra dentro do meu cú.
Eu só fui despertado quando ouvi SINARA, minha vizinha e amiga que com certeza preocupada com os sons daquela fode e veio saber o que se passava. Estava realmente numa enrascada e tinha que tentar sair daquela situação.
Vou tentar terminar essa estória num terceiro e último desabafo, no qual vou contar como Sinara soube que era eu quem estava sendo fodido vergonhosamente dentro da minha casa. Mas ela é minha amiga a muito tempo e me convenceu que não tem preconceito algum quanto a sexualidade de ninguém.

