em

Já era, aconteceu.

Preciso desabafar urgentemente. Quem ler este desabafo por favor, me ajude a entender o que se passou comigo e dê sua opnião sobre se eu devo continuar nesse caminho ou se eu devo esquecer tudo que se passou e seguir em frente.

Vou começar pelo final e depois irei voltar para relatar a origem de tudo que aconteceu comigo neste final de semana.

Estive envolvido na campanha para o cargo de vereador do meu melhor amigo neste final de semana e logo depois da eleição, um dos nossos eleitores que acabei conhecendo bem no iníco da campanha, me convenceu a ir até a sua casa no alto do morro no qual ele mora e lá eu acabei sendo praticamente estuprado por ele.

Eu tentei lutar para que ele não conseguisse seu intento, mas diante da sua força, eu nada pude fazer e depois que ele já tinha imposto sua vontade sobre mim, não sei em qual momento e nem o porquê, mas minha vontade se dobrou perante a dele e eu acabei me entregando derradeiramente, deixando ele impor sua virilidade.

Nunca pensei em fazer sexo com alguém do mesmo sexo e ainda mais eu cumprindo o papel passivo, mas ele foi habilidoso o suficiente para me seduzir a ponto de em dado momento eu estar desejando tê-lo dentro de mim e pra minha total vergonha, até pedir isso para ele.

Tudo começou quando no primero dia de campanha eu fiquei encarregado da equipe que subiria um dos morros mais violentos da minha cidade. Muitos problemas sociais, como pobreza, drogas e violência, mas eu já era conhecido no morro pelos moradores por causa de um projeto social que a Ong onde faço trabalhos voluntários, desenvolve algumas oficinas voltadas para o mercado de trabalho.
Durante nossas andanças, acabei sendo convidado para tomar um café na casa de um morador que dizia ser pedreiro e tinha enviuvado recentemente. Ele foi tão simpático e eu até perdi mais tempo na casa dele do que o normal.
Ele já tinha certa idade, não era mais um rapaz, não sabia sua idade , mas parecia ter mais de cinquenta, porém muito forte, provavelmente pela dureza da profissão.

Adorei ele de graça e ficamos muito amigos. Ele passou a nos ajudar na campanha e sem cobrar nada. Achei muito legal de sua parte e pelo seu enganjamento passei a frequentar sua casa que passou a ser quase um diretório do nosso candidato no morro.

Eu ia lá quase de dois em dois dias e ele sempre me tratando muito bem. Passamos aé a tomar umas cervejas em um dos bares do morro.

Eu fui sendo envolvido por ele e ele no final de semana me convidou para um churrasco na casa dele e eu não podia negar isso. Fui para o churrasco, tinham vizinhos, roda de samba, funk e acabamos estendendo até perto de 2h da manhã.

Então falei que ia embora, mas ele ofereceu sua casa pra eu dormir e no outro dia ficava mais fácil para nós irmos numa comunidade vizinha para fazer campanha. Eu inocentemente aceitei e então ele ia dormir no sofá e ele me ofereceu a cama de casal dele.

Tentei recusar mas ele estava irredutível. Então acabei aceitando. Pedi para tomar um banho e ele me emprestou uma toalha e quando eu terminei o banho que tive que passar pela sala, dei de cara com ele completamente nú deitado no sofá.

Tomei um susto com a benga dela entre as pernas. Engoli a seco quando olhei aquilo. Um pau preto, grosso em todo a sua extensão e grande demais para um pau em estado flácido. Foi inevitável pensar qual seria o tamanho daquilo duro.

Eu pedi desculpas e ele também e explicou que ele não conseguia durmir de roupa, sempre domiu nú e não sabia que eu ia ficar tão envergonhado.

Brinquei com ele e falei que não estava envergonhado, mas sim assustado. Ele perguntou porque eu estava assustado? Eu respondi que nunca tinha visto um daquele tamanho.

Ele aproveitou a deixa e perguntou sorrateiramente se eu estava acostumadocom tamanho menores. Eu tratei de falar que não estava acostumado com tamanho nenhum, pois não era gay.

Ele se desculpou, pois não teve a intenção de insinuar que eu gostava de pau. Eu estava nitidamente desconfortável, dei boa noite e me retirei.

Puxa, tinha sido uma noite estranha e eu esperava não ter deixado má impressão. No outro dia acordamos, tomamos café e fomos fazer campanha na comunidade vizinha.

Tudo foi correndo bem e quando íamos nos despedir, ele disse que queria falar comigo a sós. Dispensei a equipe e fiquei pra falar com ele. Ele sentou comigo em sua mesa na cozinha e com muita calma perguntou se eu não estava mesmo chateado com ele e eu disse logo que não.

Ele agradeceu e eu aproveitei e pedi desculpas também pela reação ao vê-lo nú no sofá, mas que pra mim tava tudo bem. Ele disse estar aliviado e que eu não me preocupasse, que ninguém ia saber de nada e que o meu segredo estav guardado com ele.

Estranhei a forma como ele falou e me fiz curioso e perguntei que segredo. Ele riu e falou naturalmente. Ué, que você curte pau de macho.

Eu fiquei inerte olhando pra ele e nada saiu da minha boca. Apenas olhava incredulo pra ele e acabei me levantando e indo embora.

Não voltei mais no morro até a antevespera da eleição. Sexta-feira a noite meu telefone tocou e era ele querendo falar comigo. Eu dizia que não tinha nada para conversar com ele, mas ele me implorou uma chance de se desculpar comigo.

Disse-lhe que estava desculpado mas ele insistiu que tinha de ser pessoalmente. Ele queria que eu fosse no morro, mas eu desclinei dessa ideia e acabei aceitando que ele viesse em minha casa.

Moro sozinho, mas tenho uma vizinhancça que poderia ser acionada com um simples grito caso precisasse. Depois que tinha concordado até me arrependi, pois se eu tivesse que recorrer a algum vizinho poderia ter minha honra manchada diante dele, pois o que eu estária fazendo com um homem negro dentro da minha casa a noite.

A cacada já estava feita, então agora tinha que encarar. Ele chegou por volta da 21h e eu pedi que ele entrasse. Ofereci uma água, mas ele perguntou se eu tinha uma cerveja. Acabei lhe cervindo.

Fomos conversando e ele foi dauqele jeito bem humorado me deixando relaxado e não demorou muito já estavamos mais a vontade e eu até já ria das suas piadas. O homem era astuto e eu fui sendo levado na conversa e lá pelas 11 da noite ele disse que estava com fome e peruntou se podia pedir uma pizza pra gente.

Eu já estava envolvido e aceitei. A pizza demorou bastante e só chegou 12:15 aproximadamente e levamos uma hora pra comê-la. Parece que estávamos de bem novamente, ele não tinha mais tocado no assunto que nos levou até aquele momento e ele pediu pra ajudar na vespera da eleição.

No sábado fizemos uma carreate e ele foi no meu carro. Foi tudo normal até o final quando ele me pediu para levá-o até sua casa. Eu o levei e queria ir pra casa tomar um banho. Chegando lá ele me convidou para entrar pra tomarmos uma cerveja e brindar ao sucesso da campanha. Como eu estava bem empolgado, achei legar um brinde para dar sorte.

Assim que entrei na sua casa, eu precisei ir ao banheiro e quando estava lá dentro, a imagem do dia que eu sai e dei de cara com ele nú no sofá. Eu estava ali em pé com aquelas imagens na cabeça e sem entender o porquê.

Na hora de sair do banheiro, até tive uma espécie de congelamento e hesitei um pouco. Resolvi sair e fui forçado a olhar pro sofá. Quando vi o sofá vazio, a sensação foi de decepção, não entendia aquilo que estava se passando comigo.

Ele veio da cozinha com a cerveja e nos cervei e enquanto coversávamos eu olhava pra ele,mas eu o via nú, com aquela jeba entre as pernas.

Eu estava envergonhado e só queria sair dali, pois já estava com medo que se ele de alguma forma se insinuasse pra mim, que eu poderia dar alguma pinta do que estava sentindo naquele momento.

Dei graças quando terminamos e eu pude ir embora. Chegando em casa no banho, quando estava me lavando por baixo, a imagem dele voltou a minha cabeça e quando meus dedos passaram pelo meu cú, ele estava contraindo e relaxando alternadamente.

Nunca senti isso e meu pau também começou a crescer. Terminei logo o banho e fui dormir.
O domingo de eleição transcorreu normalmente e no final da apuração, nosso candidato conseguiu se reeleger.

Marcamos com as pessoas que estavam enganjada na campanha com a gente e pra meu azar, a nossa coordenadora fez questão de chamar ele pra nossa comemoração. Eu odiei a ideia pois ainda estava desconfortável com os últimos epsódios.

Mas tudo bem, o negócio era comemorar e comemoração é regada a bebida e o entusiasmo faz a gente abusar. Lá pelas uma hora da madrugada da segunda-feira, eu já estava pra lá de bagdá, foi muito fácil para ele me convencer de que eu não poderia ir sozinho pra casa e se ofereceu para me levar.

Eu fui dormindo no carro e ele dirigiu. Quando eu recobrei a consciência, ele estava comigo no colo, me arriando no sofá. Tomei um susto. Ele me deu água e fez um café bem forte e me ofereceu.

Eu já estava melhorando e ele falou que ia me fazer copania enquanto eu tomava um banho. Eu já estava totalmente recuperado e não acreditava que tinha ele em minha casa naquelas horas. Durante o banho eu comecei a ver as imagens dele nú na minha mente e novamente me cú começou a ter esparmos musculares que faziam o esfíncter contrair e relaxar.

Que merda era aquilo, me sentia envergonhado, mas conseguime controlar, apesar de que na minha cabeça, eu ia sair do banheiro e dar de cara com aquele monstro de pau se exibindo pra mim. Acordei do meu delírio e me enxuguei e quando abri a porta do banheiro, pra minha surpresa, la estava ele completamente nú no meu sofá, mas o pau dele estava completamente ereto, apontando pro teto.

Ele me olhava e nada falava. Eu o olhava incrédulo. Eu não sabia o que fazer, pois aquele clima de silêncio e aquela imagem impactante perdurou por mais de três minutos. Eu ainda sobre impacto dauqela cena, apenas o vi com o seu dedo indicado,  orientando que eu caminhasse em direção a ele  me aproximasse do sofá.

Eu parecia estar num pesadelo e não sei porque obedeci a ele e fui andando na sua direção. Quando parei na sua frente, ele deu uma segunda orientação e disse pra eu me ajoelhar.

Eu ja tinha as pernas trêmulas e elas começaram a se dobrar até que em segundos eu já estava na sua frente de joelhos.

Minha toalha estava enrolada na cintura e quando eu acabei de ajoelhar ela ameaçou cair e eu fui obrigado e segurá-la e enrolar de volta. Assim que terminei, ele afastou as pernas e eu tive a visão sem impedimentos de sua rola majestosa.

Ela não caía, mantinhasse completamente ereta e apontava pra cima, ficava ali se exibindo dando pequenas pulsadas.

Ele me olhou fixamente nos olhos e de forma intimidante, mandou que eu largasse a toalha e apoiasse as minhas mãos nas suas coxas.Eu não entendia as suas intenções, mas eu acabava obedencendo a todos os seus comando.

Larguei minha toalha e repousei as minha mãos uma em cada coxa dele. Em seguida ele usou uma das mãos e começou a punhear lentamente o próprio pau. Era magnífico ver a cabeça do pau dele saltar para fora da pele e ficar exposta enquanto ele tocava aquela punheta.

Eu olhava aquilo hipinotizado, não conseguia parar de olhar e ele me olhando nos olhos, parou de punhetar-se e perguntou se eu queria pegar no seu pau.

Eu não sabia o que responder, mas a vontade de pegar nele era grande eu incrivelmente já estava salivando e foi inevitável passar a lingua nos lábios, gesto que foi percebido por ele. Ele então não teve dúvidas e ao invés de me perguntar, ordenou que eu pegasse no seu pau.

Eu não sei porque ele tinha aquele poder sobre mim, mas eu me vi impelido a cumprir aquela ordem e eu tirei a mão direita da sua coxa e fiz o que ele mandou. Quando peguei naquele pau preto, eu parecia que ia infartar.

A respiração ficou tensa, batimentos cardíacos aceleraram e meu corpo parecia pegar fogo e pra piorar, meu cú se descontrolou de vez.

Ele vendo que eu apenas segurava seu pau, mandou eu punhetar ele. Eu comecei bem devagar e com isso eu podia sentir seu pau pulsar na minha mão. Ele se jogou pra trás e se encostou no encosto do sofá, jogou os braços sobre o encosto e ficou me olhando punhetá-lo.

Depois de algum tempo ele me perguntou se eu queria chupá-lo. Eu nada respondí, mas sabia que deveria fazê-lo. Então me inclinei sobre ele e o alcancei com a minha boca. Não tinha experência e tentei abocanhar logo de cara, mas a cabeça era muito grande e minha boca parecia que ia se partir.

Instintivamente passei e percorrer toda a extensão do seu pau com a minha língua. Eu fazia isso concentrado no seu pau, mas uma das vezes em que partia da base par a cabeça, eu resolvi olhar pra ele e pra minha surpresa ele estava com a cabeça jogada pra trás e então eu vi que ele estava gostando daquilo.

Eu então me dediquei a dar um banho de lingua em seu pau e fiquei nisso por um longo tempo. Até que uma hora eu cheguei na base do pau e seu saco fez um movimento involuntário que me chamou a atenção.

Foi inevitável lamber aquele saco por um tempo também e depois acabei dando chupadas alternadas em ambos. Após um tempo, eu voltei lambendo o corpo do pau até a cabeça e quando cheguei na glande, estava saindo um liquido grosso por ela.

Eu tive um nojinho, mas me aventurei naquela região. Minha línguafez contato com o líquido e quando afastei minha boca, um fio se formou, liguando meus lábios ao seu pau. Curioso resolvi sentir que sabor tinha e eu percebi que não era desagradável totalmente, então me permiti engolir junto com minha saliva.

Retornei para a cabeça e comecei a chupá-la. Primeiro a ponta e depois a base da cabeça, até que já lubrificada o suficiente, resolvi abocanhá-la. Tinha aquela cabeça de pau gigante toda dentro da boca e eu a sorvia com muita força, sugando todo o líquido que saía dela.

Senti uma de suas mãos repousando sobre a minha cabeça e ele começou a forçar para que eu engolisse um pedaço maior do seu pau. Era difícil engolir seu pau, pois ele ocupava todo interior da minha boca, tocando ao mesmo tempo minha lingua e o céu da boca.

Ele ia forçando eu a engolir cada vez mais centímentros em direção a minha garganta e chegou uma hora que eu o senti tocar no meio dela. Me provocou ânsia de vômito, mas ele não parava e me fazia engolir cada vez mais.

Fiquei preocupado por não estar conseguindo engolir mais nada e ainda faltava quase metade do pau. Não sabia como aquilo caberia em meu cú se tivesse que dar pra ele.

No fundo sabia que não tinha como eu o impedir se ele quisesse me comer. Apenas torcia para que ele desistisse da ideia. Foi então que pensei que tinha que ser esperto e tentar fazer com que ele gozasse dentro da minha boca, para que ele não tivesse tesão suficiente pra me foder.

Comecei então a me concentrar pra fazer minha chupada dar o máximo de prazer a ele. Então, planejei de fazê-lo ficar com o máximo de tesão e despejar sua porra toda na minha boca. Eu de propósito, comecei a chupar seu pau e acariciar suas bolas com minhas mãos.

Chupei ele por um vinte minutos mas ele não gozava. Então pensei que precisava estimulá-lo de outra forma. Eu retirei minha toalha, joguei meu corpo pra cima do sofá, ficando ao lado dele e voltei a chupá-lo na intensão de que ele vendo minha bunda de quatro, ficasse com mais tesão e finalmente gozasse.

Meu plano estava funcionando, pois enquanto chupava, eu olhava pra ele e o vi olhando pra minha binda e mordendo os lábios. Chegava a fazer uma especie de assobio pelo tesão qie sentia, mas o meu plano começou a ir porágua a baixo quando senti sua mão alisando minha bunda e procurando o meu rêgo.

Eu me contraí todo, pois não podia permitir que ele tocasse me cú, pois ele ia ver que ele estava piscando de tesão e poderia ficar motivado a comê-lo. Eu me trancava  todo, mas não podia parar de chupar seu pau, pois ele não ia gozar na minha boca desse jeito.

Ele alisava minha bunda de um jeito que eu de vez em quando vacilava e acabava relaxando, pois sentia uma sensação gostosa e me via forçado a caprichar na chupada e somente quando ele entrava no meu reguinho é que eu acordava e me protegia, trancando minha bunda.

Numa dessas , eu senti ele tirando a mão da minha bunda e aí pude me dedicar ao boquete que fazia. Mas logo em seguida ele voltou a alisar minha bunda mas com seus dedos todos molhados. Quando entrou pelo meu reguinho, seus dedos deslizaram mais facilmente e mesmo eu trancando, um deles alcançou meu cú.

Ele fez um movimento circular e percebeu as contrações que ele dava. Nessa hora olhei pro seu rosto e vi um sorriso de canto de boca. O safado viu que eu estava com um tesão danado no cú. Ele até se posicionou melhor para brincar com meu cú e eu que tinha planos de provocar nele tesão suficiente para que ele gozasse logo na minha boca, acabei eu tendo que interromper o boquete porque não conseguia me concentrar com a sensação que ele provocava no meu cú com aqueles dedos ensalivados.

Eu passei o corpo por cima das pernas deles e alcancei o braço do sofá, joguei meu tronco sobre o braço do sofá e fiquei com minha bunda pro alto, praticamente na cara dele. Ele estava com meu cú a poucos centímetros do seu rosto e aproveitou para usar uma das mãos para abrir uma das bandas da minha bunda e expor mais ainda meu cú pra ele.

Ele ensalivou mais um pouco os dedos e lubrificou mais o meu cú e foi enfiando o indicador lentamente. Pirei na hora que o dendo entrou, e soltei um gemido trêmulo e longo enquanto o dedo deslizava pra dentro do meu cú.

Pudia sentir meu cú mordendo o dedo delo, principalmente quando ele forçou ao chegar no fundo. Ele mexia o dedo dentro de mim e eu o sentia tocar as paredes internas do meu intestino. Ele abria a minha bunda e tirava só um pouquinho o dedo e enfiava forte e meu cú modrdia de novo ele.

Meus planos foram arruinados de vez, pois eu que queria que ele gozasse logo e demovesse da ideia de comer meu cú, acabei numa situação na qual o meu tesão aumentou de uma forma que agora era eu que queria levar pau no cú de qualquer forma.

Eu não acreditava que estava naquela situação, deitado de bruços por sobre as pernas de um homem negro, levando dedadas no cú e gemendo feito uma puta. Que vergonha!

Eu gemia dengosamente quando seu dedo enterrava no meu cú e ele passou ame desferir um tapa na bunda quando eu gemia. Isso me fazia por reflexo contrair o cú e apetar o dedo dele. Ele parava pra sentir o cú mordiscando sem parar aquele dedo. Só depois que eu me acalmava e meu cú para de mordiscar e que ele retireva e enfiava de novo até o fundo e depois que eu gemia ele desferia o tapa e meu cú começava de novo a sessão de mordedura em seu dedo.

Ele gostou disso e ficou um bom tmpo assim. Eu já estava adorando aquilo e quando ele parava pra sentir meu cú mordiscar o dedo, eu começava a rebolar minha bunda. Eu estav começando a me perder de tanto tesão no cú e foi ficando difícil emitir um som controlado e tive que comprimir minha boca contra o braço do sofá para não ser ouvido pela vizinhança. Quanto ao barulho dos tapas nada podia fazer, pois não estava sobre o meu controle.

Eu estav com tento tesão no cú que bastou ele começar a me instigar com perguntas se eu queria pau no cú, que eu não terceira vez que ele perguntou desencostei a boca do braço do sofá e respondi: Sim, eu quero muito ganhar pau no cú.

Seu dedo foi retirado de dentro do meu cú imediatemente e ele moandou eu deitar d costas no acento do sofá. Eu obedeci e ele se colocou de pé na minha frente e com suas mão segurou meuus tornozelos e afatoutou minhas pernas. Forçou um pouco elas pra trás e minha bunda ficou toda exposta pra ele.

Ele com imensa habilidade, flexionou os joelhos o suficiente pra que o pau ficasse na altura da minha bunda e aproximou os quadris até  a cabeça do pau encostar na entrada do meu cú. Ali a coisa ficou séria, pois tudo que eu queria evitar estava acontecendo.

Meu cú começou a piscar alucinado com o contato da cabeça do pau nele. Eu estav tenso e pedia sem nunhuma convicção para ele para com aquilo. Eu usava o argumento de que ele era muito grandoe grosso, mas não havia convicção suficiente para demovê-lo da sua intenção.

Ele começou a forçar e eu pedia para, para, não quero! Ele forçava e meu esfincter começava a querer ceder. A dor mostrava que não seria fácil e o desespero tomou conta. Eu sabia que ele não ia me ouvir e então tentei pelo menos evitar que meus vizinhos soubessem que eu estava dando meu cúpra outro homem e então pedi ele pra deixar eu moder alguma coisa.

Ele pegou uma das almofadas do safá e me deu antes de continuar. Eu a amacei e antes de enfiar na boca, aproveitei para ensalivar bem os dedos da minha mão e os levei ao meu cú e espalhei bastante, lubrificando ao máximo pra receber seu pau dentro do meu cú. Enfiei o que deu da almofada na boca e alcancei o encosto do sofa e torci fazendo um bico que eu pudesse apertar durante a penetração.

Ele riu e forçou de novo. Com a saliva abundante, meu cú começou a ceder e o anel de couro foi se alargando e recebendo a cabeça do pau dentro dele. A sensação do anel de couro se alargando pra racomodar o pau de outro macho dentro da gente seria até uma sensação gostosa, pois a submissão a outro homem causa muito prazer na gente, mas a dor não é de um nível suportável.

Se não fosse a almofada na boca e minha mão apertando a outro, meus vizinhos todos saberiam da minha vergonha naquela altura. Fui obrigado a levar a minha outra mão a sua bariga pra freiar aquela penetração.

Ele vendo meu desespero, parou depois que o anel da cabeça peniana que é a parte mais grossa da cabeça, venceu o esfincter anal e encaixou perfeitamente dentro do meu cú. Até ele sabia que eu havia realizado um feito por ter recebido seu pau dentro do meu cú.

Ele parou e se  manteve segurando meus tornozelos pro auto, apenas juntou minhas pernas e passou a segurá-las com apenas uma das mãos e outra ele usou para retirar minha mão da sua barriga, pois ele não me queria impedindo sua penetração.

Depois que retirou minha mão dele, ele levou sua mão até minha cabeça e passou por trás apoiando minha nuca e assim usou sua força para me mover no acento do safá, pois durante a entrada da cabeça eu me contorci todo e acabei todo torto.

Depois de me ajeitar, manteve a mão na minha nuca e fez um mivimento como se estivesse massageando, o que foi muito gostoso pra mim e junto a isso ele ficou pedindo pra eu me acalmar que a cabeça já tinha entrado.

Aquilo realmente foi me tranquilizando e a dor foi cedendo um pouco e quando eu já respirava menos ofegante senti meu cú dando piscadinhas no pau dele em resposata as pulsações do seu pau.

Ele falou pra eu continuar calmo que ele ia botar mais um pouco. Não tinha como ficar calmo, então eu ja peguei a almofada e mordi de novo e apertei a outra com a mão e ele começou a botar mais alguns centímetros de pau dentro de mim.

Nossa, que dor e dessa vez ardência também. Meu cú parecia pegar fogo. Não sei quanto tinha entrado dessa vez mas minha vontade era tirar a almofada da boca e implorar pra aquilo para. Não ousei tirar da boca e ser forçado a gritar e revelar pra todos que aquele homem negro estava me deflorando daquela forma.

Me mantive forte, mas foi inevitável as lágrimas rolarem pelo meu rosto. Ele vendo que me fez chorar, interrompeu a penetração e eu tive uma crise de choro. Chorei que chegava a soluçar. Ele me observava e eu achei que ele iria para com aquilo, mas apenas ficou me olhando.

Minha respiração estava muito ofegante e isso mantinha meus batimentos acelerados. A ardência mantinha meu cú apertando seu pau em busca de alívio. Realmete enquanto ele apertava o pau dele a ardência cedia um pouco.

Mas isso o atiçava, pois qual home não ficaria louco de tesão tendo um cú envolvendo seu pau e ainda por cima piscando nele. Seu pau ficava cada vez mais duro e pulsante dentro do meu cú.

Eu queria interromper aquilode alguma forma e quando ele se preparava para empurrar de novo eu fui com a mão na sua coxa e ele logo reagiu para me impedir, mas fui astuto e rapidamente lei a mão nas suas bolas e começei a acariciar suas bolas.

Ele viu que eu fui acariciar suas bolas e deixou. Apesar de seu pau alucinar e pulsar descontrolado, pelo penos ele interrompeu a penetração. me mantive ali fazendo carinho em seu saco, mas sabia que aquilo era temporário.

Ele então depois de um tempo, apoiou minhas pernas nos seus ombros e usão aos mão livres para laçar minha cintura. Eu continuei a alisar seu saco. Ele recomeçou a empurrar seu pau pra dentro do meu cú. Eu sou forçado a me concetrar nas almofadas.

Ele agora foi com mais vontade e eu aproveitei pra tentar verificar o que já tinha entrado de pau dentro do meu cú e eu me desesperei ao perceber que nem metade do pau estava dentro do meu cú ainda.

Precisava acabar logo com aquilo e eu resolvi tomar tudo dentro do cu de umasó vez e levei a mão na parte de trás da sua coxa e o puxei contra mim. Ele sentiu e riu, mas não caiu na minha e controlou para não meter tudo, mas pelo menos entrou mais de dois terços do pau.

Faltava muito pouco, mas meu cú pegava fogo. Meu cú ardia em brasa e piscava alucunado no pau dele e ele se deliciava com isso. não tinha nenhuma pressa.

O pau quando ficava parado dentro de mim parecia engrossar na largura,pois meu esfincter parecia continuar se alargando, indicando que as pregais anais estavam se rompendo uma a uma. Eu temia ser rasgado e ter que passar por cirurgia corretiva e aquilo aumentava minha tensão e seu que só dificultava a penetração.

Aproveitei a parada para fazer mivimentos respiratórios para me acalmar e me permitir relaxar mais. Os batimentos foram diminuíndo, a respiração espaçando e o calor no corpo diminuindo. Chegou uma hora que eu já podia me concentrar no pau dele dentro do meu cú e eu sentia somente seu pulsar.

Foi a única hora que estava tão relaxado que comecei a sentir tesão no cú igual as vezes que me apanhei com tesão durante o banho quanto pensava no pau dele. Eu fui dar uma ajeitadinha no corpo para voltar a posição, pois a dor me fazia ficar torto no sofá e acabei dando uma reboladinha final no pau dele e ele sorriu pra mim.

Ele me olhou e perguntou se eu conseguia rebolar um pouquinho no pau dele. Eu já não tinha nenhuma dignidade pra defender, então não vi nada de errado em tentar fazer isso. eu encarei isso como um desafio e não demorou muito lá estava eu rebolando o cú descaradamente no pau daquele negro.

Seu olhar pra mim era o mais safado que já tinha visto, ele matinha um sorrisinho de canto de boca que mostrava toda sua safadeza. Eu até me senti bem, pois o movimento fazia seu pau roçar as paredes internas do meu cú e dava uma sensação gostosa.

Bom, mais ainda tinha pau para entrar, então ele partiu para a enterrada final e pra isso ele pediu que eu fosse com a cabeça até o braço do sofá e quando cheguei lá ele segurou firme minha cintura e recomeçou a enfiar seu pau.

Foi duro aquele último terço, mas ele dessa vez me deixou trazê-lo todo pra dentro de mim para que aquela tortura acabasse. Quando senti suas bolas se espremerem contra minha bunda eu respirei fundo aliviado que aquela agonia havia terminado.

Ele fez um movimento pra trás querendo tirar seu pau do fundo do meu cú, mas só o inicio do movimento já se mostrou extremamente doloroso. Eu fui forçado a puxá-lo pra dentro de mim e mantê-lo cravado no fundo do meu cú.

Pensei que o sofrimento fosse apenas para entrar, mas para sair parecia ser pior. Eu pedi pra ele ficar assim um tempo e ele não entedia qual a minha intenção e nem podia, pois pra ele, que era o ativo naquela relação, e portanto o parceiro que utilizava o pênis, que não tem a quantidade de terminações nervosa que tem o cú e também por ser a parte invasora, ou seja, usada para forçar a passagem, ato agressivo, ativo de penetrar por pressão, abrindo caminho a força. Quanto a mim, a parte passiva, e que utiliza ao contrário dele, meu cú, que é cheio de terminações nervosa, vasos sanguíneos, com estrutura elástica limitadas por pregas e que uma vez rompidas não tem como se recuperar.

Mas ele não tinha ideia que meu pedido foi apenas pela dor que a retirada do seu pau me provocou. Mas sabia que assim como eu não tive poder de impedí-lo de entrar, também não poderia impedí-lo de sair. E foi mesmo questão de tempo, pois elefoi retirando seu pau mesmo sob meu protesto e quando a cabeça do pau encontrou a resistência do meu esfincter e parou e começou a empurrar tudo de novo dentro do meu cú.

Doía pra sair e também para entrar e isso perdurou por longos minutos. Eu olhava pra ele ali de joelho naquele sofá, me fodendo com movimentos de vai e vem, me fazendo chorar sem parar. Eu tive que puxar ele pra cima de mim para ver se a amplitude dos movimentos de quadril que permitiam o pau sair quase todos e depois entrar até o fim, pudessem limitar a profundidade da penetração.

Então percebi que mesmo deitado, seus movimentos continuavam tão profundos quanto. Eu tentei ser esperto e cruzei minha pernas atrás do seu corpo e me abraçei ao seu tronco, na tentativa de manter seu corpo o mais próximo do meu.

Assim ele não saía tanto de dentro do meu cú e ficava mais suportável. Eu precisava interromper a sua atividade naquele ato e pensei que se eu pedisse para cavalgá-lo eu teria controle da penetração e ele aceitou.

Passe por cima dele e olhei para aquele pau duríssimo e o peguei, me posicionei e encaixei a cabeça do pau no meu cú, fui sentando lentamente e fui me enterrando naquele pau. Quando já o tinha inteiro dentro do cú, eu apoiei as mãos no peito dele e comecei a subir lentamente, só um pouquinho e voltar a sentar. Deu certo minha tática, ele estava adorando minha subida lente e poucoprofunda.

O problema foi que aquele posição também me acendeu sexualmente e conforme eu cavalgava seu pau, meu tesão no cú também aumentava e eu passava a cavalgar nele cada vez mais forte e gemendo muito.

Chegou uma hora que eu já subia até o pau realmente escapar de dentro de mim e pra minha surpresa eu mesmo ia atrá dele e o recolocava dentro do meu cú e o engolia ligeiro. Eu agasalhava aquele pau inteiro com uma competência que não sabia como havia desenvolvido.

De repente, sinto ele urrar e sinto seu pau latejando dentro do meu cú e sinto o calor da sua porra que está sendo despejada dentro do meu cú. Aos jatos sou leito magnificamente por ele e sou impelido a me deitar sobre ele e sou tomado por uma vontade incontrolável de beijá-lo na boca.

Pra minha susrpresa fui correspondido e num formidável beijo de lingua, ele contínua despejando sua farta porra quente dentro do meu cú, a qual eu recebe incondicionalmente como simbolo do meu batismo de entrada nesse novo mundo que se abiu pra mim.

Aquele exemplar de macho havia me convertido incondicionalmente e eu sabia que estava diante possivelmente do homem da minha vida.

Ainda ficamos ali abraçado no sofá por uns cinco minutos onde eu pude sentir seu pau pulsando dentro de mim até finalmente amolecer e sair escorregando de dentro de mim. Estava tão enamorado por aquele pau, que me mantive ali punhetando-o e acariciando suas bolas até que ele adormecesse.

Eu não pregava o olho de tanta excitação e por uma hora e meia o deixei dormir no sofá e fiquei apenas observando seu corpo, dando beijos em todas as suas parte e o vi despertar enquanto beijava uma de suas mãos, em claro sinal de devoção pelo que ele havia me proporcionado naquela noite.

Dormimos juntos na cama, de conchinha, com seu pau praticamente encaixado no meu reguinho. Pela manhã fui despertado pelo celular, com o pessoa do comitê cobrando minha presença, mas sentindo o pau dele prensadono meu reguinho e já endurecendo, acabei não indo ao comité eleitoral e me mantive durante quase toda manhã fazendo sexo com meu homem.

Agora terei que me explicar mas preciso inventar uma história convicente para a coordenadora.

 

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Escrito por Tímido

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