Meu nome é Rosilene, 29 anos, loira, corpo que não deixa ninguém indiferente – pernas grossas e fortes, bunda empinada que rebola sozinha, peitos que enchem a mão e pulam quando eu me mexo. Moro em São Paulo com o Anderson, mas quando a Carla me chamou pra esse jantar “só nós duas” na casa dela, em Indaiatuba, eu já pressenti que ia virar bagunça gostosa.
Cheguei com saia preta curtíssima, blusinha fina sem nada por baixo, calcinha fio dental já melada só de imaginar. Ela abriu a porta toda safada, morena curvilínea, olhos faiscando. O Mauro tava na sala: alto, musculoso, barba bem aparada, pau marcando forte na calça social só de me ver. Depois de uns vinhos e papo leve, a Carla abriu o jogo: fantasiava há anos ver o marido sendo usado, dominado, levado ao limite por outra mulher enquanto ela assistia e gozava só de olhar.
Eu sorri devagar: “Então tá. Hoje ele é meu brinquedinho. Mas eu faço do meu jeito, sem pressa.” Levei os dois pro quarto. Luz baixa, cama king. Prendi as mãos dele com as algemas de couro que ela tinha pronto debaixo do travesseiro. Tirei a roupa dele devagar, beijando o pescoço, o peito, sussurrando bem perto do ouvido: “Que pau lindo, grandão… tão duro só pra mim. Relaxa, amor… eu cuido de você direitinho.”
Deitei ele de costas, fiquei de pé ao lado da cama. Uma mão no peito dele, acariciando devagar, unhas arranhando de leve os mamilos. A outra segurando a base daquele pau enorme, grosso, veias saltadas. Comecei a punheta lentíssima, subindo até a cabecinha inchada, apertando ali com carinho, descendo devagar, parando na base e apertando de novo. “Shhh… que delícia sentir ele pulsar na minha mão… tão quente, tão desesperado…”
Ele começou gemendo baixo, mas logo o desespero veio: “Rosilene… por favor… mais rápido… eu não aguento… por favor…”
Eu continuei no mesmo ritmo cruelmente doce, voz suave: “Calma, meu bem… eu sei que tá doendo de tesão… mas você aguenta mais um pouquinho pra mim, né? Olha como ele tá lindo assim, todo vermelho e babando…”
Ele se contorcia, puxava as algemas com força, corpo suado tremendo: “Por favor me deixa gozar… eu não aguento mais… tá doendo… meu pau tá explodindo… por favor, Rosilene… por favor… por favor…”
Eu ri baixinho, beijei a testa dele suada: “Que lindo você implorando assim… tão bonito, tão frágil… mas ainda não. Vamos brincar mais um pouco.” Parei tudo quando senti ele chegando perto, só segurei parado, apertando a base pra bloquear o gozo. Ele gritou rouco: “Não para… por favor… não tira a mão… eu te imploro… meu pau tá doendo… por favor… me deixa gozar…”
A Carla na poltrona já tava se destruindo, dedos fundo na buceta, gozando uma vez atrás da outra só de ouvir o marido dela se quebrando daquele jeito.
Depois de um tempão dessa tortura lenta, subi na cama. Sentei cavalgando de leve, puxei a calcinha toda ensopada pro lado. Segurei o pau dele na entrada da minha buceta quente, molhada, só roçando a cabecinha, entrando 2 cm e saindo devagar. “Olha como tá quentinha aqui dentro, amor… quer entrar? Quer me sentir toda?”
Ele perdeu o controle de vez, voz quebrada, quase chorando: “Quero… por favor… me deixa sentir ela… eu imploro… não aguento mais… tá me matando… por favor… entra… me deixa foder… não tira…Rosilene… por favor…”
Eu sorri doce, voz de mel: “Tá bom, meu cachorrinho desesperado…voce vai sentir já já …” Coloquei só a cabeça de novo, apertei a base, tirei. Repeti isso várias vezes, cada vez ele implorando mais alto, mais patético: “Não tira… por favor… eu imploro… preciso gozar…por favor… me deixa entrar… me destrói… eu preciso gozar… preciso…”
A Carla gozou gritando alto, corpo convulsionando. Finalmente, depois de deixar ele no fio da navalha por tempo demais, empurrei tudo de uma vez: pau enorme me abrindo toda, me enchendo até o fundo. Cavalguei forte, rebolando, apertando ele dentro de mim. “Goza agora, meu docinho. Goza pra mim enquanto implora mais uma vez.”
Ele explodiu gritando rouco: “AAAHHH CARALHO… Rosilene… meu Deus … que delícia … puta que pariu… você é muito gostosa…” Gozou forte, enchendo tudo, corpo tremendo inteiro. Eu gozei junto, apertando ele, urrando de prazer.
Mas não parei. Levantei ainda pingando, fui pra Carla: “Vem cá, safada. Sua vez de sentir o que é ser cuidada.” Empurrei ela de quatro, chupei a buceta dela com vontade, língua no clitóris, dedos fundo, enquanto mandava o Mauro, ainda ofegante: “Olha, amor… olha sua mulher gozando na boca da sua dona.” Ela esguichou na minha cara, gritando meu nome.
Depois, os dois largados na cama, suados, destruídos e eu ainda me masturbando freneticamente ao lado deles, rendendo três orgasmos. No final, Carla me abraçou tremendo: “Você quebrou ele… nunca vi ele implorar assim… foi a coisa mais excitante da minha vida.”
Eu sorri, lambendo os lábios: “Ele implorou porque precisava mesmo, amiga. Da próxima vez, faço ele implorar de joelhos, com lágrimas, pedindo pra ser meu eternamente.”
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Que tesão tremendo…
Loira gostosa demais.
E cada vez que leio um conto dela. Fico imaginando o quanto essa putinha é safada na cama
Uma gostosa como vc não tem como resistir!! Adoro suas experiencias! e aventuras! O Marido fica sabendo dessas aventuras?
Ola gosta de ver fotos suas [email protected]