Eu confesso que reconheço o fato de eu ser extremamente patético ao ponto de usar como padrão classificatório de pessoas a música que ouvem e o nível de conhecimento do nosso idioma. Não gostaria de ser assim, mas não consigo admirar e, às vezes, até respeitar nativos que não dominam nossa própria língua ou que ouvem o lixo que a mídia lança frequentemente (e que alguns insistem em chamar de “música” e que prefiro não citar exemplos). Assim, só me resta reconhecer o meu defeito e continuar tentando mudar.

