O objetivo inicial do grupo era combinar com amigos onde eles assistiriam aos jogos da Copa do Mundo.
Bullying
A conversa, no entanto, acabou se tornando um espaço para que os membros ofendessem um membro com palavras homofóbicas. De acordo com o processo, até a mãe da vítima foi ofendida. A jovem era a única administradora do grupo, o que significa que somente ela poderia bloquear ou banir membros.
A jovem seria “corresponsável pelo acontecido, com ou sem lei de bullying, pois são injúrias às quais anuiu e colaborou, na pior das hipóteses por omissão, ao criar o grupo e deixar que as ofensas se desenvolvessem livremente”, determina a decisão.
Ainda tem nego que acha que da pra xingar, denegrir, acusar e humilhar de boa e que bulling e ciberbulling não dá em nada. Vai vendo.

