Eu confesso que aquela transa com a Luana não me sai da cabeça há vários anos, já confessei aqui antes, mas o que posso fazer ? Foi inesquecível. Uma coisa inesperada, expontanea, doida. A mulata era uma das dançarinas numa boite tradicional de Campinas, conheci-a por lá e tava saindo com ela há 1 mês e meio, creio. Eu frequentava a boite, ficava só nos amassos e bolinações no carro, eu tentava ir além, mas Luana não permitia, sei lá, era coisa dela. Uma noite, após o show levei-a pra casa dela e ela me disse que queria acabar com aquilo. Td bem eu disse, mas aí ela me convidou pra um café, eram 03:30 da madruga. A casa dela era nos fundos, lá fui eu, casa simples e minúscula, organizada e limpinha. Fiquei na sala enquanto ela colocava água para ferver. Fui na cozinha e a vi em pé na cadeira se esgueirando pra pegar algo no armário acima. O corpo dela debaixo do vestido ressaltava suas curvas, segurei-a na cintura prá descer e a abracei-a com força, instintivamente. Senti todo o calor do corpo dela e achei que ela ia me empurrar como antes, mas não. Ela correspondeu ao meu tesão, tiramos a roupa ali mesmo feito doidos, como alucinados. Luana ligou o rádio, mais tarde vi que era pra abafar seus gemidos . Não coloco detalhes óbvios aqui. Trepamos na cozinha, na sala, no chão, no sofá. Quando paramos, Luana abriu a janela e o dia já havia raiado fazia tempo, a água do café secou. Eu simplesmente não vi o tempo passar, incrível. Sempre achei marketing de turismo sexual dizer que mulata tem mais fogo, me convenci que é isso mesmo. Anos mais tarde voltei a boite, mas ela havia ido pra São Paulo. Me excito até agora lembrando de tudo isso. Não me sai da cabeça. Muitas vezes trepo com minha mulher na penumbra do quarto usando essa lembrança.

