Eu confesso que nunca desejei que minha fosse uma puta, uma mulher que qualquer um chega e come. Eu a amo demais e quero que ela tenha auto estima, se valorize e seja respeitada. Mas gosto quando um cara olha pra ela com tesão. Gosto de ver um cara vendo a calcinha dela. E se acontece dela ver o volume de um pau duro no short ou na calça de um homem, eu curto. É claro que no dia a dia de todo mundo acontece situações assim, a maioria das vezes sem que se planeje ou crie. Eu procuro ser sutil, discreto e sem que percebam minha intenção. Por exemplo, tem um amigo assistindo um jogo lá em casa., e estamos tomando umas cervejas. Vou no quarto e vejo que a minha esposa dorme descoberta, a calcinha toda de fora, a bunda deliciosa à mostra. deixo a porta aberta, (se for a noite a luz acesa) e depois, como se não soubesse, peço ao amigo para pegar uma cerveja na cozinha e observo discretamente. Vejo ele olhar dentro do quarto, dá uma paradinha e admirar o corpo delicioso de minha esposa, a calcinha dentro da regada. Quando ele volta, dá outra olhada, e quando chega na sala, dá pra notar que tá de pau duro. Isso me dá tesão. Os cunhados dela, marido das irmãs, tem muita liberdade em minha casa. E quando ela vai trocar de roupa que um deles, ou um sobrinho adolescente está no quarto, ela fica só de calcinha na frente deles e nem liga. Eles é que fazem a festa, os olhos brilham de tesão e a rola fica dura dentro do short ou da calça. Às vezes estamos na sala, e ela senta de vestido ou saia e abre as pernas e eles não tiram os olhos. Eu não falo nada, e fico de pau duro também, cheio de tesão. E quando ela ficou a fim de um vizinho (ela tinha 31 anos e o cara 21) e ele também ficou louco por ela, eu falei que podia fuder à vontade, pois ela não é um objeto que me pertença. Se eu comi outras mulheres, nada de mal que ela experimente outra vara. Só que pedi para que ela seguisse os passos da paquera, se jogasse pra cima dele aos poucos e deixasse ele louco de tesão nela. E para incentiva-lo, fui conduzindo os papos, falando que ela é gostosa, que noto quanto ela é desejada, que ela é muito boa na cama. Baixei o nível da conversa, falando em comer buceta na frente dos dois, e falando em pica dura, pra que ele tivesse toda a liberdade com ela. Começaram dançando colados, no clube. Quando vi ele encoxando ela, e a rapazeada olhando o pau dele e comentando entre si, chamei pra ir lá pra casa e lá eu disse – Se quizerem dar uns amassos, que seja aqui, pra ninguém ver. Coloquei música e ele foi fundo. Botou a perna dentro das pernas dela, meteu a mão alisando as coxas e subiu a mão e pegou na bunda dela. Ela beijou ele na boca e como eu acompanhava sem falar nada, pegou nos peitos, meteu a mão dentro da calcinha e enfiou o dedo na buceta. Suspirando e gemendo, foram para o sofá e ele deitou por cima dela. Levantou o vestido, tirou a calcinha, deixou ela com a buceta de fora e tirou a calça, ficou de cueca e o cacetão duro. Tirou a pica, montou em cima dela e meteu-lhe a vara. Comeu ela na sala, eu vendo tudo. Que delicia ver minha esposa levando uma pica dura! Como foi gostoso ser corno! Depois dessa noite, liberou geral e ele chegava já metia a íngua da boca dela, levantava a saia e perguntava se ele tava a fim de trepar. Me ligava pra saber se ela estava em casa, e ela me pediu a chave do carro pra realizar a fantasia de foder num carro. Só houve um chifre, só teve esse cara que comeu ela mas valeu a pena. Foi uma delicia nos 6 meses que durou. Nunca me arrependí e curtia muito assistindo ele comendo ela. Sou corno e adorei o chifre

