Ainda quando namorávamos, ela gostava de abrir a boca pra receber minha porra e daí saía o mais intenso beijo. Sempre acabava passando um pouco da porra pra minha boca. Durante a transa, sempre dizemos sacanagens, tipo, eu a chamo de minha putinha, safada, cachorra, enquanto que ela me chama de cachorro, safadinho e meu corninho. Certo dia, começamos a transa com muito oral, depois ela foi pra cima de mim e começou a cavalgar, chegando a um belo orgasmo. Já estávamos há dois dias sem sexo. Deitei ela e começamos a nos beijar. Ela ficou na posição de frango assado, levando dois dedos na boca e depois acariciando seu clitóris, enquanto isso, eu metia com força. Fui aumentando o ritmo até ter um orgasmo longo e intenso que encheu a buceta dela de porra. Ela me beijou e disse "pena que eu não gozei desta vez". Sem pensar duas vezes, tirei o pau da buceta dela e fui pra chupar, quando vejo que já estava escorrendo a porra. Passei a língua de baixo pra cima e suguei toda aquela porra. Minha esposa teve um espasmo com a lambida. Mas ainda havia porra saindo, era muita porra e fui aos poucos, sugando tudo e dando boa lambidas até me dedicar ao clitóris dela e leva-la a um intenso orgasmo.
Depois disso, ela sempre me pede pra chupar ela depois que eu encho ela de porra.
Já, depois de casados, certo dia, enquanto penetrava ela, perguntei se caso fosse outro homem que enchesse a buceta dela de porra, quem ela queria que chupasse. Ela me respondeu, "o meu corninho, claro". Nesse dia fiz a limpeza com muito mais prazer.

