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Loirinho e Maricota

Fui criada pela minha mãe e minha tia junto com um primo com quem tive relações sexuais muito cedo. Sempre quis conversar sobre isso e, sei lá.

A gente morava numa casa antiga e grande, herança do nosso avô. Fomos morar juntos quando eu tinha uns 8 anos e o meu primo, 10. Nossas mães trabalhavam numa fábrica de sapatos e nos dois passávamos o dia juntos na escola de manhã e em casa a tarde.

Naquele tempo, nossas mães não tinham muito tempo pra nós e cuidávamos um do outro. Entre outras coisas, tomávamos banho juntos, brincávamos no quintal com vizinhos e primos, e dividimos o mesmo quarto. Eu era curiosa e ele também. Ele chamava a minha periquita de “maricota” e eu chamava o dele de “loirinho”. Éramos inocentes.

O tempo foi passando e os hábitos continuaram. Um dia uma amiga das nossas mães nos viu saindo do banho e deu uma bronca: “essa menina já tem cabelinho” e não deveria estar tomando banho com o “priminho”.

Eu cresci mais rápido do que o Joaquim. Apesar de mais nova, tinha pelinhos e peitinhos. Ele também tinha o saco peludinho e era comum ter ereções no banho.Eu via mas não entendia direito. Aliás, o brinquedinho dele prometia muito. Com 12 anos ele era um pônei. Achava o piu-piu dele muito grande pra idade que tinha.

E nossas mães concordaram e nos proibiram de tomar banho juntos. Ignoramos e até ficamos mais interessados.

Durante o banho, era comum eu lavar as costas do meu primo e vice-versa. Mas daquele dia em diante, passamos a nos tocar intimamente. Ele aprendeu coisas com os amigos e eu com as meninas da escola e explorávamos os conceitos transmitidos.

Eu gostava particularmente quando ele chupava os meus biquinhos dos seios. Era uma sensação muito boa quando a boquinha dele sugava e lambia meus peitos molhados. Em troca eu brincava com o pênis dele, até colocava na boca, mas não chupava. Ele se masturbava até cansar e, sim, só deixava o pinto roxo e pronto.

O Joaquim se desenvolveu muito a partir dos 15 ou 16 anos. De uma hora pra outra ele cresceu, me passou, alargou as costas e engrossou a voz. Naquele momento, a gente tinha outros interesses. Ele gostava de uma menina da escola e eu estava interessada em um vizinho muito mais velho que eu. Era tudo platônico.

Eu e o meu primo nos gostávamos e tínhamos essa cumplicidade natural. Não falamos nada sobre isso com ninguém, mas nos abríamos completamente um para o outro.

Uma noite acordei com um som estranho e reconhecível. Olhei para o lado da cama e o meu primo estava de pé se masturbando. A essa altura, o pênis dele já era cavalar. Perguntei o que ele estava fazendo e ele disse “nada, fica quieta”. Perguntei se ele queria que eu fizesse alguma coisa. “Tira a roupa?”, perguntou baixinho, quase inaudível.

Puxei meu pijama e despi a parte de baixo. A mão dele percorreu a minha maricota, mas era a bundinha branca que mais lhe interessava. Fiquei de bruços sentindo a mão esquerda dele me tocando equanto ouvia aquele som de punheta. Foi isso até que se aproximou mais, esfregou o pênis na minha nádega. Alguma coisa saiu e molhou a minha bunda. Perguntei meio brava porque ele tinha mijado em mim. “Cala boca, não é mijo”. Ele estava respirando diferente, profundo.

Passei a mão e realmente não era xixi. O meu primo tinha gozado na minha bunda. Foi o primeiro orgasmo dele. Era moreninho, melecado e pouquinho.

Quando o Joaquim voltou pra cama e dormiu, fiquei acordada e me tocando. Eu sentia sensações muito boas quando me dedilhava no banho, mas naquela ocasião eu estava realmente com tesão.

Uma manhã eu estava arrumando a casa e achei uma revista pornográfica debaixo do colchão do Joaquim. Eram tempos pré-internet. Belas fotos e algumas histórias de sexo. As imagens eram coloridas e mostravam um casal transando. Era tão limpo e higiênico, diferente da realidade. Tinha de tudo: sexo vaginal, anal e oral com direito a gozada na boca.

Eu era virgem, óbvio. Eu aprendia sobre sexo com as meninas da escola e tanto elas quando eu, deduzíamos o que acontecia nas nossas casas com nossos pais.

A minha mãe e a minha tia namoravam e vez ou outra alguns sons escapavam dos quartos. Gemido de mulher parece não ter meios de abafar. Eu tinha muita curiosidade em ver como era. Cheguei até a olhar pelos buracos das fechaduras, mas não deu pra ver nada.

O Joaquim aprendeu mais rápido. Quando estávamos em casa e ouvíamos alguma coisa, ele falava baixinho o que estava acontecendo, como um narrador esportivo. Eu ficava excitada com a imaginação dele e me tocava debaixo das cobertas.

Numa ocasião, passei a trabalhar na casa de uma vizinha. Ela estava cuidando da mãe na fazenda e eu tinha a tarefa de arrumar a casa dela duas vezes por semana quando ela saia. Era a mãe da minha paixão platônica. O nome dele é Eduardo. Ele é uns 8 anos mais velho que eu. Eu sou branca (leite azedo) e ele moreninho (café com leite).

Ignorada desde sempre, um dia o notei olhando pra minha bunda quando eu estava lavando a calçada de casa. Ele olhou, fez uma cara de safado e entrou.

Quando fui cuidar da casa dele, não esperava nada, pois ninguém estaria lá nos horários que eu ia. Arrumando, achei um monte de pornografia debaixo da cama dele.

Vi tudo que ele tinha e roubei duas de histórias. Elas eram só texto e contavam aventuras sexuais diversas. Adorei.

Aí, num sábado de manhã, recebi a incumbência de fazer uma arrumação na casa para receber a senhora que estava doente e que viria morar lá. Era só uma limpeza de chão, lavar umas louças etc. Quando cheguei, o Eduardo estava em casa. Ele se prontificou a me ajudar e o fez.

Em pouco tempo terminei minhas tarefas e só restou o quarto dele. Quando entrei, dei de cara com as revistas sobre a cama. Juntei tudo e estava devolvendo pra debaixo do colchão quando ele entrou e perguntou se eu não tinha visto outras duas que estavam faltando.

Não consegui mentir e disse que estavam comigo. Sorriso amarelo e a conversa tomou rumos inesperados. Sentamos na cama e ele me mostrou outras revistas que guardava no armário.

As fotos eram vívidas, as mulheres lindas, os homens eram todos pauzudos e eu fiquei sem saber o que fazer ou dizer. Então ele me perguntou se eu era virgem. A minha resposta foi diferente de sim ou não. Na verdade, quem disse “sim” foi ele.

Quando perguntei se ele queria tirar a minha virgindade, a face dele corou. “Sério, agora?”. Era uma pergunta boba e em certa medida, inocente. Eu não estava realmente pedindo pra ele fazer aquilo. Na minha cabeça, a pergunta dele ensejava um interesse em mim e era isso que eu queria saber. 

O quarto dele era pequeno, havia só a cama de solteiro, um armário e uma caixa de enxoval. Ele entendeu que era uma proposta literalmente, passou as mãos nos meus peitos, me deitou na cama e me beijou. Confesso que não gostei do hálito. Meu primeiro beijo (fora o Joaquim ) poderia ter sido melhor.

Ele puxou a minha blusa pra cima e chupou meus bicos. Não entendi direito até onde ele queria chegar, mas permiti. Foi descendo, buscando a minha barriga e eu esperava ser chupada igual nas revistas, mas não fui. Ele passou direto, puxou minha calcinha por baixo da saia, me colocou de pernas pra cima e tirou o pau pra fora.

Ele era grande e eu esperava algo mais proporcional. A minha maricota até estava molhada, mas nada tinha a ver com ele. As revistas me deixaram daquele jeito. Então tive a sensação de alguma coisa ia mal e que estava me precipitando. Pedi pra parar.

Ele achou estranho, protestou e insistiu, mas permitiu que eu me levantasse. Quando fiquei de pé, ele me agarrou por trás e tentou me penetrar. Eu gostei da pegada, de sentir o vigor dele, da decisão. Fui empurrada contra o baú e ele colocou o pênis nas minhas nádegas, ficou esfregando na minha vagina, tentando em vão me penetrar.  Foi quando ouvimos o portão se abrindo e tivemos que nos vestir rapidamente. Deu tempo de sair do quarto, ufa.

Os dias se passaram e não falei nada sobre aquilo pra ninguém. Mas tomei uma decisão.

Esperei Joaquim chegar em casa e disse que estava precisando de um banho. Ele entendeu e entramos. Fui direto ao ponto. Peguei a esponja e sabonete, dei um banho nele. Aproveitei para brincar um pouco, me divertir com o pau dele. Era muito gostoso fazer aquilo, senti-lo crescer nas minhas mãos. Sensação maravilhosa tocá-lo, puxar a pele, descobrir a glande, tocar nas bolas, massagear e sentir o vigor de macho que ele já possuia.

Depois pedi pra ele fazer o mesmo comigo. Me entreguei ao banho, pedi pra ele raspar minha vagina e lá atrás. Ficou claro o que estávamos fazendo. Me ajoelhei e pratiquei sexo oral nele. Então falei abertamente que queria ele dentro de mim, que fosse ele o primeiro, porque não queria que outra pessoa fizesse aquilo e que era só nele que eu confiava pra isso.

A gente fez no chão frio do banheiro mesmo. Tentamos várias posições e foi de pé, com a perna segura no alto e ele por baixo. Senti a laceração ocorrer e meu sangue escorreu nas coxas. Agradeci com um beijo, me ajoelhei e fiz com a boca e com masturbação. Ele gozou muito dessa vez. Lambuzei as a mãos, os peitos e o rosto. Me entreguei às memórias que tinha das revistinhas e dos contos eróticos e cheguei mesmo a sentir o gosto de esperma.

A nossa intimidade nunca acabou. Amadurecemos juntos. Liamos as histórias eróticas juntos e vez ou outra fazíamos algo que aprendemos lá. Ele resistiu muito, mas aprendeu a me chupar. Ensinei até que ele descobriu meus caminhos e me deixava louca com a língua. Tomávamos precauções, claro, mas nem sempre.

E apesar das nossas mães por perto, vivíamos quase como um casal dentro de casa. Havia muita troca de carinho e cumplicidade. O sexo era muito bom também. Era descompromissado, espontâneo, sem cobranças. E aproveitávamos as oportunidades que surgiram ou as criávamos.

Lembro das encoxadas que ele me dava quando nossas mães estavam vendo novela ou na cozinha. Ele não perdia a chance de pegar por trás ou colocar a mão na minha bunda.

Numa ocasião, fiz uma bermuda de um jeans velho pra ficar em casa. Ficou curta e ele disse que dava pra ver até meu “furico”. Exagero dele, claro. Mas de tanto ler histórias e exibir minha bunda, ele me disse que queria ela. Eu sabia o que significava. Até que uma noite ele veio pra minha cama e se deitou sobre mim. Relaxei com os beijos na nuca até que ele disse que queria a minha bundinha. Falei que ele poderia tentar, mas que eu não prometia nada. A gente sussurrava.

Ele baixou a cueca e o meu short. O pinto dele já chegou duro. Acho que ficou pensando nisso o dia todo. Mas as tentativas de me penetrar falharam. “Tá seco” ele falou. Mandei passar cuspe.

Achei que ele faria como sempre, mas quando ele colocou o rosto no meu bumbum e lambeu o meu furico, senti muito tesão. Abri as minhas penas, afastei as bochechas e deixei ele me lambendo. Quando parou, mandei continuar.

O pau dele era realmente grande, o tipo que a gente pega com as duas mãos. Ele o segurou firme no lugar e empurrou. Não pude soltar um gemidão de dor porque as nossas mães dormiam no quarto ao lado. Então mordi a fronha do travesseiro.  

Eu tomei uma bela pica e só o tesão explica eu ter aguentado calada. Quando ele acabou, eu estava lambuzada de esperma e com muita vontade de fazer o número 2.  Fui ao banheiro da área de serviço, lá fora. Não queria fazer barulhos e acordar ninguém. Ele também. Voltei ao quarto cheia de tesão e fizemos novamente. Gozei muito gostoso com ele dentro de mim. Tirei e deixei ele colocar atrás novamente apesar de estar dolorida. Ele fez e gozou outra vez. Dormimos muito bem naquela noite.

A gente transava muito. Quase sempre usávamos camisinha, mas nem sempre. Nessas ocasiões ele tirava e gozava nas minhas coxas, na minha bunda… algumas vezes eu deixava na minha boca.

Mas engravidei. Não teve jeito. Minha menstruação atrasou e fiz o teste da farmácia. Grávida. Minha cabeça foi a mil e contei pra ele. Éramos muito jovens. Pensamos em mil coisas, mas antes de contar, as nossas mães desconfiaram. Mãe sabe dessas coisas.

E claro, elas sabiam que eu e o meu primo transávamos. Fingiam não ver e não saber.  Fomos expostos na sala, tomamos uma bronca enorme. Todavia, alguns dias depois eu menstruei. Foi um aborto espontâneo.

Depois daquilo, fomos separados, e fui dormir no quarto da minha mãe. Inútil. Transamos novamente sempre que tivemos chance.

E assim foi por muito tempo, até que novos amores nos separaram e fomos viver vidas diferentes. Hoje somos pessoas amadurecidas, mas nunca deixamos de nos gostar e, eventualmente, ficamos juntos outras vezes.

E, de fato, estou narrando essa história porque nos reencontramos há poucos dias. Foi um belo encontro. Estava com saudades de molhar a Maricota e ela de reencontrar o Loirinho.

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Escrito por Silvinha

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