Eu confesso que Luizinho, com onze anos, estava em férias, quando seu tio fazendeiro passando pelo seu apartamento o convidou para passar as suas férias na sua fazenda. Luizinho já estivera lá com seus pais anos antes, mas ainda pequeno não aproveitou aquilo que agora iria aproveitar como sair com o tio a cavalo para ver o gado no pasto e as plantações. O garoto topou logo iria passar na fazenda todo mês de ferias. Lá chegando, logo no dia seguinte o tio convidou o sobrinho para ir com ele na fazenda vizinha, lá ele iria ver umas novilhas que estavam à venda e ele queria ampliar o seu plantel. O vizinho era seu amigo havia muitos anos e tinha um filho quase três anos mais velho que Luizinho, chamava-se Coriolano. Enquanto os pais foram ver as novilhas os garotos travaram uma amizade. Coriolano levou Luizinho para o pomar que estava carregado de muitas frutas, e ele mesmo e começou a descascar as frutas para o convidado e saborearam várias delas. Coriolano perguntou a Luizinho se ele gostava de pescar, ele respondeu que na verdade nunca havia pescado, todavia gostaria de aprender. Coriolano falou que na sua fazenda havia apenas um ribeirão com poucos peixes, enquanto que na fazenda do tio dele passava um grande rio, largo e ele já havia pescado lá muitos peixes e dos grandes. Ficou combinado; no dia seguinte Coriolano iria á fazenda do tio de Luizinho e ia levar com ele varas de pescar, iscas e tudo para que eles fizessem uma boa pescaria. Como prometera logo depois do café da manhã Coriolano chegou montado numa mula trazendo todo apetrecho para a pesca. Era verão, fazia muito calor, Luizinho o aguardava vestindo uma camiseta regata e um short jeans curtíssimo, unissex, e sandálias de dedo vermelhas. A certa distancia pela maneira de se vestir não se podia afirmar com segurança se si tratava de menino ou menina. A casa da fazenda fica no alto de um morro e o rio fica atrás da casa a uma distância de uns quinhentos metros, para lá chegar somente por umas trilhas tortuosas em meio de arbustos. Os dois lá foram conversando como se fossem velhos conhecidos. Quando tinham que atravessar valetas e Coriolano muito amável dava a mão gentilmente para ajudar Luizinho a pulá-las. Luizinho, muito educado, com um sorriso sempre agradecia dizendo baixinho obrigado. Chegando a margem do rio eles resolveram ficar sobre uma pedra grande chapada em cima que dai dava para ver todo o rio, a água corria solta logo abaixo. Ali sentados podiam pescar a vontade. Coriolano, muito gentil fisgou a minhoca no anzol e entregou a vara de pesca para Luizinho desejando boa sorte, depois fez o mesmo para si. Experiente, Coriolano logo conseguiu fisgar um bagre. Coriolano logo que viu pela primeira vez aquele garoto tão bonitinho, com cara de inocente e depois, após chegar vendo o garoto com aquele short curtíssimo que deixava as suas coxas a mostra pensou: —“Vou comer esse cuzinho logo – logo e não vai demorar muito”. Objetivo pela razão única de ali desde o dia anterior estava prestes a realizar, sem perder tempo Coriolano, sendo objetivo, perguntou de chofre: —“Você já fez troca-troca?” O garoto respondeu curioso: “Que é isso?” O mais velho respondeu é o seguinte: — “A gente tira par ou impar, quem ganhar come primeiro o cu do outro e depois é a vez do outro, isto que é troca-troca. Vamos fazer o troca-troca agora? Eu estou com uma excitação danada, vamos?” Luizinho respondeu: “Mas eu nunca fiz isso”. — “Tem sempre a primeira vez, vamos tirar o par ou impar, quem ganhar come primeiro”. —“Ah! eu não sei, eu nunca fiz isso, não, não e não, eu não quero fazer isso; nem pensar.” disse isto resoluto — Paciente, determinado, continuou insistindo: —“Vamos lá, eu já fiz isso muitas vezes no colégio, todo garoto faz isso é uma experiência própria da nossa idade, antes de começar a comer as meninas a garotada começa treinar um comendo a bunda do outro, admiro que nenhum seu coleguinha não tenha convidado você fazer o troca-troca”. — “Não, nunca ninguém me fez este convite, eu nem sabia que existia essa coisa de troca-troca”. — “É a coisa mais natural do mundo com os garotos da nossa idade, eu tenho a certeza que você mais gostar e vai querer mais; garanto é emocionante tanto para quem ganhar como para aquele que vai ter que dar primeiro, todo garoto faz isso, admiro você nunca ter feito, vamos aproveitar que nós estamos aqui sozinhos, ninguém está nos vendo e ninguém vai ficar sabendo, e um segredo entre nós dois”. O menino continuou a resistir dizendo não, mas intimamente acabou ficando, curioso, indeciso, pensava; se todo garoto costuma mesmo fazer isso, então não tem importância nenhuma, com aquela insistência nele dizer que todo garoto fazia aquilo e começou a ficar excitado sexualmente imaginando ser penetrado ainda mais depois que Coriolano carinhosamente começou a passar sua mão na sua coxa amostra naquele short tão curtinho, com um sorriso ele acabou aquiescendo dizendo: — “Tá bom, vamos então tirar o par ou impar”. Tiraram o par ou impar. Coriolano falou: “Par, eu ganhei” Luizinho reclamou reagindo: — “Quem disse par foi eu”. Coriolano retrucou: — “Foi eu que disse primeiro par e você disse impar ouvi bem e também disse que nunca fez e não sabe como é isso? Você tem que apreender, eu vou ensinar, depois é a sua vez, ordenou, vamos lá tira logo este shortinho, vamos logo porque eu estou tinindo de vontade de comer a sua bundinha. Disse isto sorrindo maliciosamente enquanto voltou acariciar a coxa do garoto. Enquanto Coriolano imaginava estar comendo o cu do menino e ia ficando de pau duro, Luizinho também imaginava sendo comido. Tímido, com um leve sorriso, Luizinho excitado obedeceu abaixando o shortinho de vagar. Agora, autoritário, dono da situação disse: “Não é abaixa só o short, tira logo duma vez também a camiseta e fica peladinho” ainda constrangido, tremulo, o garoto ficou nu cruzando os braços sobre o seu peito como se quisesse se proteger. O outro disse e em seguida ordenou: “Tá com vergonha de mim? “Vamos, fica de quatro e abra bem as suas perninhas”. Luizinho obedeceu meio assustado. Coriolano também ficou completamente nu ficou de joelhos enfiando suas pernas entre as do menino, depois com os polegares separou as nádegas a fim de observar o buraquinho do cu e verificou que estava bem limpinho e sem que Luizinho visse e tirou do bolso da camisa um tubo com creme hidratante, untou o dedo indicador e foi introduzindo fundo no ânus do garoto que estremeceu. — Luizinho perguntou inocentemente: — “É só isto? Você já me comeu, acabou é só isto?”— O outro respondeu: — “Não, foi só o preparativo o bom mesmo vem agora, vamos, quando eu disser deita, você de vagar vai se deitando e cruza os braços e deita a cabeça sobre eles porque depois eu vou me deitar em cima de você”. Logo em seguida Coriolano começou a enfiar a glande robusta arroxeada na bunda do garoto e dizendo: — “Vai deitando, vai deitando”. O menino gritou: — “Tira, tira, está doendo muito, tira”… tira… tira… tá doendo muito, tira, tira… tira…”. Coriolano, acostumado sabia que isto ia acontecer numa primeira vez; autoritário ordenou: “Vamos, vai deitando bem devagarzinho, agora não tem mais jeito, não tem mais volta, relaxa e goza, goza comigo e vai deitando”. Foi fundo ajudado pelo creme hidratante e encostou sua região pélvica quente entre as nádegas frias e macias de Luizinho, obediente, repousou a cabeça sobre os braços cruzados, olhando de lado, deixou passivamente ser penetrado. Assim, ambos completamente nus, Coriolano ficou deitado sobre as costas do menino. Experiente, controlado, então começou o vai e vem cadenciado, sem violência e pressa, até esguichar com força a esperma no reto do garoto. Luizinho ofegante acabou também gozando e sentiu Coriolano fungando na sua nuca e não se importou com o peso do outro nas suas costas. Depois de ter esporrado perguntou: “Como é ainda está doendo?”— “No começo doeu muito, mas agora só um pouquinho, só que é uma dorzinha gostosa, mas foi ainda mais gostoso quando meu pinto que ficou duro e começou sair uma gosma dele; prazer este que eu nunca havia sentido antes” — “Essa gosma chama-se porra, esperma, é, eu vejo que nunca você tocou uma punheta, você é mesmo virgem-virgem, assim ficou ainda mais gostoso para mim em comer uma bundinha virgem”. Você é, gostou, vai querer mais? “— “Vou sim, vou quer ser comido mais vezes, foi muito gostoso, mas só depois, porque é muito cansativo, porque também a minha bunda está ardendo muito”“. — “É cansa mesmo, nós temos que descansar um pouco, deixa que eu vá passar um pouco de creme onde está ardendo e vai passar logo”. Coriolano com carinho passou o creme onde Luizinho disse que estava ardendo. Os dois deitados, completamente nus olhavam para o céu. Tiraram um breve cochilo. Descanados, Coriolano olhando para o menino, passando carinhosamente a mão no seu rosto disse: “Você é muito bonitinho, tão delicadinho, é um amor de menino por isso me deu logo um tesão doido, assim que eu lhe vi ontem chegando à nossa fazenda, pensei logo em comer essa bundinha, mas quando cheguei hoje e vi você com este shortinho, deixando a mostra essas suas coxas, com esta camiseta deixando a mostra seus braços tão delicados e essas sandalinhas de dedo vermelhas, pensei: este garoto está me provocando e vai ser pra já”. Luizinho disse rindo: — “Você é um tarado e só pensa nisto, logo assim que me viu quis logo me comer, se estou me vestindo assim porque foi uma das minhas primas sabendo que eu vinha passar minhas férias aqui e que aqui fazia muito calor me mandou este shortinho e essas sandálias e outras roupinhas que podem ser usadas por meninas ou meninos. Se você quer, então vamos outra vez, mas só que agora é a minha vez de comer você, não foi assim o combinado? “Coriolano respondeu com um sorriso debochado — “Você acreditou nisto”? “Eu falei aquilo só para comer a sua bundinha gostosa, eu nunca dei o cu para ninguém, eu só como. Com esta minha conversa é que eu já comi o cu de muitos meninos todos assim da sua idade entre nove e onze anos, de marmanjo eu tenho nojo, passou dessa idade eu descarto logo. Marmanjo peludo com voz grossa eu tenho nojo, passou da puberdade eu descarto logo. Agora comer garotinhos eu já perdi até a conta, no mínimo eu como um cuzinho por semana, vários dos meus coleguinhas do colégio esperam ansiosos pela sua vez, eles gostam muito de mim porque eu sou muito carinhoso, minguem resiste o meu papo e eu não dou presentinho nenhum para deles, porque eu sei como comer uma bundinha e por isso eu vou comer você outra vez agora”. Luizinho falou sorrindo: —“Bobinho, eu falei que queria te comer de brincadeirinha, só para mexer com você, eu quero mesmo é ser sempre comido por você”. Coriolano mostrou o seu pênis duro como um pau, com a glande arroxeada a amostra, o prepúcio há muito tempo não o cobria a glande devido tanto uso. O garoto assuntado perguntou: — “Você enfiou isto tudo na minha bundinha seu malvado? foi por isso que doeu tanto e eu fiquei todo assado.” Coriolano falou: — “Deixa de ser fingido, você gostou muito de ser enrabado, vamos confessa. Vamos logo, vamos deixar de conversa, fica de quatro como já sabe agora como é que é”. — Luizinho pediu: — “Antes eu vou lhe pedir uma coisa; não diga enrabado, mas comido e em vez de cu diga sempre bundinha”. Coriolano foi fundo com da outra vez e perguntou ainda deitado sobre suas costas: — “Como é gozou, não foi bom? O menino respondeu: “Foi uma delícia, mas não sai logo de cima mim continua mexendo enquanto seu pinto está duro para eu continuar gozando descansa mais um pouco em cima de mim, está tão bom”. Coriolano fez vontade, rebolou e ficou deitado nu nas costas do garoto também pelado. Luizinho disse: “Depois eu vou querer mais desse jeito nós dois sempre bem peladinhos”. Por fim deitaram novamente olhando para o céu. Coriolano falou passando a mão carinhosamente no rosto do menino e dizendo — “Você agora passou a ser a minha mulherzinha, agora quando estivermos nós a só vou te chamar só de Luizinha.” — “Taí, gostei, quero ser sim sua mulherzinha, ser sua Luizinha, adorei”. Coriolano nunca tivera uma experiência com garotas, ficava inibido em procura-las, não sabia como puxar uma conversa por isso procurava só garotinhos, não propriamente afeminados, porém do tipo aproximado do Luizinho que acabou finalmente sendo o modelo ideal que ele nunca havia achado igual. Ai eles ouviram um barulho no mato, se vestiram logo rapidamente suas roupas quando eles ouviram a empregada chamando em alta voz os dois para eles vir almoçar. Os dois saíram de volta subindo pela trilha. Coriolano disse: “Você está andando gozado de pernas abertas, anda direito” — “Eu não consigo, minhas virilhas estão ardendo, você me descadeirou seu malvado com este seu pinto que parece um salaminho, não consigo mais andar com as pernas juntas, seu bruto, você me descadeirou, acho que você deslocou algum osso algum musculo aqui dentro de mim; eu sou muito delicado, seu bruto.” — “É, mas, mesmo assim você vai querer que eu coma a sua bundinha, não vai querer”? Sempre na primeira vez é assim mesmo, mas na segunda vez não vai doer tanto e na terceira vez quase não vai e assim você vai acostumando me dar a sua bundinha” — “Apesar de tudo quero que você coma a minha bundinha muita vezes, adorei, doa quanto doer”. Depois do almoço, nuvens escuras cobriram toda aquela região; choveu forte. Após a chuva Coriolano disse que ia voltar para a sua fazenda. Luizinho escondido disse no seu ouvido: “Você vem amanhã”? “Coriolano respondeu fazendo charme: “Vamos ver se eu posso, vou pensar…”. Luizinho implorou baixinho passando sua mão no seu rosto: “Prometa, venha mesmo, não sei mais sem ficar longe de você estou ficando mesmo uma mulherzinha apaixonada”. O outro respondeu: “Tá prometido, venho sim”. Os dois dormiram pensado no que fizeram naquele dia. Coriolano pensou que dos inúmeros garotos que ele já havia comido, mas nunca havia encontrado um como Luizinho, tão inocente, carinhoso, delicadinho uma verdadeira mulherzinha, a sua Luizinha. O outro também recordava dos momentos de prazer que tiver naquele dia. No dia seguinte pela manhã Coriolano chegou à sua mula. O tio de Luizinho perguntou: “Como é vão tentar pescar outra vez”? Porque ontem foi uma vergonha, só um bagrezinho. Coriolano disse: “Hoje vamos fazer outro programa, lá embaixo junto do rio vi que tem uma mata fechada eu gostaria de ver ela por dentro”. O tio disse que era perigoso, que eles precisavam ter muito cuidado, irem de botas e cada deve levar um facão para cortar galhos e espantar qualquer bicho que podia vir aparecer. Coriolano disse pra ele não se preocupar, que ele estava acostumado andar pelo mato. Os dois desceram o morro e foram em direção da mata depois que viram que não eram mais vistos foram de mãos dadas como dois namorados. Corta galhos aqui, corta ali até chegarem numa clareira. Coriolano falou: “Vamos, quero comer outra vez essa bundinha mais gostosa que já comi, veja já estou de pau duro. Desde que segurei nas suas mãozinhas, eu vim pensando nisso o tempo todo, botar meu pau lá dentro de você” —” Eu também vim pensando nisto quando nós descíamos, estava doidinha para ser comida outra vez; mas é aqui nesta terra suja? Onde é que vamos nos deitar? ”— “Agora vamos fazer hoje em outra posição”. Luizinho pediu: “Mas, antes quero que você me prometa que não vai fazer isso com mais ninguém, só comigo, vamos prometa, eu estou pedindo, prometa, você não disse que eu agora sou a sua mulherzinha, eu quero exclusividade”. O outro respondeu: “Como é que eu vou prometer uma coisa desta, amanhã você vai embora e eu como é que fico? Eu não posso prometer isto. Eu não lhe disse que no mínimo eu como uma bundinha por semana. Vamos logo, vamos deixar de conversa, tira e esse shortinho, fica peladinha, que eu vou ficar também eu estou com excitação danada. — “Mas, como”? “— “Dessa vez é de pé”. Fica de costas para mim. Encosta neste galho segura bem nele e vai abrindo bem suas perninhas”. Luizinho obedeceu. Novamente Coriolano untou o dedo indicador com creme hidratante e enfiou o pau duro no ânus do garoto e o pintinho dele começou a ficar duro também. Coriolano abraçou firme o menino pela cintura, os corpos ficaram colados um no outro, O menino gemeu: “Ai, ai, ai…” O outro disse: “Quando eu escuto você gemer ai meu tesão aumenta”. Então ai começou o vai e vem, o garoto gemia pedindo: “Mais… Mais… Mais…” E Coriolano correspondia à altura. Depois da foda o garoto falou: “Eu não sei como o seu pinto deste tamanho que é cabe dentro de mim e não me arrebenta todo por dentro”. Os dias foram se passando e todos os dias Coriolano comparecia na fazenda do amigo, cada dia escolhiam um lugar para fazer sexo Luizinho não reclamava mais de dor, já havia se acostumado dar o seu cuzinho, eles às vezes repetiam duas fodas no mesmo dia, uma de manhã outra à tarde, o garoto estava se tornando precocemente um ninfomaníaco, depois de ser comido tantas vezes não andava mais de pernas abertas como nos primeiros dias. Certa vez Coriolano no pasto, atrás de uma moita, Coriolano abriu a barriguilha da calça, pôs o pênis já duro para fora e disse para Luizinho: — Hoje você vai fazer uma coisa que ainda não fez; abra boca e chupa o meu pau.” O menino respondeu: “Que nojeira eu não vou fazer isso nunca”. — “Vai sim, me obedeça, faça que eu estou mandando”. — “Não me peça para fazer isto”. — “Eu não estou pedindo, eu estou mandando, você é a minha mulherzinha e eu sou o seu macho, seu dono, vamos, obedeça ajoelha no meio das minhas pernas e comece a chupar o meu pau, eu estou mandando e vamos logo”. — “Ah! Eu não quero”. — “Se você não me obedecer, acabou tudo, não vou querer mais ver você e vou cortar as relações para sempre”. Lagrimas começaram a correr no rosto do menino. — “Você está sendo muito brutinho comigo, não precisa me ameaçar em não me querer ver mais, mas só porque eu gosto muito de você vou fazer o que você quer, vou chupar sim seu pinto com gosto, só para lhe agradar, não sei se esse salaminho vai caber na minha boca”. Luizinho passou a chupar o pau do amante com vontade, enquanto Coriolano se retorcia de prazer, finalmente perguntou. — “Que você fez com a porra?”— “Engoli com amor, sem nojo, a esperma é sua e foi para dentro de mim”. Coriolano comovido abraçou o garoto e encheu seu rosto de beijos, mas nunca o beijou na boca; jamais faria isso. O tio de Luizinho disse para a esposa: “Eles ficaram muito amigos, estou gostando de ver”. A mulher respondeu: “Pois eu não estou gostando nada dessa amizade, foi longe demais. Já que você entrou no assunto eu penso que Luizinho deve voltar o mais depressa possível para a casa dele”. — “Mas por quê? Qual é o motivo?”—” Eu segurei, mas vou lhe contar já que tocou nisto: Ontem seu sobrinho estava encostado ai nessa grade ai olhando lá para baixo e o outro chegou por detrás sem ele ter visto e deu um beijo na sua nuca, Luizinho virou-se e deu uns beijinhos no ar em agradecimento. Quando eles perceberam a minha presença se separaram meio sem graça. Você não percebeu a mudança nos dois? Quando Luizinho chegou aqui estava corado, meio gordinho, agora parece até que emagreceram, os dois estão de olheiras, boas coisas os dois não estão fazendo, embora os dois estejam se alimentando muito bem. Você não percebeu?” —- “Não, não vi nada de mais”. — “Então você está cego. Com toda certeza eles estão fazendo sexo e Luizinho passivamente e Coriolano faz o que ele quer ninguém me tira isso da cabeça, isto desde o primeiro dia que Coriolano chegou aqui e desaparecem das vistas da gente para fazer sem-vergonhice. Sabe: eu preciso mesmo ir a capital fazer aqueles exames que o médico pediu, então vamos logo e levamos o garoto para casa de seus pais, nossa responsabilidade é muito grande. Naquela mesma noite, no jantar o tio disse para garoto que eles tinham que ir a capital e ele iria voltar para sua casa. Luizinho ficou surpreso e logo perguntou se ele não podia ficar até o fim das férias na fazenda dos pais de Coriolano, o tio disse que de maneira alguma, que ele tinha que acompanhá-los e eles iam viajar no dia seguinte. Mais surpreso o garoto ficou. No dia seguinte como de costume Coriolano chegou e ficou sabendo da novidade, então sugeriu que a sua mulherzinha arrumasse um cavalo e os dois iam dar uma volta por ali de despedida, os tios disseram ao sobrinho que voltassem logo porque logo depois do almoço iam partir. Depois de cavalgar em silêncio param e apearam das montarias para se despedirem dando uma foda e uma chupada de pau, com lágrimas nos olhos Luizinho se despediu e se abraçaram. Coriolano prometeu que no primeiro feriado ele iria de um jeito ou de outro iam se encontrar. Os pais de Luizinho começaram a reparar nos modos do filho após a sua chegada. A mãe disse ao marido: — “Luizinho voltou diferente, falando mole, afetado, delicadinho, cheio de trejeitos, desmunhecando, dobrando o pulso quando pergunta alguma coisa. Como esta mudança de comportamento pode acontecer em apenas vinte dias? Ontem eu o peguei na minha penteadeira examinando nos vidros de esmalte e nos meus batons. Que foi que aconteceu nesses poucos dias que ele passou lá na fazenda?” O marido concordou: “Eu também percebi, ele voltou bastante afeminado, com modos afetados e demonstra não quer esconder isto, muito pelo contrário, esta se contorcendo todo, ele nunca foi assim, precisamos ter uma conversa séria com meu irmão e com a minha cunhada, estou preocupado. Estando só na fazenda Coriolano telefonou para Luizinha dizendo o dia que iria com seu pai a capital e iriam ficar hospedados no apartamento de um de seus tios. Foi uma conversa longa, Coriolano perguntou onde eles poderiam se encontrar a sós, Luizinho disse que o seu pai tinha diversos apartamentos para alugados e um deles por sorte que estava vazio poderia servir para o encontro. Coriolano pediu para sua “mulherzinha” que o encontrasse já vestido como uma garota bem bonita, esse era o seu desejo, Luizinho disse que ia dar um jeito com um vestido emprestado de uma de suas primas e foi logo ao apartamento delas. Eram três irmãs, uma menor com a mesma idade dele, outra com treze anos e a mais velha com quinze, chamada Solange e foi a ela que ele procurou dizendo: — “Eu sei que você vai estranho, mas você poderia me emprestar um vestido que vocês não estão usando mais, sei que vocês têm muitos”. Admirada a prima perguntou: — “Tudo bem, você pode escolher o vestido que quiser, mas, por curiosidade; para quem é esse vestido”? Eu posso saber para quem é? — “É para mim mesmo; estranho né”?”— “Para você”? Você quer se vestir de menina? ”— “É uma estória que você vai ficar acabando de saber mais cedo ou mais tarde. É o seguinte: Você ficou sabendo que eu passei uns dias na fazenda do tio Osvaldo e foi lá que tudo aconteceu. Lá eu fiquei conhecendo um garoto dois anos mais velho do que eu, nós ficamos muito amigos, amigos íntimos, muito íntimos, ao ponto de nos tornarmos amantes”. Solange de boca aberta de olhos arregalados ouvia a confissão do primo. — “Eu quero dizer que antes de conhecer esse meu amigo nunca havia pensado em sexo, era coisa que não me interessava, meus colegas falavam nas suas experiências sexuais, mas pouco me importava, foi lá na fazenda que eu descobri que não devia ter nascido para ser homem, mas uma bela mulher. Esse meu amigo, muito jeitoso, simpático, muito atencioso me conquistou com os seus modos e acabou que ele propôs me comer e eu acabei topando. Adorei ser comido por ele, nos tornamos amantes, ele me comeu todos os dias que estive na fazenda, só no primeiro dia que não. Ele me disse que agora eu ia ser a sua mulherzinha e quando nós estávamos sós e me chamava de Luizinha. Nós combinamos que na primeira oportunidade que aparecesse num feriado prolongado, ele viria me procurar e agora no próximo fim de semana ele vai chegar. Foi aí que ele me pediu que nesse nosso encontro eu fosse vestido como uma garota e é por isso que eu estou aqui”. A prima surpresa com todo aquele relato disse: — “Luizinho você já mediu as consequências de tudo isto que aconteceu e vai acontecer”? — “Solange, agora não tem mais jeito, eu me sinto uma garota apaixonada, eu quero viver como mulher, já decidi e na primeira oportunidade vou pedir para os meus custear uma cirurgia para eu mudar de sexo o quanto antes, eu devia ter nascido do sexo feminino, e foi meu amigo que me revelou isso, eu quero mudar de sexo para assim poder casar com meu amor para toda vida”. A prima não sabia mais com argumentar e falou: — “Bem, Luizinho se é isto que você quer, então vamos ver; os vestidos que você quer e outras coisas que posso empresta, vamos lá”. Solange mostrou para o primo uma variedade de roupas femininas, o primo pediu que ela mesma sugerisse, ela então escolheu uma minissaia e um bustiê amarelinhos, que foram experimentados e aprovados, depois a prima disse que ela escolhesse um par se sandálias bem femininas e fez mais; entregou ao primo duas cartelas de unhas postiças autoadesivas para as mãos e para os pés vermelho escuro e ensinou como usá-las, depois pôs na sua cabeça uma peruca branca platinada, sedosa, que caia até os ombros e uma franjinha caia perto de suas sobrancelhas, peruca está que ela usara no último carnaval. Luizinho foi se vê no espelho, amou, ainda para rematar emprestou um par de brincos e um colarzinho e um batom clarinho bem cintilante, que foi experimentando, Luizinho adorou. Chegou o dia do esperado encontro. Luizinha caprichou para agradar o namorado. Estava vestido com a minissaia, bustiê sem enchimentos, apenas para cobrir o peito, sandalinhas de dedo douradas, unhas postiças das mãos vermelho escuro e as dos pés também. Coriolano ficou encantado com a performance apresentada foi recebido com abraço apertado e muitos beijinhos. Luizinho disse dando uma voltinha falou: — “Como é gostou da sua gatinha não estou lindinha”? “Embevecido Coriolano não parava de olhar para sua “mulherzinha”, examinou as suas unhas e beijou as suas mãozinhas não esperava por isto que foi muito além da sua expectativa, foi daí que ele começou a se interessar por mulher e foi Luizinho que despertou isto nele, passou dai a se interessar por mulheres deixando os garotos de lado. Luizinho disse” — “Eu esperava tanto por este dia finalmente ele chegou, eu não via a hora disso acontecer. “Eu pensava em você o tempo todo, à noite, todos os dias eu tocava uma punhetinha pensado você estava comendo a minha bundinha”. — “Eu também, todas as vezes que comia a bundinha de um coleguinha eu fazia de conta que estava comendo você minha mulherzinha”. Luizinho sabia que Coriolano era incorrigível deu um buchicho e fez uma cara de desagrado virando o rosto, mal sabendo que daquele dia em diante ele não iria mais se interessar em comer meninos, dai em diante ia procurar só meninas. Os dois foram para o fim que lá vieram. Luizinho ficou de quatro levantou a minissaia, não havia nada por baixo, já estava à espera de pinto durinho coberto pelo prepúcio comprido esperando ser penetrado. Como sempre, Coriolano não dispensava o ritual, como sempre tirou o creme do bolso, untou o dedo indicador e fez a devida lubrificação, uma vez que depois de tantos dias o cuzinho sem dúvida havia se estreitado e foi fundo, Luizinho, com a bundinha desacostumada, gemeu, dizendo: “Está doendo”… doendo… mas, que gostoso, não sai logo não fica assim bastante tempo em cima de mim, rebola que está bom demais.” Os tempos passaram; Coriolano depois de ver Luizinho vestido de menina com sandalinha feminina, de unhas pintas e maquiado começou a se interessar pelas meninas, largou de comer o cu de garotos e passou a comer as das menininhas para não se tornar pai que caiam na sua irresistível conversa. Mas, com o decorrer do tempo acabou encontrando uma linda jovem filha de um rico fazendeiro e ficou apaixonado por ela e depois de um namoro se casaram; Luizinho foi para ele apenas uma das suas aventuras entre outras de adolescente que ficaram para trás no esquecimento para sempre. Luizinho ao deixar a puberdade e começou na adolescência a mostrar os seus sinais; os pelos começaram crescer por todo corpo, a voz foi engrossando, ele deixando de ser uma “mulherzinha”, foi percebendo com isso que Coriolano não mais o procurara, embora sempre se julgasse diferente dos demais, pensava que Coriolano ficaria com ele para sempre, pensava seriamente de mudar de sexo e um dia se casar formalmente com ele, embora os seus pais não permitissem que ele mudasse de sexo antes da maior idade, também desiludido com seu amor não quis mais saber de sexo, entrou em depressão, pensou até em se matar, por isso seus pais tiveram que interná-lo numa clinica psiquiatra durante um bom tempo, depois de anos de tratamento e com acompanhamento de um psicólogo voltou a ter uma vida relativamente normal, recluso dentro de si mesmo, um infeliz.

