Certa vez eu estava na praia. Pegando sol, tomando água de coco e batendo papo com uma gata.
Então veio a um maconheiro chapadão pedir isqueiro para acender o baseado dele que tinha apagado.
Comentei que não fumava.
Então ele começou a puxar uns assuntos doidos, olhar para a garota e encher o saco.
Educadamente apontei um quiosque e falei para ele ir lá que certamente alguém teria um isqueiro. (Para ver se o mala ia embora.)
Ao invés de ir embora ele continuou parado do nosso lado, perturbando. (E a mina já chateada olhando para mim com aquela cara de “tire esse mala daqui”.)
Olhei para ele e avisei ainda educadamente. “Cara, me desculpe mas não queremos conversar contigo. Nem te conhecemos. Você fumou, está chapado e perdeu a noção. Dá para você se ligar e ir embora?”
Então o cara se agitou e começou a reclamar comigo de forma completamente desconexa.
Sabe o que fiz? Chutei o saco dele e empurrei ele no chão, de cara na areia. E fomos embora.
Ah, vá encher o saco de outro, eu hein…
Minha filosofia é simples.
Você bebe? Usa drogas?
Então faça isso sozinho em casa ou no meio dos seus amigos. Não no meio da rua.
Gente doidona é um saco para quem não faz a mesma coisa.
É sério!
Não tenho pena.
Doidão na pista tem mais é que tomar porrada mesmo.

