Segunda parte da matéria de Freud
Quando uma mãe se entrega ao ato sexual com o filho, ela entra em um estágio de transe incestuoso materno, que nada mais que um estado de consciência em que o inconsciente edipiano emerge para superfície durante o ato sexual. Esse estágio começa principiologicamente quando a mãe decide se despir na frente do filho, para finalmente revelar sua tão fantasiada genitália e seus excitados mamilos para seu merecedor filho. Quando seu filho abocanha suas tetas, o inconsciente animal da mãe ativa fortemente, e enquanto seu filho chupa seus mamilos enrijecidos como se ela ainda fosse uma lactante, e ele, como um bebê, saboreando cada grama de seu imaginário leite esparramado nas circunferências de deliciosas mamas, o estágio de transe se encaminha para seu primeiro pico de adrenalina, propiciando um repentino, agressivo e inédito beijo de língua, que ocorre concomitantemente ao roçar de pênis nas cochas maternas.
O roçar da rola nos joelhos de sua mãe, provoca o segundo pico de adrenalina que faz a querida senhora imediatamente tocar a genitália do seu filho com carinho e ternura. E aí falta muito pouco para a mãe finalmente contemplar oralmente o pênis do seu filho como um templo de sabores nunca antes experimentado, de forma a massagear carinhosamente seu saco, salivando e percorrendo cada veia daquele pênis de sorte. Nesse sentido, o transe incestuoso já está em seu curso perfeito, de forma que sexo oral é sinônimo de contemplação. A mãe então esfrega seu rosto na rola de sua prole, demonstrando intensidade de desejo por aquele pau, aplicando um boquete muito molhado e relaxante.

Depois desse sucessivos picos de adrenalina já não tem mais volta, o filho a boa casa retornará, e lamberá a vagina dá onde saiu, e latejará seu pênis em direção ao útero de que em nove meses estava represado. A cada estocada de rola na cavidade vaginal materna simboliza o sucesso do suado objetivo do filho de trazer o inconsciente da mãe à tona, e os guturais gemidos de sua mãe significam sua estimada recompensa de satisfação de satisfazer as necessidades de sua mãe. Aumentado o ritmo de estocadas, e mãe já começa a sentir o orgasmo surgindo e a iminência do regozijo da ejaculação, enquanto a buceta materna não para de arder.

Freud afirmava que sem sombra de dúvidas o sexo anal era o símbolo mais puro da conexão incestuosa de maternidade, pois representava a quebra definitiva com a moralidade em nome de uma rotina diária de luxúria. Afinal de contas, depois que uma mãe aceita fazer sexo com um filho, a ela acaba ficando mais aberta para muitas outras possibilidades sexuais, já que se sexo entre uma mãe e um filho já é condenado socialmente, ser sodomizada pelo próprio filho era só um detalhe a mais para o pecado muito bem consumado.
A ejaculação ocorre obviamente dentro da cavidade vaginal materna, por uma questão de fetiche de encher de sêmen o lugar onde sua própria fecundação existencial. E como a mãe está em estágio de transe incestuoso materno, ela só segue os ditames de sua própria luxúria e depois de ter sua buceta cheia de esperma, ela lambe a porra esparramada no pau do seu filho. Depois disso, o estágio de transe começa a acabar, e ela se dá conta do pecado que cometeu, mas como é impossível voltar atrás do que aconteceu, seu filho acaba ganhando uma parceira sexual para vida toda.
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Delícia…
SAFADINHOS UHMMM
PQP…. que delícia de relato. Muito excitante e me fez fantasiar aqui
É polêmico. Acontece mas é algo que jamais imaginei vivenciar.