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Mais uma vez tirei as pregas de alguém e depois ele veio reclamar, querendo o cabaço de volta

O título é uma verdade de forma divertida.

Tive crise de consciência quando dei a bunda da primeira vez e depois passei um bom tempo sofrendo quando dava de novo, um sentimento de arrependimento mesmo quando tinha sido sexualmente muito bom, até porque sou bi e ninguém sabe disso, vivo no armário. Quando perdi o cabaço do cu, fiquei grilado, preocupado, parecia que tinha sido notícia no mundo todo, MAS eu não pus a culpa em ninguém, FOI MINHA ESCOLHA e pronto.

Já me ocorreram duas vezes, e uma foi até recente, de eu ser cobrado pelas pregas que tirei de um curioso, como se eu tivesse embriagado a pessoa e feito o que ele não queria.  Não estou falando das brincadeiras de criança, estou falando de adultos. 

O primeiro já faz uns bons anos, ele veio falar comigo quase que chorando porque “eu tinha estourado a bunda dele” (palavras dele), quando ele vivia me cantando até eu topar.

A mais recente foi um lance mais ligeiro: um feriadão e umas dez pessoas num sítio, farra grande, diversão foi muita. Tinha um indeciso bem afeminado que os amigos dele diziam que era um VV (viado virgem), porque não tinha namorada e nem coragem para dar a bunda. Notei que ele me tratava bem porque eu não tirava brincadeira com ele e mesmo à noite, eu, ele e mais 3 caras dividíamos o quarto, jamais tirei onda. Os amigos dele ficavam nus, balançando a rola na frente dele, tirando sarro da cara dele mesmo.  

Uma manhã a maioria das pessoas resolveu ir conhecer um banho que tinha pela região (tipo uma cachoeira pequena) e resolvi ficar porque já conhecia o lugar e estava cansado. Quando acordo por volta das 9h, no maior silêncio, estava o carinha lá no quarto, ele também não foi. Começamos a conversar e ele não demorou para dizer que as brincadeiras que tiravam com ele eram grosseiras e agradecia pelo meu respeito. Daí ele confessou que tinha atração por rola e, enfim,  confiava em mim, era a chance da vida dele e… botei o pau para fora, ele chupou, botei o cara de ladinho e meti rola. Tudo muito agoniado, ele estava muito nervoso, mas aguentou meu pau. Gozei dentro e os olhos deles mostraram uma alegria imensa. Não conseguimos trepar de novo no feriadão, só que eu tive de pedir a ele que se contivesse, porque por ele a gente começava a namorar ali.

Marcamos para quando voltássemos e entrei em contato com ele para isso. Notei a recepção dele bem fria e não insisti, até um tempo depois ele me ligar. Ele queria ir na minha casa, não deixei, nem quis ir no apartamento dele. Motel. Ele foi abaixado no banco de trás. Trepamos bem, ele se entregou, reconheceu que tinha comprado um dildo e por aí vai. 

Pois o doido alguns depois começou a me ligar, numa boa, mas a conversa era que eu tinha mudado a vida dele, que eu tinha convencido a fazer algo que ele não sabia se queria ou não. Papo doido. Fui educado, disse que ia viajar, deixei de atender os telefonemas e mensagens dele e até hoje não entramos mais em contato.

Como se eu pudesse devolver as pregas do cu dele, que ele tão satisfeito me deu duas vezes (e no motel ele se esbaldou no meu pau).

OBSERVAÇÃO: dos alguns cabaços de buceta que tirei, mesmo quando as mulheres eram jovens, ninguém veio reclamar; no máximo, queriam namorar e eu tinha dito que não queria. Aliás, namorei com duas de quem tirei o cabaço. Mulher quando quer dar parece mais decidida.

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Escrito por ramon

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