Eu confesso que quando era bem novinha eu ficava estreitando minha mãe e suas amigas, pois elas viviam falando de sacanagens. nesse tempo eu ainda nem sabia o que era sexo, nem sabia o que era namorar, mas acho que o instinto de femea me fazia ter curiosidade para o tema. Um dia via Dona Antônia, uma senhora duns 50 anos, bem gordona e casada com o administrador da fazenda onde morávamos, dizer que o Tunico era um jumento, a principio não entendi nada, até que vi que elas se referiam ao pinto dele. Eu naquela época sabia para que o pinto servia, por que ouvia meu pai dizer que era pra por o garanhão cruzar com as éguas, mas nada sabia dos homens. Então passei a espionar Tunico para ver seu pinto, pois já tinha visto do meu irmão mais velho, do meu pai e do velho Jair. Até que um dia vi minha mãe saindo de fininho em direção ao pomar e eu fui atrás, cheguei lá vi o Tunico trabalhando na carpa das plantas. Minha mãe chegou perto e começaram a conversar, eu estava meio longe e não podia ouvir direito o que falavam, mas do nada ele segurou minha mãe e lhe deu um beijo, achei estranho demais, pois pensava que somente meu pai poderia beijá-la. Depois de umas caricias ela se encostou no tronco da mangueira e ele encaixou atrás dela e ai vi o tamanho da "Jeba" dele, Foi colocou na buceta da minha mãe, que na primeira metida se encolheu toda e o xingou pedindo que fosse mais devagar, mas ele ignorou os pedidos dela e foi estocando até com uma certa violencia, tirando dela gemidos e gritos de dor. Depois ele saiu de trás dela e fiquei observando a buceta dela aberta e escorrendo. Sai dali e aquela cena ficou por muito tempo na minha cabeça, achava que ele tinha machucado minha mãe, mas acho que não, ela deve ter gostado, pois os flagrei mais de uma vez.

