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Marcão, não devia mexer com quem estava quieto. Minha iniciação como submisso

Marcão, um homem quieto, muito misterioso, nunca falava sobre sua vida. Sempre discreto mesmo sob o efeito do alcool. Churrasco da nossa firma no final do ano sempre acaba marcado por muitas desavensas, formação de novos casais e claro que surge muitos boatos sobre relacionamentos gay.

Tudo normal na atualidade. Porem, eu achava marcão muito estranho, pois o cara nunca se soltava e aquilo me incomodou e já animado pelo alcool comecei a puxar assuntos para desinibir ele.
Mas o cara era mal humorado e quase antissocial, eu o estava deixando incomodado.
Logo ele partiu pra ofensiva perguntando o que eu queria com ele. Eu falei pra ele se acalmar que eu só queria enturmar ele, mas o cara era casca grossa e eu vi na enrascada que eu tinha me metido querendo ser simpático.
Ele foi direto comigo e disse que se eu fosse viado que eu falasse sem rodeios com ele que se era pau que eu queria que bastava eu pedir pra ele.
Eu ri sem graça e falei que isso cara, não é nada disso… Mas ele não queria saber de papo e falou, eu conheço vocês, não gosto de rodeios, se está a fim de me dar é só falar, mas odeio biba que fica querendo fletar com o macho como se fosse menina. Se quer dar essa bunda meu irmão, pede direto que eu já falei que não gosto de rodeios.
Mas pera aí cara eu não sou vi….. Não deu mais pra falar nada. O cara me pegou pelo braço e me empurrou pra traz dos banheiros do sítio onde a festa rolava.
Eu tantava falar que não era nada daquilo, mas o cara já foi colocando a mão sobre meus ombros e empurrando pra baixo me fazendo ajoelhar na sua frente.
Olhei pra ele e o maluco já foi sacando o pau pra fora e saiu de centro da cueca um pau bruto, grosso e grande.
Ele só olhou pa mim e falou, quero voltar pra festa então você mama meu pau bem gostoso e vamos voltar pra festa. Antes da festa acabar eu te pego no estacionamento pra gente terminar isso direito.
Foi enfiando a pica na minha boca e por eu recusar o cara se mostrou um animal.
Bateu no meu rosto de mão aberta até que eu pedi pra ele parar que eu ia chupar. Ele parou e eu acabei pagando um boquete mesmo contra minha vontade.
O desgraçado tirou o pau da minha boca , guardou dentro da calça e voltou pra festa. Dei um tempo me recompus e voltei pra festa.
Todo mundo me achou calado e estranho, mesmo eu tentando disfarçar o que tinha acabado de acontecer.
Não via a hora de sair daquele recinto, mas como estava atordoado, nem consegui pensar em fugir dali o mais rapido possível. Eu estava bebendo água direto para tirar o gosto do pau dele da minha boca e de repente sinto uma mão nas minhas costas. Olhei pra trás e era Marção.
Ele falou, levanta, pega as suas coisa e vamos embora. O cara foi seco e tão imponente e não sei o que deu em mim, mas não titubiei. Peguei minhas coisa e o acompanhei até o estacionameto.
Acho que só acordei daquele transe quando já estava saindo no portão do sítio.
Fiquei arquitetando em minha mente uma desculpa para pedi que ele me deixasse sair daquele carro, mas quando percebi já entravamos na garagem de sua casa.
Pelo menos ninguém tinha me visto sair com ele da festa e nem entrar em sua casa. Eu já estava estranho, com um tremor nas pernas que não me deixou nem sair do carro. Quando ele abriu a porta e perguntou de forma ríspida o que eu estava esperando pra sair?
Eu falei que não estava muito bem. Ele me pegou pelo braço de novo como da vez que ele me conduziu pra trás do banheiro do sítio e me tirou do carro. trancou o carro e saiu na minha frente, abriu a porta da casa e eu dei uma olhada em 360 º para ver se poderia ter alguém vendo.
Tinha um sobrado no qual uma senhora me olhava. Não sei se dava graças por alguém estar me vendo entrar naquela casa ou se me senti envergonhado por aquela senhora entender o que estava acontecendo ali.
Com a mente confusa eu acabei me conduzindo pra dentro da casa de Marção. Assim que entrei na sua sala ele fechou a porta e retirou a chave da porta.
Ele nada falou, apenas entrou no banheiro. Ouvi ele mijando, um jato forte compatível com o tamanho e grossura do seu pau. Depois ouvi barulho do chuveiro e logo depois vi ele saindo completamente nú do banheiro.
Ele realmente era um cara bruto, todo grandão e peludo. O pau parecia ser maior ainda com ele nú.
Ele me olhou e perguntou se eu não ia tomar um banho. Eu feito um paspalho balancei a cabeça e disse que não tinha toalha de banho. Ele apenas falou que tinha totalha dobrada no armário da pia.
Entrei no banheiro dele, estava muito cheiroso, com um sabonete muito perfumado, o mesmo cheiro do corpo dele quando eu passei por ele.
Me despi, entrei no box e olhei pro sabonete coberto de pelos de Marcão. Com certeza pentelhos de suas artes genitais.
Enquanto me lavava, eu pensava o que dizer quando saísse daquele banheiro. Como tinha me deixado ser levado por Marcão até a sua casa e estar ali me banhando pra ser usado sexualmente por ele.
Completamete inseguro e sem moral para demonstrar qualquer indignação naquela altura, eu me vi passando o sabonete no meu rêgo e quando o sabonete deslizava, meu cú contraía levemente.
Achei tão estranho aquilo, nunca tinha acontecido isso comigo e eu já tive consciência que eu estava dando muita atenção para lavar minha partes íntimas, mas principamente essa região.
Me dediquei tanto a esta região que era tanta espuma que foi díficil até tirar.
Terminei e me enxuguei e tomei coragem para sair dali.
Quando saí, Marção sentado no sofá, punhetava devagar o pau que já estava tão duro, fazendo um curva.
Marção mandou eu me aproximar dele. Eu não sabia com agir e fui andando até parar na sua frente.
Marção botãos as mãos na minha cintura e me girou me posicionando de costas pra ele.
Alisou as bandas da minha bunda e deu um tapa em cada uma delas.
Ambas as bandas ficaram ardendo devido a força do tapa. Senti ele enfiar uma das mãos entre as minhas pernas e forçá-las para abrir.
Ele apoiou um mão no meio das minhas costas e forçou pra frente, o que me fez flexionar o tronco. Fiquei com a bunda exposta pra ele e senti apenas a hora que sua lingua passou sobre minha região anal.
As minha pernas amoleceram e eu quase as dobrei. Fui obrigado a apoiar as palmas das mãos no chão pra não cair. E a merda toda que não segurei e gemi feito uma puta com aquela lambida que levei no meu cú.

Marção me deu um banho de lingua e eu apenas gemia. Levava chupões no cú que me faziam suplicar pra que ele paresse com aquilo. Quando levava os tapas na bunda eu conseguia ter um pouco de dissernimento e podia me recompor até recomeçar aquela tortura.
Depois de um tempo, eu comecei a sentir uma sensação diferente, quase que querendo ter algo dentro do meu cú.
Comecei a rebolar discretamente a bunda quando ele batia na minha bunda entre as sessões de linguada e chupada.
Teve uma hora que eu cai de tanta fraqueza que eu sentia nas pernas. Sentei no chão enquanto Marção levantou e eu olhando pra cima, ví a potencia daquele pau assim tão rígido. Marção se aproximou mais e usou uma das mãos para levar o pau até próximo da minha boca e sem ele falar nada eu já sabia o que deveria fazer.
Fui direto na cabeça do pau e encostei os lábios, mas ele estava minando um secreção grossa, meio gosmenta. Eu estranhei, desenconstei os lábio e senti aquilo colando entre meus labios. Mas não tinha sabor, somente uma consistência estranha. Então voltei pro seu pau e abocanhei o que deu e chupei por bastante tempo.
Enquanto chupava ele apoiou minha cabeça e começou a fazer movimentos de foda na minha boca. As bolas dele batiam no meu queixo bem forte e estava me incomodando. Então eu fui obrigado a ir com uma das mãos e segurar nas suas bolas.
Era diferente segurar as bolas dele e logo eu mais acariciava ela do que segurava.
Eu estava jogado no chão aos pés de outro homem, tendo a boca fodida e acariciando as bolas dele e não me sentia humilhado, eu estava curtindo aquilo.
Marcão esteve tão seguro de si até ali e eu tinha demonstrado tanta falta de convicção que apenas meia hora havia se passado desde a nossa chegada na casa de Marcão que eu já aceitava o provável desfecho do que acontecia ali.
Embora eu esperasse ser comido por Marcão, quando o pau foi retirado da minha boca e eu fui novamente suspenso por um dos braços por ele, eu caí na realidade e comecei a me desesperar.
Eu levantei pedindo pra ele não meter no meu cú porque o pau dele era muito grande, mas Marção estava num show solo.
Fui colocado de joelhos no sofa da sala e apoiei os cotovelos no encosto. Marção apenas afastou minhas pernas e usou as mãos para forçar meu quadril para que minha bunda ficasse empinada.
Ouvi a cusparada e senti os seus dedos espalharem o cuspi em volta do meu cú. Gemi de novo durante este ato.
Snti acabeça do pau na entrada do cú. Involuntariamente meus olhos fecharam e suspirei profundo.
Aqui eu vou tentar relatar as sensações que antecederam e me acompanharam durante toda a penetração.
Eu senti meu cú começar a piscar de forma descontrolado e muito mais intensamente. Pedi para Marção não fazer aquilo que eu não ia aguentar. Marcão não me levou em consideração.
Senti um leve pressão da cabeça do pau sobre meu cú. Retraí e desfiz a posição empinada que minha bunda assumiu quando Marça forçou meu quadril. Marção não gostou e deu um tapa na minha bunda e forçou meu quadril para eu continuar empinado pra ele.
Marção mandou eu prender a respiração e fazer força. Não entendi e também não atendi suas instruções. Mas levei mais dois tapas fortes.
Eu então fiz o que ele falou assim que ele forçou a cabeça contra meu cú. Fiz força e mantive a respiração presa até que eu expirou profundamente.
Ao fazer isso a cabeça foi se alojando sem dificuldade, embora meu cú parecesse estar sendo rasgado.
Dor e ardência me fizeram reagir a agressão e fui com a mão na barriga de Marção. Ele não titubiou e rapidamente a retirou e a manteve presa atras das minha costas sobre a minha lombar. Ao mesmo tempo empurrou a pica arramcando meu primeiro grito e as primira lágrimas.
Não coseguia senti nenhuma sensação de prazer, como quando fui linguado insanamente por Marcão.
Aqueles poucos centímetros que Marcão havia conseguido enfiar dentro de mim me fizeram desesperar de dor e foi inevitável levar a outra mão pra me defender, mas essa nem chegou a cumprir o objetivo e foi aprisionada e acabou presa junta da outra sobre minha lombar e restou apenas apoiar o peito no encosto do sofa para conseguir ficar apoiado.
Numa tentativa de estocar o pau bem fundo dentro do meu cú eu só pude tentar fugir com o quadril, jogando ele de lado, mas marcao predeu minha mãos usando apenas uma das suas mãos e a outra ele estabilizou meu quadril e empurrou mais um pouquinho de pica pra dentro.
Eu então me desesperei e mesmo chorando eu pedia pra ele: Marcão, Marcão não faz isso não, tira o pau, tira! Tá me rasgando. Ai Marcão, não põe mais não. Tira, tira tira um pouco.
Ele vendo meu desespero, apenas pediu que eu relaxasse e parasse de me mexer que ia passar logo e ficar gostoso.
Eu sei que ele falava isso só pra me motivar, mas eu sabia que não tinha nem chegado na metade do pau e não tinha como aquilo ficar gostoso se ele metesse tudo.
Preso, eu apenas sofri e acompanhei passivo ele meter cada centímetro de pica no meu cú. Ai eu colei o rosto na parede pois comecei a levar estocadas na bunda.
O rosto batia contra a parede e eu sentia Marcão estourando as pregas do meu cú.
Eu me preocupava de como meu cú ia estar ao final daquele foda que Marcão me dava.
Eu ainda me preocupei em abafar os sons que eu comecei a emitir quando comecei a levar estocadas. Pensei naquela senhora que com certeza sabia que eu estava sendo fodido por outro homem.
Marcão sem enfiava entre as minhas pernas querendo estar cada vez mais profundo dentro do meu cú.
Comecei a sentir quase que uma dormencia no meu cú. Mas não culminava com ausência de dor, mas era cada vez mais suportável levar a pica imensa do marcão.
Mesmo assim não dava pra relaxar tamanha a força das estocadas que eu levava. Eu já tinha perdido as forças e estava claramente mais passivo e Marcão percebeu que tinha me domado e poderia me comer em outras posições.
Sim, eu não tinha mais vontade de me defender, apenas queria que aquilo acabasse, mas não ia ser eu a decretar isso.
Ele tirou a pica do meu cú e deitou no sofa. Mandou eu deitar na beirada do sofa e de costas pra ele. Eu obedeci e senti ele suspender a perna esquerda, encaixou a cabeça na entrada do cú e foi empurrando direto. Eu apoiei a mão no chão pra não cair e ele ainda me laçou ela cintura pra garantir.
Comecou a me fofer assim e agora estava mais suportável. Eu ainda pedia pra ele parar, mais eu não era mais tão firme no meu pedido. Eu ainda usava uma das mãos para parar o movimento dele, mas não tinha efeito e ele vendo minha falta de convicção nem a prendeu mais.
Depois de um tempo, saía da minha boca apenas grunhido que el com certeza não entedia. Mas eu mesmo notei que eu as vezes pensava apenas e balbuciava pedindo pra ele foder meu cú. A mão que eu usava pra impedir as estocadas mais poderosas, agora estava repousando sobre  o quadril dele.
Não tarde a que ela até forçasse a bunda dele para que o pau entrasse mais alguns centímetros.
Marcão começou a aproximar a boca do meu ouvido e perguntar se eu estava gostando.
Envergonhado eu nada falava, mas com o tempo passando e ele insistindo, logo eu lhe respondi positivamente e a partir daí eu sucumbi e joguei a bunda contra o pau dele e puxei seu quadril pra ele se manter enfiado dentro de mim e pedi par ele me foder.
Ele meteu tanto a pica em mim até eu senti o pau dele latejar e eu senti aquele calor dentro de mim.
O urro dele me arrepiou todo e eu senti uma vontade de me masturbar de tanto tesão que senti naquela hora.
Não fiz isso de vergonha. Ele ficou ali um tempo dentro de mim até eu senti ele muito quietinho e me puxando pra ele e fazendo um único movimento para que o pau ficasse bem fundo. Senti dentro do cú um calor muito maior que da hora que ele gozou e senti um liquido escorrendo na minha perna.
Eu perguntei se ele tinha gozado de novo e ele disse que não, ele tava mojando dentro do meu cú.
Eu tentei sair mas ele segurou me u corpo e terminou de mijar tudo dentro do meu cú. Disse que ele era maluco e ele riu e me liberou.
Fui correndo para o banheiro mijando pelo meu cú e completamento atordoado. Sentei no vazo e chorei muito por aquela humilhação final.
Terminei me limpei e tomei um banho. Saí dali da casa de marcão arrasado e completamente humilhado.
Na semana seguinte Marcão veio falar comigo no trabalho, mas vou contar o desfecho em outro desabafo.

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Escrito por Transformado

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Boa Noite Cinderela