em

GOSTOGOSTO AMOAMO

Marido fraquinho 🤏

Meu nome é Rosilene, e eu sempre soube que sou uma mulher de fogo intenso, daqueles que consomem tudo ao redor se não forem alimentados direito. Sou uma loirinha de 35 anos, magra e esculpida pela academia – peitinhos empinados que desafiam a gravidade, bunda redondinha que vira cabeças por onde passo, e pernas fortes que poderiam esmagar qualquer um que se atrevesse a ficar entre elas. Meu vício em sexo é antigo, uma chama que nunca se apaga, especialmente quando se trata de homens morenos, com aquela pele de caramelo que me faz salivar só de imaginar. Mas a vida, ah, a vida tem seus caprichos. Casei com o oposto perfeito de mim: meu marido, um homem financeiramente bem-sucedido, que nos proporciona um conforto invejável, mas que no resto… bem, ele é levemente gordinho, com músculos que parecem ter se esquecido de existir, e na cama, coitado, é um inocente sem atitude, com um pauzinho de apenas 11 centímetros que mal dá conta do recado.

Tudo isso veio à tona de forma explosiva durante nossa recente viagem ao litoral de São Paulo. Decidimos nos mimar com uma estadia em um resort luxuoso, daqueles com piscinas infinitas e vistas para o mar que te fazem esquecer os problemas do dia a dia. Era para ser romântico, relaxante, mas para mim, acabou sendo um teste de fogo para minha sanidade sexual. No segundo dia, resolvemos jantar em um restaurante temático da região, inspirado na cultura local, com decoração rústica, música ao vivo e um cardápio de frutos do mar que prometia delícias. Mal sabíamos – ou melhor, mal eu sabia – que o verdadeiro banquete estaria nos garçons e funcionários que circulavam por ali.

O lugar estava lotado, e não de qualquer gente: homens gostosos por todos os lados, morenos altos e musculosos, com peles bronzeadas pelo sol do litoral, sorrisos que iluminavam o salão e corpos que pareciam esculpidos para o pecado. Eles serviam as mesas com uma graça natural, camisetas justas marcando peitorais definidos, e calças que não deixavam muito para a imaginação. Eu sentia meu corpo reagir instantaneamente – um formigamento entre as pernas, os mamilos endurecendo sob o vestido leve que eu usava, e uma umidade traiçoeira que me fazia apertar as coxas. Fazia meses que eu só transava com meu marido, e aquela rotina monótona tinha me deixado faminta. Minha boceta, como sempre, mandava em mim, e eu estava eufórica, os olhos devorando cada um daqueles deuses ambulantes enquanto tentava disfarçar com um sorriso forçado para o meu companheiro.

Meu marido percebeu na hora. Ele me conhece bem o suficiente para notar quando estou no limite, quando meu corpo grita por mais do que ele pode oferecer. Durante o jantar, ele me olhava com uma mistura de ciúme e resignação, mas não disse nada. Apenas apertou minha mão por baixo da mesa, como se aquilo pudesse acalmar o vulcão dentro de mim. Mal terminamos a sobremesa, eu o arrastei de volta para o quarto do resort. O ar condicionado gelado contrastava com o calor que emanava do meu corpo; eu estava descontrolada, uma bomba prestes a explodir. Joguei-o na cama king size, rasgando sua camisa com as unhas enquanto o beijava com fúria. “Vem, me fode como se fosse um daqueles caras do restaurante”, eu sussurrei no seu ouvido, montando nele sem cerimônias.

Ele tentou, coitado. Seu pauzinho endureceu rápido, mas era tão pequeno, tão inadequado para o meu desejo voraz. Eu cavalguei com força, os quadris girando como se eu estivesse possuída, imaginando um daqueles morenos no lugar dele – pele de caramelo suando contra a minha, mãos fortes me apertando, um pau grande me preenchendo de verdade. Meu marido gemia, mas eu queria mais, muito mais. Naquele frenesi, acabei machucando-o; minhas unhas cravaram em sua pele, e o ritmo selvagem fez seu pauzinho latejar de dor. Ele gozou contra a minha vontade, jorrando cedo demais, deixando-me frustrada e furiosa. “Porra, já?”, eu resmunguei, fingindo uma braveza que era mais desejo reprimido do que raiva verdadeira. Ele se desculpou, os olhos baixos, murmurando algo sobre estar cansado da viagem.

Virei para o lado, o corpo ainda ardendo, e comecei a me masturbar sem pudor. Minhas mãos sabiam exatamente o que fazer – um dedo circulando o clitóris inchado, o outro mergulhando na umidade que escorria. Eu me debatia na cama, me contorcendo como uma possuída, gemendo alto e abafando o som com o travesseiro no rosto. “Aahh, caralho… aí, eu quero gozar… aahh, aahh, ahhh, socorro… aaai, eu preciso gozar, gozar…”, eu repetia entre os gemidos, imaginando aqueles homens do restaurante me pegando um por um, me fodendo sem piedade. Gozei forte, uma, duas, três, quatro vezes – ondas de prazer que me faziam tremer inteira, o lençol encharcado de suor e fluidos. Meu marido, ao meu lado, assistia a tudo em silêncio, e aquilo o excitou de novo. Ele tentou mais uma vez, subindo em mim com uma ereção fraca, mas como sempre, não deu conta. Meu fogo era demais para ele; ele escorregava, perdia o ritmo, e eu acabava frustrada outra vez.

A noite seguiu assim, um ciclo de desejo e decepção. Por volta das 3 da manhã, quando o resort estava mergulhado no silêncio, acordei com aquele fogo incontrolável queimando entre as pernas. Meu corpo não me dava trégua; era como se os morenos do restaurante tivessem invadido meus sonhos, me deixando ensopada e desesperada. Sem um pingo de vergonha, comecei a me masturbar de novo, os dedos trabalhando rápido, os gemidos escapando apesar de tentar contê-los. Acabei acordando meu marido, que piscou confuso no escuro. “Vem, me fode direito dessa vez”, eu implorei, puxando-o para cima de mim. Ele tentou, mas foi patético – alguns minutos de penetração fraca, e ele desabou, exausto. Naquela hora, ficou nítido para nós dois: ele não me satisfazia, nunca satisfez de verdade. Eu precisava de outros homens, como sempre precisei – daqueles morenos fortes, viris, que pudessem domar minha taradice e me fazer gozar até perder a voz.

No dia seguinte, enquanto tomávamos café da manhã à beira da piscina, eu olhava para o mar e pensava no quanto minha vida era confortável, mas vazia nesse aspecto. Meu marido sorria, fingindo que nada tinha acontecido, mas eu sabia que ele via a verdade nos meus olhos. Sou uma mulher que precisa de mais, e aquela viagem só confirmou isso. Quem sabe na próxima escapada eu encontre um daqueles caramelos para apagar meu fogo de vez? Até lá, continuo sendo eu: Rosilene, a loirinha explosiva, sempre à beira do abismo do prazer.

--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?

Reportar

O que você acha?

Escrito por rosi

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

7 Comentários

  1. Homens bem sucedidos não se cuida ..raras as exceções..!seu marido..não tá mal cuidado..mas bem diferente da ninfeta que é vc .!talvez uma academia..pra ele melhora o aspecto de homem..! Não adianta ter grana..se não for bom de cama! Vai ser corno..! Vc e muito gostosa.. chuparia vc por horas..comeria sua buceta e seu cuzinho..bem gostoso!

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Finalmente dei…

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Tesão de Verão