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Me exibi na academia para uma evangélica e me arrependi!

Depois de muito avaliar, resolvi tomar coragem e decidi realizar um fetiche que há muito tempo eu queria pôr em prática.

Sempre tive fetiche por me exibir para as mulheres, mas sempre fiz isso de forma bem discreta. Estes episódios, conto em uma outra ocasião, quem sabe. No entanto, o que sempre tive vontade e ainda não tinha feito era ir treinar de short e sem cueca.

Ora, tenho um pênis com um tamanho bom, eu diria, e isso faz um certo volume. Minha intenção era, pelo fato de treinar sem cueca, que o volume ficasse mais pronunciado e as mulheres o vissem, tal como quando eu uso calça jeans justa, só que com a vantagem de não ter a cueca para comprimir o dito cujo.

Meu medo maior era que eu tivesse uma ereção no meio de todo mundo na academia e nesse caso, como não havia cueca para "segurar" eu iria estar em sérios apuros.

Decidido, no entanto, vesti meu short verde de corrida, coloquei um tênis, regata e fui malhar.

Eu nunca tinha saído sem usar cueca, nem mesmo de calça pois é muito estranho ficar com o pênis roçando direto no jeans, sem algo mais macio para proteger a pele mais sensível "de lá".

Pois bem, ao sair de casa já senti o pau esfregando no tecido fino do short, indo de um lado pro outro enquanto eu caminhava até o carro e isso me deixou um pouco excitado. Fiquei imaginando como seria quando eu estivesse na academia, mas fui em frente.

Chegando lá, estacionei, desci do carro e me dirigi até a entrada do estabelecimento. Estava lotada e fiquei impressionado com a rapidez com que minha "particularidade" foi logo notada pelas senhoritas que lá estavam.

Algumas olhavam, notavam e já tiravam a vista. Já outras nem disfarçavam e olhavam sem nenhuma discrição.

Aquilo estava me deixando em êxtase, mas controlei a todo custo uma ereção. No entanto, como não podia deixar de ser, o volume do meu órgão havia aumentado consideravelmente, deixando-o mais evidente.

Mas ainda não cheguei na parte que dá nome a esta confissão.

Esta parte começa agora…

Entre as mulheres que lá estavam, havia uma, mais ou menos conhecida por mim. Conhecida o bastante para eu saber que era evangélica, que era casada e que era muito bonita. Tinha um corpinho pequeno, cintura fina, quadris relativamente pronunciados, delicada e bem feminina. Tinha longos cabelos pretos e um rosto pequeno.

Em um certo momento, decidi fazer uns exercícios de perna que ficam mais pro fundo da academia, onde geralmente é menos frequentado. Poucas pessoas fazem exercícios de perna, exceto as mulheres.

Pois bem, sentei e comecei a fazer minha série, tendo que ajustar o short de vez em quando pois era realmente curto. Quem usa shorts de corrida sabe do que eu estou falando.

Estava lá eu e minha série quando o improvável acontece: ela resolve fazer uma série de pernas e num aparelho bem de frente para mim.

Nossa, meu coração foi a mil.

Ela sento-se, começou a série dela e quase que instantâneamente notei que ela percebeu que me faltava uma peça de roupa. Nesta hora, a hora que eu percebi que ela notou, inevitavelmente sofri uma injeção de adrenalina.

Eu esperava, que, por ela ser evangélica e casada, logo após se dar conta da situação, se levantaria e sairia, mas não. Continuou lá com sua série, como se nada estivesse fora do normal.

Percebi então que ela gostou do "jogo" e a partir daí fiquei ainda mais à vontade. Comecei a abrir mais as pernas nas séries e como resultado, meu pênis foi endurecendo. Conforme endurecia, ia saindo pela abertura da perna esquerda do short, de forma que de onde ela estava, a cabeça era totalmente visível.

Eu estava tão excitado, que da cabeça do meu pau saiam gotas e gotas de lubrificante, a ponto de escorrer para o short.

Ela no entanto continuava lá, olhando de vez em quando, tentando disfarçar, embora não tivesse nenhum êxito.

Notei que, nas pausas entre as séries que ela fazia, ficava mexendo insistentemente no cabelo e ficava mexendo no celular. Em alguns momentos, tive quase certeza que ela tirou fotos, pois apontava diretamente para minhas partes, fingindo estar mexendo no aparelho. Infelizmente, esta certeza eu nunca tive.

Ficamos nesta situação por cerca de meia hora, quando infelizmente o local estranhamente começou a encher.

Esperei um pouco, pensei em algo bem broxante para que eu pudesse levantar e então fui em direção à saída.

Estava realizado. Não precisava de mais treino naquela noite. Só queria chegar em casa e bater uma das maiores punhetas de toda a minha vida, afinal, tinha realizado uma fantasia de anos. Bônus por ter sido para uma crente casada.

Cheguei em casa, me masturbei como poucas vezes na vida. Fazia tempo que eu não ejaculava tanto esperma por tanto tempo. Foi maravilhoso.

Porém, depois do imenso prazer, fiquei arrependido. Preocupado se o episódio causaria algum tipo de prejuízo à vida conjugal da moça. Realmente espero que isso não aconteça, pois não era esta a minha intenção.

A foto é de momentos depois de ter chegado em casa.

muitos abraços!!!

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Escrito por Anônimo

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