Eu confesso que minha vida está parecendo péssima. To perdendo o motivação pra continua lutando nessa vida.
Eu estou passando um momento muito turbulento na minha vida. Estou estudando MUITO mesmo, e por isso tenho que abrir mão de VÁRIAS coisas que eu gosto pra poder me dedicar mais. Mas é muito frustrante, pois mesmo eu me sacrificando eu continuo me ferrando demais! Eu fico extremamente triste, é exatamente como se eu seguisse as intruçoes e mesmo assim nada dar certo. E estando nessa situação, me faz sempre estar desanimada e totalmente machadada por dentro.
Quando finalmente eu chego em casa querendo conversar, contar o meu dia, as minhas frustrações minha mãe sempre( é serio, S E M P R E) vem e começa a me criticar, começa a reclamar de mim. Vocês não tem noção! Não tem UMA conversa que agente tem que ela nao me critica. As coisas que ela me fala faz parecer que ela acredita que eu nao tenho capacidade, ou que eu nao agüento o tranco. Mas quem realmente aguenta? Eu só consigo me manter em pé por Deus derrama a sua graça diáriamente sobre a minha vida.
Me machuca demais. Me deixa ainda mais frustrada. O lugar onde antes era meu Porto seguro, agora não tem nenhuma diferença de qualquer outro. Apenas outro campo de batalha em que quando eu entrar vou ter que manter a armadura e a espada. Eu preciso de apoio, incentivo. E eu juro que eu sempre acreditei que isso deveria vir de meus pais. Meu pai me incentiva, me suporta, me ajuda bastante. Mas minha mãe me tira do serio de verdade. Me irrita PRO-FUN-DA-MEN-TE. Depois da raiva vem a tristeza de saber que eu nao dou orgulho pra ela. Que eu nao sou nada do que ela queria.
Me pergunto o que eu faço pra ser tão péssima do jeito que eu sou. Está faltando carinho, e no lugar dele esta se formando ódio. Eu sei que nao estou sozinha, mas falta alguma coisa.
Está muito puxado, cada dia fica pior. Realmente tenho fé que Deus vai me ajudar e ajudar a minha familia. Preciso manter a esperança. A esperança de um dia poder voltar a falar que amo a minha mae sem estar mentindo.

