Aconteceu, já faz mais que uma semana. Tenho 26 anos e sou casada há 2. Eu e meu marido moramos em um prédio, com quatro apartamentos por andar. No nosso andar, além de nós, moram uma moça mais ou menos da minha idade, um outro casal com filhos e recentemente um estudante de 18 anos, que veio de outra Cidade para estudar na Capital. A moça que tem a minha idade, convidou a todos nós do andar para passarmos seu aniversário em seu apartamento. Confirmamos nossa ida, mas no dia meu marido teve que viajar a trabalho. Para não ser deseducada fui sozinha. Não tenho costume de beber, mas serviram um cocktail a base de Menta ou Blue Curaçao, que além de lindo, estava delicioso. Parecia mais um refresco do que uma bebida alcóolica. Mera aparência, pois, no meio da festa, deixei de me lembrar de tudo que havia acontecido. Para minha surpresa, acordei nua, debaixo de um lençol, ao lado do estudante nosso vizinho, também sem roupa. Fiquei totalmente embaraçada, sem saber o que dizer e o que fazer. Eu não me lembrava de nada e não sabia o que havia acontecido. Só virei para o rapaz e lhe disse que não me lembrava de nada, nem porque estava ali daquele jeito e perguntei o que acontecera. Tranquilamente, ele me perguntou se eu não me lembrava nem um pouquinho do que fizéramos. Eu disse que não e que eu estava inteiramente desorientada. Ele falou: vamos ver as imagens e o áudio da câmera de segurança. Que vergonha!!! Quando abriu, eu e ele estávamos chegando aos beijos. Ele tirou minha roupa, fomos para cama. Eu tive escandalosamente vários orgasmos, pedindo sempre que ele enfiasse mais forte. Ejaculou em mim 3 vezes. A primeira em uma relação papai-mamãe. A segunda por trás e a última dentro da minha boca. Eu tive que assistir aquilo tudo, morrendo de vergonha, mesmo porque nunca eu tive relação anal ou oral com meu marido. O pior era o áudio, quando eu dizia: põe tudo dentro de mim, seu pinto grande e grosso está muito gostoso. Aterrorizada, levantei sem dar uma palavra, vesti o que estava ao meu alcance e fui para meu apartamento. Pensei em evitar encontrar-me de novo com esse rapaz, porque nunca mais queria olhar em sua cara, tal a minha vergonha. A noite meu marido retornou de viagem. Mal conseguia encará-lo e não sabia como me comportar. No dia seguinte, fui atender o telefone. Era o rapaz, dizendo que queria sair comigo e que me pegaria no dia seguintes, às 16 horas. Eu já supunha que iria ligar, mas estava ansiosa e com medo. Ao ver quem era, gelei, porque estava com medo que me chantageasse com o áudio e com as imagens. Simplesmente lhe disse que eu não poderia sair porque meu marido poderia chegar antes de voltarmos. Eu queria era dizer que eu não poderia sair, pois amava meu marido e o havia traído inconscientemente e que nunca mais faria o que fizéramos. Não consegui. Inventei um falso pretexto, que não significava nem “sim”, nem “não”. Retrucou, dizendo que não adiantava fugirmos da verdade. Talvez, tenha sido simples impressão minha, porque estava apavorada e porque, antes de atender, eu já estivesse com medo que ligasse para me ameaçar. Não ficou claro se ameaçou ou se foi apenas impressão. O pior e’ que só de ouvir a voz do rapaz, fiquei arrepiada, meus mamilos cresceram e minha genitália começou a latejar. Percebi que embora não quisesse, eu o estava desejando. Voltou a ligar hoje, informando então que me pegaria mais cedo, às 14 horas. Fui dizer não, mas ao invés, só saiu: tudo bem, mas apenas para conversamos. Quando nos encontrarmos não saberei o que dizer. Estou com tanto medo de uma possível chantagem e também de não me controlar ante o desejo que estou sentindo. Mas minha situação é tão estranha, que temo ceder a toda pretensão que tiver.

