Meu desabafo é real e peço que aqueles que fizerem esta leitura, sejam sensíveis e evitem críticas que não sejam construtivas ou ofensas me rotulando com baixarias e indiscrições.
Hoje me dedico ao homem que em dado momento da minha vida me salvou de um destino que poderia até dizer trágico. Pois sem ter com quem contar, havia uma possibilidade grande de que em situação de completo desespero, eu pudesse até mesmo pensar em dar fim a minha existência.
Não irei a fundo nesta situação, mas vou contar aqui neste espaço que em um período conturbado, acabei me envolvendo numa situação que me levou a ser completamente submisso a um cara negro, que praticamente me converteu a seu devotado escravo sexual, mesmo eu não sendo homossexual na época.
Eu era rebelde sem causa e para chamar a atenção acabava me envolvendo com situações que me levavam a ter que conviver com tipos bem duvidosos para qualquer pessoa normal. Isso aconteceu até eu começar a frequentar bailes funks nos morros do Rio.
Inevitável ser apresentado a bandidagem, que frequenta estes locais. Numa dessas idas a um baile funk, um cara com um péssima reputação cismou comigo. Ele era negro, e ele tinha fama de mau e por isso sempre conseguia o que ueria na marra.
Para encurtar a estória, ele queria a mim como sua fêmea. A situação que me levou a ser sodomizado por ele é muito longa e não vou me reter nesta parte. Irei direto para a situação que me fez aceitar Antônio, o homem que eu pertenço hoje em dia, a me conquistar e me tornar um adorador da sua masculinidade.
Hoje, ele me ensinou a não me ver como homem, a ponto de aceitar muito bem aos hábitos de uma garota, como depilação, fazer unhas, cabelo, depilação e apenas usar langeries quando estou com ele. Também hoje eu assumi diante dele o nome que feminino que ele escolheu pra mim.
Eu o conheci no dia em que eu havia levado uma surra do tal bandido que tirou minha virgindade anal a força e me manteve sob carcere privado por quase duas semanas.
Eu consegui pedir ajuda a um cara mais velho chamado Antônio, que tinha 52 anos. Antônio era negro também, com um bigode branco e uma barriguinha saliente, sem nenhum atrativo masculino aparente.
Apenas seu ar bondoso e sua simpatia, faziam ele parecer um anjo. Ele me acolheu e me manteve escondido no mesmo morro em que eu era mantido sob carcere privado. Mas todos respeitavam Antônio no morro.
Fiquei com Antônio no primeiro mês, até que veio a notícia da prisão daquele crápula que havia brutalmente me transformado em seu escreva sexual. Eu fiquei aliviado, mas devo confessar que havia sido transformado irreversívelmente em um apreciador de pau negro por aquele bandido.
Eu adorei saber que ele tinha sido preso, mas sentia falta do desgraçado. Seu Antônio, me falou que eu não precisava ir embora se não quisesse e eu fiquei tão agradecido, pois não sabia o que fazer e nem pra onde ir.
Eu já havia dado notícias para amigos e familiares, então me dei ao luxo de ficar por ali mais um tempo. Pois nunca fui tão bem tratado. Quando Antônio me acolheu, eu estava num estado tão lastimável que até banho ele teve que me dar e ele viu que eu estava bem arrombado.
Ele foi compreensivo e disse que guardaria isso como nosso segredo. Eu confessei a ele que eu estava aliviado pela prisão, mais eu não sabia porque sentia tanta falta daquele cara.
Ele falou conhecer esse tipo de relação entre cativo e sequestrador, mas que se ele tivesse uma oportunidade de me fazer esquecer dele, ele iria tentar.
Eu estav tão carente que eu lhe disse que estava disposto a tentar. Ele então me pediu para que eu o aceitasse como meu macho pelo menos uma vez e se eu não gostasse que eu poderia ir embora o hora que eu quisesse.
Eu então disse que eu gostaria de tentar sim. Antônio perguntou se eu já me sentia recuperado dos ferimentos em meu cú e eu disse que achava que sim.
Eledisse estar preocupado, pois não gostaria de me fazer sofrer. Eu disse que não sofreria, pois eu estava consentindo o sexo com ele. Eu não sabia se fazia isso em retribuição a sua bondade ou se eu estava viciado em pau preto mesmo.
Eu só sei que eu queria tentar e ele riu e falou que estava preocupado de outra forma. Perguntei de que forma e ele respondeu, é que meu pau é muito grande.
Perguntei, o quão grande ele se referia. E ele falou que muito grande mesmo. Por isso ele não queria me machucar.
Eu devia isso a ele e falei. não faz mal Antônio, por maior que ele seja, não ficarei chateado se me machucar um pouquinho. fique tranquilo. Vamos me mostre ele então!
Ele encabulado pediu para deixar pra lá. E eu falei, não Antônio, me mostra, deixa de bobeira. Eu quero fazer sexo com você.
Ele então concordou e disse que mesmo se eu não gostasse dele, que foi uma honra ter me acolhido na sua casa. Então ele desabotoou a bernuda e abriu p zíper. Quando sua bernuda foi caindo pela perna abaixo, o volume na sua cueca já havia me impressionado.
Ele então viu minha reação e ameaçou parar. Eu falei que podia continuar. Ele então arriou a cueca e se revelou uma monstruosidade preta, com uma cabeça arrouxeada e um corpo repleto de veias estufadas, adornadas com bolas de igual brutalidade.
Engoli a seco e ele já foi se desculpando e pedindo pra esquecer aquilo. Eu me comovi tanto com a sua reação ao ver minha cara de espanto. Não podia deixar aquele sr. tão bondoso, que havia me acolhido em sua casa num momento tão ruin pra mim, que acabei gritando com ele.
Pare Antônio, não ouse guardá-lo. Eu disse que queria e vou cumprir minha promessa. Quero que você não pense em mim como um coitadinho que que apenas pagar uma dívida de gratidão. Eu quero fazer sexo com você e não se preocupe comigo, pois é tudo consentido.
Ele me agradeceu e disse que seria o mais carinhoso possível comigo. Ele veio até mim, pegou uma de minhas mãos e a fez pegar naquele pau. Eu fiquei impressionado com a grossura daquilo, pois as pontas dos meus dedos não se tocavam ao circundar a tal circunferência do seu pau.
Ele me pediu para punhetá-lo. Eu comecei sem pertanejar e conforme eu ia punhetando o pau tomava novas formas e dimensões.
A cabeça do pau logo ficou com uma coloração avermelhada e uma ereção estupenda fez com que seu pau assumisse uma curva acentuada pra cima. Aquilo ficou tão duro e quente, pulsando na minha mão como se tivesse vida própria.
Eu estav impressionadíssimo com seu pau. Sabia que seria um desafio suportá-lo dentro de mim, mas não me dava o direito de lhe negar nem que fosse uma penetração parcial e rápida, apenas para lhe fazer gozar e alívia toda a sua vontade de macho.
Meu cú também já estava ouriçado e eu percebi que ainda estava dolorido enquanto ele se contraía e esparmos ritmados, demonstrando a excitação que Antônio me provoucou ao me revelar seu poderoso pa preto.
Eu esperava que ele fosse um homem experiente em comer cú, pois se não eu saíria dali machucado com certeza.
Eu senti ele colocar as mãos em meu ombro e me forçar pra baixo. Com certeza ele queria receber um boquete meu antes de me comer o cú.
Eu não podia negar nada a ele e então dobrei meus joelhos e puxei bem a pele do pau para trás para expor a cabeça do pau dele e abocanhei ela. Era enorme e mau cabia na boca.
Senti o líquido que vazava da glande e a lambi sem qualquer nojo. Em a peguei com a lingua, joguei pra dentro da boca e a engoli.
Continuei a chupá-lo e apreciei cada minuto em que pude ter seu pau dentro da minha boca. Lambia seu pau da cabela até a base e depois engolia suas potentosas bolas. A todo instante tinha que tirar pentelhos que soltavam de suas bolas e região pubiana, mas mesmo estava gostoso.
Ele pediu perguntou se podia tocar meu cuzinho. era assim que ele se referia ao meu cú. Eu sabia que não era mais um cuzinho como antes, mas gostei da forma carinhosa que ele se referia a ele.
Eu parei de chupar seu pau por um período para poder tirar minhas roupas. Assim que me despi, ele pediu para eu me ajoelhar e voltar a chupar o seu pau. Assim eu o fiz.
Senti ele se curvando, firmando suas mãos na parte interna das minhas coxas e forçar para fora. Soube naquele instante que sua intensão era que eu afastasse minhas pernas para que ele pudesse acessar meu cú mais facilmente.
Eu fiz como ele queria. Ele então procurou pelo meu cú e fou certeiro. Eu gemi mesmo com o som abafado por estar com seu pau dentro da boca.
Ele alisou e eu não consegui manter o pau na boca e agarrei-me as suas pernas e gemi trêmulo: Aaaaahhhhhh!
Ele continuou a alisar o entorno e eu comecei a dar um reboladinha alem da gemidinha trêmula: Aaaaaahhhhhhhhh!
Ele estava me deixando louco com sua habilidade e logo ele pediu, continua a chupar meu pau, vai.
Eu me concentrei e mesmo assim não tinha coordenação suficiente pra colocar o pau na boca, pois ele alisava meu cú e eu estava perdendo o controle motor devido a excitação.
Eu não sabia chupar aquele pau, punhetar, rebolar e gemer ao mesmo tempo. Tinha hora que ficava todo atrapahado e tinha que para de chupar, pra poder punhetar o pau dele, ou então parava as outras coisas e apenas gemia e tremia enquanto rebolava o cú no seu dedo.
Era uma loucura. Ele tirou o dedo e mandou eu voltar a chupar. Assim sem o dedo me alisando o cu eu consegui. Voltei a chupar, mas ele levou o dedo a boca, ensalivou e voltou ao meu cú, enfiando o dedo médio até o final e começou a remexer dentro do meu cú.
Eu me perdi, e larguei de vez o pau delo e só conseguia gemer feito uma putinha. Ele tirava o dedo inteiro e me dedava forte, no final eu só queria rebolar o cú no seu dedo. Eu só conseguia dizer: Aiiiiiiiii Antônio, que isso, tá me deixando doido. Paraaaaaaa com isso, seu louco, vai acabar comigo.
Paaaaraaaaaa Antônio.
Ele ele continuava sem dar trégua. Ele perguntou se podia enfiar mais um dedo e eu louco falava, Aiiiiiiiiii Antônio, você me deixa louco, faz o que você quiser. Aiiiiiiiiii, vai, me enfia esse dedo logo.
Eu apoiei os dois braços no chão e cai de quatro a sua frente, abri bem as pernas e pedi seus dedos dentro do cú. Ele ensalivou-os e enfiou em mim. Só deu tempo de soltar um gemido dengoso e fino e ele já foi enfiando o pau na minha boca.
Ai, mas que gostoso ter ele brincando com dois dedos dentro do meu cú e chupar seu pau ao mesmo tempo. Ficamos ali nessa brincadeira por um bom tempo.
Ele interrompeu e pediu pra eu levantar e ir pro seu quarto. Eu pedi sua ajuda, pois estava tremendo muito e quase sem força pra levantar. Ele mostrando sua força de macho, me levantou feito uma pluma e me jogou sobre seus ombros, como um saco de batabas.
Eu fui recebendo dedadas no cú até o quarto e pedindo Aiiiiiiiii Antônio, não faz isso, paaaaraaa! Por favor! Aiiiiiiiiiiieeeeeeee, paaaaraaaaaaa!
Que tortura er aquilo e só foi cessar quando fui jogado na cama onde já cai, tendo as pernas afastadas e jogadas para trás.
Fiquei todo exposto pra ele e logo comecei a receber linguada fortes no cú. Ai foi a gota d´água
para me perder de vez. Eu tentava sair daquela posição mas ele não me permitia, enquanto sua lingua mágica minavam minha resistência e me fazendo suplicar por seu pau: Aiiiiiiiiiiêêê Antônio, quero pau no cú, me dá pau no cú, Por Faaaaaavor!
Ele continuou até ficar com dó de mim, ao ver que haviam lágrimas em meio as minhas súplicas por pica.
Meu cú piscava descontrolado, aguardando o pau de Antônio, e ele pega o pau e leva até meu cú. A abeça agora pedia passagem, mas não seria uma tarefa simples, ambos sabíamos, mas também não havia hipotese da penetração não acontecer.
Ele queria e eu também. Ele tinha despertado uma fêmea em mim e eu provoquei o macho devorador dentro dele. Não havia tempo para arrependimentos.
Era questão de tempo a penetração brutal se consumar. Eu estav laceado, mas o pau não entrava, então eu pedi pra ele não ter pena de mim e não ligar para os meus choramingos e gritinhos.
Ele entendeu e forçou. Meu cú cedeu e ele consegui introduzir a cabeça, ao custo de lágrimas e muita dor acompanhado de um gesto desesperado de reter aquela penetração brutal com minha mão apoiando na barriga de Antônio.
Ele me olhou, pediu desculpas e disse que era pro meu bem e segurou minhas duas mãos pelos pulsos e as prendeu, me impedindo de me defender durante a penetração.
Para que eu não usava as pernas para tentar uma fulga, ela as apoiou nos seus ombros e jogou o peso do seu corpo pra cima do meu.
Completamente imobilizado ele forçou o pau e foi entrando até o final, quando eu senti o saco bater na minha bunda.
Eu quase desfaleci e pra minha sorte a dor foi tão grande que meu grito falou e saiu baixo e com rouquidão.
Ao fim, eu chorava copiosamente entre soluços. Ele soltou rápido meus pulsos e eu extintivamente soltei socos em sequência em seu peito, enquanto desferia xingamentos: Aiiiiii Antônio, seu brutamontes, você quase me matou merda. Bruto, bruto, bruto e socava seus peitos.
Ele nem se abalou com meus socos devido sua estrutura físca avantajada e me deixou descarregar minha fúria e depois me abraçou forte junto ao seu corpo e se manteve firme dentro de mim.
Eu me senti tão confortado que minha raiva foi passando e eu relaxei. Com o relaxamento eu pude sentir direitinho seu pau pulsando dentro do meu cú e logo aquilo foi me acendendo sexualmente.
Ate que eu comecei a dar beijinho no seu pescoço e ombro, depois no peito e ele foi se apoiando na cama e se preparou para começar a bombar. Eu praticamente comecei a rebolar no seu pau e isso serbiu de sinal para ele iniciar a foda.
Foi magistral, o jeito como ele começou a meter. Primeiro lentamente, aumentando aos poucos e logo eu recebia estocadas firmes dentro do cú.
Ele era realmente experiente, e me fodeu de todo jeito possível. Depois ele me colocou de quatro na cama e pediu que eu modesse um travesseiro. Assim que eu mordi o travesseiro, ele meteu o pau e me fodeu num ritmo louco até começar a gozar dentro de mim.
Como foi gostoso receber sua leitada dentro do cú. Era muita porra, e me fez jorrar leite o dia inteiro.
Eu de fato não tinha perdido todas as pregar até aquele dia, mas Antônio tratou de exterminá-las naquele dia. Eu fiquei tão enamorado pelo pau de Antônio e tão apaixonado por aquele macho, que passamos a morar juntos como um casal e aos poucos ele foi me ensinando a esquecer quaisquer trejeitos de homem e me fazendo a adquirir hábitos mais femininos.
Ele me deu um nome feminino, me comprou roupinhas de mulher e langeries e arrumou meninas de confiança que me fazem as unhas, cabelo, depilação.
Agora ele está numa fase de fantasias em que ele me engravida. Compramos aqueles bonecos que imitam recém-nascidos que servem para inserção anal, só para ele brincar que me engravidou. Ele enfia o boneco no meu cú e não é fácil receber aquilo dentro da gente, depois eu faço uma simulação de parto expelindo o boneco pelo cú. Ele depois fica me mimando dizendo que sou uma mulher maravilhosa pra ele, Antônio é louco.
Eu fui resgatado e por isso sou muito agradecido a esse homem maravilhoso que me devolveu a alegria de viver. Vou colocar uma foto do pau do Antônio depois que dei uma chupadinha nele logo após o almoço, delícia. Obrigado!



Kkkk sai daí Yag, pelo visto o Antônio é Estrangeiro kkkk
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