Eu confesso que trabalhei em termas e conheci o meu marido num dia triste quando fui procurar consolo numa igreja. Não falei que era puta, e nem ele falou que era um evangélico moderno, com tendencias a ser corno. Estamos morando juntos a 8 meses, e quase não faço programas, e quando faço é muito discreto, pois embora hoje o salário dele é o suficiente para manter uma casa, não sobra muito para as vaidades que eu estava acostumada. E as fantasias dele, de corno, ele não cobra, pelo contrário, ele gasta sempre para fazer banquete e tb com bebidas finas para os meus comedores, que já totalizaram 5 nos últimos 4 meses, 2 deles do roda de evangélicos abastados. Nessa foto um pregador que veio de SP fortalecer a congregação, pousou na nossa casa e eu tive que servir ao superintendente-viajante, que só gostava de cu. Meu marido tirou fotos, e gozou feito louco, chupando a minha buceta escorrendo a porra do viajante. Queriam que entendessem que apesar do meu marido ter uma renda de quase R$ 12.000,00 por mês, e eu ser enquadrada nesse orçamento, ainda assim, não me conformo em dar a buceta de graça, exceto para o meu marido que me banca. Vocês acham que eu devo sugerir ao meu marido para ele cobrar tipo uma taxa de corno? E como deveria então me expressar para ele não se magoar, visto ele ser muito fiel a Deus, e hospitaleiros, mesmo com os irmãos e amigos comum?

