Um dia confessei para o meu marido que morro de tesão ao ser observada por outros homens. Adodaria ser tocada, mas não gostaria de traí-lo. Relutando bastante para deixar as verdades virem à tona, ele confessou que também adodaria me ver sendo admirada e talvez acariciada…
Semana passada estávamos saindo para uma festa, e a pedido do Renato, eu coloquei um salto 15 e um vestido que é bonito, porém não acho nada provocante. Ele é marrom, largo, fica uns quatro dedos acima dos joelhos. Decote canoa e tem as mangas tipo asa de morcego. Ele só se torna indecente quando eu ergo os braços, pois as mangas puxam a barra para cima e a minha bunda fica quase toda de fora. Jamais pensei que tivesse uma armação do meu marido ao me pedir para vestir esta roupa, a não ser o fato de exigir que eu saísse de casa sem calcinha.
No começo, pensei que iríamos para no posto, como já fizemos antes para dar uma chance aos frentistas, ou algo parecido, só que não…
Dias antes falávamos em tomar a vacina da gripe H1N1, mas eu jamais esperava que a ideia dele seria para esta ocasião.
Rumo à festa, Renato mudou a trajetória e ao perguntar onde estávamos indo ele disse: Estou te levando para tomar a vacina da gripe! APAVOREI!!!
Era perto das 9 da noite e sem eu saber ele já tinha ligado para uma clínica de plantão e se certificado de tudo (sobre o horário de atendimento, sobre o movimento naquele horário, sobre quem estraria de plantão, etc).
Chegando lá, a clínica estava praticamente vazia. A recepcionista estava encaminhando um senhor a um consultório e já voltou para nos atender. Ao falarmos que fui tomar a vacina, ela prontamente tomou os meus dados e chamou o enfermeiro de plantão para conduzir-me à sala de procedimentos, enquanto o meu marido acertava com ela o pagamento da vacina.
Quando o enfermeiro de plantão chegou à sala de espera, meu queixo caiu… Fiquei trêmula, minha boca secou e as minhas mãos ficaram geladas… Nem o meu marido acreditou, acho que ele ficou com medo pelo risco que estaria correndo a partir do momento que eu entrasse na quela salinha kkk
O enfermeiro de plantão se chamava Marcelo. Era moreno. Pele branquinha e cabelos bem pretos. Pinta de jogador de vôlei. Um cara de aproximadamente 30 anos, corpo atlético, braços cumpridos e fortes. MEU DEUS!
Sentindo que eu estava tensa, ele puxou conversa comigo para eu me descontrair. Enquanto preparava a injeção e os materiais de assepsia ele perguntou o meu nome e a minha profissão, ele me disse que eu precisaria ficar relaxada para a injeção não doer muito. Difícil relaxar naquela situação…
Com a injeção pronta, ele finalmente me perguntou: "Onde você vai querer a espetadinha? No bumbum ou no braço?" E foi aí que eu gelei!
O vestido que o "sacana" do Renato escolheu, não me dava muita escolha, afinal para eu tomar a espetadinha no bumbum, bastava eu levantar o vestido até a linha da cintura, mas eu estava sem calcinha, e para tomar a espetadinha no braço, eu tinha de tirar o vestido pela cabeça ficando completamente nua, pois a manga era comprida e não dava para pôr o ombro de fora.
É nesses momentos que você vê que chegou naquele ponto que não tem mais volta. E sem muito o que fazer, eu preferi tomar no bumbum. Marcelo então me disse: "Mocinha, eu preciso que erga o seu vestido até a linha da cintura para que eu aplique a vacina na parte superior do seu glúteo!"
Quando eu levantei o vestido, ainda de frente para ele, deu pra sentir o sangue todo subir para a minha cabeça e deu pra perceber a mudança do comportamento dele também. Tive a impressão que ele foi tomado por um calorão daqueles que fazem a gente suar pela testa. Contudo, o lado profissional dele falou mais alto!
– Muito bem, mocinha, incline-se para frente, apoie-se na maca e mantenha o vestido erguido.
Estando atrás de mim, ele pôde contemplar a minha bundinha toda de fora e empinadinha para ele, porém, como eu estava com as mãos apoiadas na maca, o vestido insistia em descer, assim, ele enrolou o meu vestido com uma das mãos e com a outra ele passou o algodãozinho com álcool na minha bundinha, e com cuidado para não perder a ética ele me segurou forte pela cintura e aplicou a injeção…
O meu gemido não foi de dor, mas sim de prazer, e entendendo o que se passava ele foi carinhoso demais, alisando o local da aplicação com aquele algodãozinho embebido em álcool. Em seguida pôs um curativo tipo Band-Aid e me acariciou bastante com a mão espalmada, dizendo que o carinho era pra que eu não ficasse dolorida.
Não fui tão perspicaz a ponto de perceber se ele estava excitado, pois o jaleco não me deixava vê-lo por completo, contudo, todas as orientações que se dá ao paciente ao final da aplicação, sobre os efeitos colaterais, febre e etc, ele me deu enquanto eu ainda estava naquela posição, imaginei que ele estivesse gostando do que estava vendo rsrsrs.
E finalmente, porém infelizmente, ele me disse: – Está terminada a aplicação, mocinha! Pode se recompor! Maliciosamente eu me virei, e só depois de vê-lo contemplar-me de frente também, eu deixei o vestido cair lentamente cobrindo o ele contemplava ainda meio sem jeito.
Feito isso, elogiei a aplicação dizendo que as suas enormes e másculas mãos, escondiam toda a suavidade que me foi revelada. E sentindo que quem estava no controle da situação era eu, tomei a liberdade de agradecer-lhe com um abraço, e colando o meu corpo no dele, pude sentir o tamanho e o volume do "entusiasmo" do enfermeiro retribuiu me envolvendo com aqueles braços longos me apertando delicadamente junto ao seu peido.
Com tudo isso, ele manteve-se na linha, mas se ofereceu para futuras aplicações dando-me um cartão com o seu telefone e e-mail.
Agradeci e saí radiante com um sorriso daqueles que por mais que se queira fica difícil de esconder além da cara de quem queria mais.
Na sala de espera estava o Renato. Disfarçando estar alheio a tudo, lendo a revista Caras disse estar surpreso ao me ver voltar da vacina tão depressa e com ar de riso me disse: "Já amor? Pensei que a aplicação fosse mais demorada! Você não levou nem dez minutos lá dentro!"
Safadinho! Ele me aprontou essa brincadeira sem combinarmos nada antes. Agora vou fazer a cabeça dele para combinar o reforço da vacina num lugar mais reservado e chamar o enfermeiro com pinta de jogador de vôlei para me aplicar o reforço com uma agulha mais grossa e uma espetada mais profunda rsrsrsr.
Saindo dali, estávamos tão tomados pelo tesão que resolvemos chegar mais tarde na festa e paramos para uma rapidinha dentro do carro mesmo. Essa aventura vai ficar na nossa história.

