Me chama de Encantado, pois até no final de semana anterior eu flertava, assistia pornografia na internet, sempre com temas relacionados à mulheres. A experiência que tive no último fim de semana, fez minha cabeça masculina dar um nó e meu mundo está desmoronando. Eu resolvi ir a praia no Rio de Janeiro pra variar um pouco, já que sou de uma região praiana do sul do estado. Cheguei na praia da Barra da Tijuca e fui direto pra areia. Procurei alguém que transmitisse confiança para deixar minhas coisas perto caso quisesse dar um mergulho. Não sei por qual motivo, escolhi um cara um pouco mais velho, cabelos bem grisalhos, mas dava pra ver que tinha entre 50 e 60 anos. Eu não puxwi assunto, apenas um bom dia bem discreto. Com o passar das horas, começamos a conversar sobre amenidades. Cheguei a falar que gostava de mergulhar e ele então falou que era seu Rob favorito. Tomamos algumas cervejas e eu passando protetor fui pego de surpresa quando ele pediu para passar nas minhas costas. Eu achei super estranho um homem se oferecer para passar protetor em outro, coisa que é comum entre mulheres. Pensei logo que ele seria Gay. Depois disso eu fiquei meio quieto e ele percebeu. Ele veio até mim e disse ter percebido que eu estava mais quieto e que achava que ele estava flertando comigo. Falei pra ele que não tinha nada haver e ele falou que eu não precisava tentar ser simpático com ele. Que eu estava no meu direito e pediu desculpas pelo comportamento. Eu fiquei comovido com seu constrangimento e fiquei vulnerável quando ele para se retratar falou que ele estava indo pro condomínio onde morava e ficaria muito feliz em me receber em sua casa para almoçar. Eu desconcertado com sua educação me vi forçado a aceitar o convite e pensei, não tem nada de mais. Mesmo que ele seja um gay, eu não tenho com que me preocupar, pois o que pode acontecer afinal, é só eu ir cortando ele caso tente alguma coisa. Então fomos pro condomínio e entramos num apartamento muito bem montado. Ele foi tomar umaducha e quando saiu ele usava apenas uma bermuda. O cheiro de sabonete que exaláva do seu corpo impregnou todo o apartamento. Pedi para tomar um banho também enquanto ele preparava o almoço. Ele me emprestou toalha e disse que seu eu quisesse que podia pegar uma bermuda no seu gaurda roupas. Eu escolhi uma Bermuda de tecido bem leve, tipo ceda, quando percebi, ele tinha uma abertura no fundo, parecia rasgada. Como era apenas para almoçar, eu nem liguei. Eu fui atpe a cozinha e quando ele me viu, deu uma pequena risada. Eu falei, oque foi? Ele falou, isso não é uma Bermuda, é uma cueca samba cnção que uso para dormir. Eu falei que tinha pegado por ela estar rasgada, então ele não devia usar muito. Ele falou, não é rasgada não, ela já é assim mesmo.
Ela evita do suor provocar assaduras e deixa você durmir muito confortavelmente. Rimos e o clima ficou melhor. Almoçamos normalmente e depois do almoço ele falou que eu poderia tirar um cochilo no sofá ou no quarto de hóspedes e me falou que ele gostava de fazer uma cestinha depois do almoço. Eu preferi ficar na sala e ele foi pro seu quarto. Passada meia hora aproximadamente, eu fui até a porta do quarto dele que estava aberta e pude vê-lo deitado na cama, completamente nú e mesmo sendo homem, não dava pra não reparar no belo corpo dele, branco, com a pele avermelhada pelo sol da praia, peito muito peludo e seu membro exposto, numa exibição explicita em cima de sua barriga. O pau dele era de dimensão até normal, mas o que impressionava era a grossura daquilo. A cabeça estava coberta pela pele, mas o formato cogumelo era visível no contorno da pele. O seu saco era uma coisamaluca de tão grande. Eu não conseguia parar de olhar aquilo, fiquei tão envergonhado quando praticamente fui acordado por ele que sem eu conseguir perceber, tinha acordado e com um sorriso no rosto, me indagou. Hei! O que você tá olhando? Eu sem graça, me descupei e ele falou não tem o porquê de te desculpar. Ele veio até mim e fomos até a sala e sentamos no sofá. Ele sentou do meu lado ainda nu e falou que eu não precisava ficar envergonhado, que é normal qualquer homem olhar pra outro homem e se impressionar quando esse é superdotado. Não é sinal de homossexualidade. Ele então começou a dirigir a conversa, tentando me levar para um jogo que eu tinha certeza que terminaria comigo indo embora do seu apartamento. Então entrei na sua conversa e pra minha extrema surpresa, fui para dentro de um jogo em que eu seria manobrado por um jogador muito mais hábil do que eu. Ele falou, você já tinha achado o pau de outro homem bonito alguma vez? Eu falei que nunca. Ele continuou e perguntou, mas o que você achou do meu? Eu gaguejei e falei que não tinha base para comparar. Ele falou, então use sua capacidade de observação e olhe pra ele agora e julgue se ele é um pau bonito ou não. Eu não sei porque acabei olhando pro pau dele, agora bem mais pero e comecei a sentir um calor no corpo. Ele então vendo que eu estava congelado olhando aquele pau, me enterrompeu e falou, se quiser pode pegar nele. Eu o olhei brevemente e voltei pensando em repreendê-lo, mas fiz exatamente o contrário.Voltei a olhar pro seu pau e instintivamente fui com minha mão até ele e comecei a passar a mão. Um arrepio me desceu pela espinha até o meu cuzinho, que culminou com uma contração gostosa que nunca tinha sentido. Eu não acreditava no que estava acontecendo. Seu pau começou a crescer e eu me via forçado a continuar alisando seu menbro. A cabela do pau dele começão a sair da pele e como eu havia imaginado, era um cogumelo rosa, e podia perceber agora veias estufadas ao longo de toda extensão, uma leve curva no sentido inverso de quando estava flácido, demostrava uma poderosa ereção provacada pelo toque da minha mão. Ele se exibia todo pra mim, com um sorriso de canto de boca, demostrando que seu intento estava se concretizando. Ele, confiante levou uma de suas mão até minha nuca e me conduziu carinhosamente minha cabeça até perto do seu pau. Eu não sabia muito o que fazer ou como fazer. Então eu respirei fundo e senti o cheiro do seu sexo. Aquilo entrou como um elixir afrodizíaco. Meu corpo tornou a ferver, um tremor começou e eu não resisti a abocanhar aquela cabela. Quase institivamente o coloque entre a lingua e o seu da boca, iniciei um leve movimento com minha cabeça pra frente e para trás.
Como eu estava inclinado pra frente para poder chupar seu pau, minha bunda estava um pouco exposta. Eu percebi sua tentativa de alcançar minha bunda com sua mão, então, não sei porque, acabei por me posicionar com uma exposição maior para que ele conseguisse o que queria. Então, senti suas mãos tocarem minha bunda e seu dedo médio procurar meu cú através da abertura da cueca. Quando eu senti o seu dedo encostar na entrada do meu cú, meu coração disparou. Parecia querer sair pela boca. Uma descarga de adrenalina, fez minha respiração disparar, o calor do meu corpo aumentar e meu cú começou a contrair e relaxar. Eu então só tinha vontade de chupar seu pau cada vez mais. Sua mão tocou meu cabelo e ele começou a controlar a profundidade do seu pau dentro da minha boca. Logo ele já ia até a minha garganta. Minha submissão a ele já era tamanha, que uma de minha mãos alisava sua barriga e a outra eu acarinhava seu saco, lhe causando muito prazer e ele com isso só aumentava as estocada na minha boca. Por um instante, percebi que seu dedo perdeu contato com meu cuzinho. Eu então me dediquei mais ainda ao seu pau. Logo eu experimento novamente o contato de sua não na minha bunda e seus dedos novamente procura a entrada do meu cú, mas agora ele estava diferente, molhado de saliva e ele carinhosamente espalha por sobre ele. Que sensação maravilhosa! Eu perco um pouco as estribeiras e passo a emitir gemidos abafados pelo seu pau em minha boca. Ele me penetra carinhosamente com seu dedo médio e quando está todo dentro de mim, começa a mexer la dentro. Eu agora, não consigo manter seu pau dentro da minha boca e desabo no sofá em frente a ele, que se levanta e se dedica ao meu cú com o seu dedo. Ele usa uma das mão para alisar minha bunda e abrir minha nadegas e a outra trabalha dentro do meu cú, primeiro com seu dedo médio apenas, depois ele usa o seu dedo indicador junto. Eu começo a ter uma sensção de ardência, mais ainda sim estava muito prazeroso. Eu instintivamente busco uma maior profundidade na penetração do seus dedos quando ele os retirava durante o movimento de vai e vem. Ele começou a reagir aos meus movimentos em busca da penetração dos seus dedos e ele sincronizou. Agora quando jogava minha bunda contra sua mão, ele forçava a entrada, me tocando profundamente. Ele então começa a me dar alguns tapas na bunda. São firmes e eu sinto a ardência na pele. Ele parou com seus dedos bem profundo dentro do meu cú e eu nesse momento impinei minha bunda pra ele e começei a rebolar em seus dedos. Eu começava a perder o controle. Eu agora buscava com um bezerro, seu pau com minha boca. Ele percebeu e facilitou, levando ele e enfiando garganta adentro. Mamei como se fosse o último pau do mundo. Eu rebolava alucinado nos seus dedos e ele fodia minha boca feito um louco. Seus dedos deixam meu cú, mas eu continuo a senti-los com se ainda tivessem dentro de mim. Seu pau e retirado da minha boca, mas eu insisto em chupá-lo e tento sem sucesso abocanhá-lo novamente. Então pelas mãos sou levado por ele até seu quarto. Ele desce minha cueca e me deixa nu. Me puxou pelo braço eme pòs sentado na beira da cama, Botou seu pau na minha boca e fodeu por um breve tempo. Me forçou de costas para o colchão e jogou minhas pernas pra cima dos meus ombros, me expondo pra ele e com sua lingua, praticamente demoliu os últimos resquicios de masculinidade que tinha em mim naquele momento. A partir dali, eu gemia como uma mulher, fino e dengoso. Uma cusparada interrompe aquela tortura e indica que agora um homem apenas restaria dentro daque quarto, enquanto o outro se submeteria ao papel de sexo oposto para apenas proporcionar prazer ao seu subjulgador. Nada importava mais, os papéis já estavam decididos. restava a cada um cumpri-los da melhor forma. Então, sou pego pelas pernas e puxado mais para a beirada da cama. Seu pau é pressionado contra minha bunda. Sinto toda sua machesa. Minhas pernas são afastadas sem nenhuma resistência e seu pau é trazido até a entrada do meu cú. Eu tenho sensações de frio na espinha, ao mesmo tempo calor pelo corpo, tremores absurdos e pequenas convulsões descontroladas no cuzinho. Assim permanece em estado de tortura por algum tempo, até que começo a procurar pelo seu pau com uma de minhas mãos. Quando acho, tento trazê-lo pra dentro de mim, mas não consigo. Sou interrompido por ele. Então pelo menos tento tocar seu saco e fico acarinhando ele e isso ele me permitiu. Enquanto continuo a alisar seu saco, ele encosta a cabeça do pau no meu cú de novo e eu começo a me jogar contra ele buscando penetração. Ele não permite ainda. Eu então rebolo em contato com seu pau. M eu cu convulciona desesperado pelo seu pau. Mas o comando é dele, só dele. Eu então tento eu pensar em alguma coisa que facilite meu intento de telo emfim dentro de mim. Eu levo a mão a boca e cuspo duas vezes. Levo a saliva ao meu cú e passo o resto na cabeça do seu pau. Começo a me jogar em direção ao seu pau e dessa vez ele deixa um pouco. Sentir o isfincter começar e distenter,aceitando seu pau. Foi incrível essa sensação. Ele retribuiu e enfim recebo sua cabela inteire em meu cú. Agora a coisa ficou mais séria. Eu começava a sentir desconforto. Minhas pregas parecem estar cedendo a grossuro do seu pau. Eu sinto ele forçar a penetração, mas veio uma ardência muito grande. Ador era grande, mas suportável. Eu então pela primeira vez, vou com minhas mão tentar freiar a penetração. Ele entende e para por uns instantes. Mas ele também não queria que eu tivesse controle sobre a penetração e acabou por retirar meus braços do seu quadril. Ele foi paciente e esperou que eu me sentisse confortável. Instantes depois eu sinto a ardência ceder e a dor cessou completamente. Eu começei a concentra na sensação que seu pau causava dentro de mim e log estava cheio de tesão. Aprendi a mordiscar seu pau contraindo meu cú, mas depois percebi que não tinha nenhum controle sobre isso. Quando sumiam a sensação de ardência e dor, sentia só tesão e meu cú pedia por pau. Ele também percebeu isso, e foi cendo penetrado lentamente por ele até que recebi todo seu pau dentro do cú. Não tinha não de que aind não tinha sido de fato fodido por ele. Depois que o recebi inteiro em meu cú e ficou um tempo dentro de mim e quando eu dei csinal de que queria ser fodido por ele, ele mostrou de fato pra mim o que é ser homem de verdade. Agora eu comecei a levar esocada firme dele, em todas as posições imagináveis.
Eu parecia um boneco nas suas mãos. Depois de ser fodido pai mamãe, de ladinha, cavalgá-lo de frente e de costas, de quatro, ele me arriou de ombros no chão aos pés da cama e afastou minha pernas, ensalivou meu cú novamente e encaixou seu pau no meu cú. Ele começou a me foder na posição de bate-estaca. Quando o ritmo já estava de britadeira, eu senti minha últimas pregas cederem. Fiquei preocupado dele ter me estourado. Levei minha mão desesperado para parar aquele massacre, mas foi em vão. Ele posicionou meu braços de maneira que le pudesse pisar e mantê-los presos. Afastou minha pernas denovo e apontou para meu cú e afundou seu pau todo dentro dele. Agora a dor e ard}encia não tinham mais importância, não tinha mais como me defender. Eu levava as estocadas e gritava. Ele levou um travesseiro até minha boca e eu pude mordê-lo e abafar meus gritos pelo menos. Eu fui assim subimetido a uma foda impiedosa até não ter mais forças nem pra gritar. Mas já não precisava gritar mesmo. Como sempre a dor cedeu de uma hora pra outra e eu atpe ja sentia prazer naquilo. Ele não parava e eu ali levando estocadas e não acreditando que meu cú podia engolir seu pau sem estar desconfortável. Ele tira até a cabeça e enterravs firme inteiro no meu cú. Eu olhava nos seus olhos e via prazer quando ele fazia aquilo. Eu estava bem passivo agora e o prazer aumentava. Veio então o momento que eu jamais pensei que pudesse acontecer. Ele aumentou a velocidade das penetração, mas diminuiu aforça das penetrações. Ei o via entrar e sai de mim e aquilo foi me dando um prazer e de repente veio aquela sensação. Arrepio intenso, contrações no meu cú apertavam o pau dele dentro de mim. Meu corpo convulsionando e meu pau começou a soltar um liquido ralo e incolor. Eu não acreditava. Ele me fez gozar pelo cú. Eu tremia e gemia muito no pau dele. Ele me vendo naquele estado, aumentou a força e a velocidade das estocadas novamente e logo em seguida despejou um mar de porra quente dentro do meu cú. Seu urro de macho me arrepiou mais uma vez. Ele ficou ali me olhando enquanto seu pau pulsava dentro meu cú, depositando seu semem até as últimas gotas em mim. Acho que não vou dizer o que aconteceu depois, porque não é uma estória de romance. Foi apenas um fato aleatório que aconteceu na minha vida e não tem nada de interessante a partir daí. Só ficou estas lembraças que vão me marcar pra sempre.



Parabéns vc escreve muito bem . Me deixou com tesão. Sensacional!
Amei 😍
Belo conto… bem escrito… bela experiencia
Masculinidade e sexualidade não tem nada ver, com quem tu transas, seja homem, mulher ou travesti, não importa, a não ser que tu se identifique com o gênero feminino.