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Meu namorado me convenceu a ir em uma casa de swing sozinha

Me chamo Beatriz (nome fictício) , na época desse conto eu tinha 20 anos. Tenho um namorado chamado Guilherme (nome fictício).

Primeiro vou falar de mim.

Sou branca, tenho 1,60 m, peso 56 kg, loira, cabelo liso na altura dos ombros, olhos castanhos claros, coxas grossas, bunda de normal pra grandinha, Peitos pequenos com aureolas rosa, sempre totalmente depilada.

Namoro há muitos anos e sempre nos demos muitíssimo bem na cama.

Já tivemos várias e várias brigas e já rolaram algumas traições mútuas. Ambos erramos muito um com o outro mas sempre acabamos perdoando e um dos motivos é nossa sintonia sexual. Ele é muito safado e me fez descobrir a putinha que gosto de ser na cama.

Pois bem, já há algum tempo moramos em cidades diferentes e a distância vem deixando suas marcas. Saudade e carência mil!

Há algum tempo a gente vem conversando sobre menage, swing, orgias, essas coisas. O assunto passou a apimentar minhas transas com meu namorado. Sempre fantasiamos situações sexuais inusitadas. A gente imagina outra mulher no meio, me chupando enquanto chupo ele; um cara sendo chupado por mim e quanto ele me come.. Essas coisas.

Já tínhamos decidido ir em uma casa de swing juntos, pra liberar toda nossa curiosidade a respeito.

Certo dia, véspera de uma viagem para nos encontrarmos e matarmos as saudades, em uma sessão de sexo virtual ele me provoca dizendo que era dia de menage em uma famosa casa de swing de SP. Me animei muito com o comentário e instiguei.
"eu adoraria estar lá "

E ele responde

" pode ir "

Na hora levei na brincadeira, mas ele prosseguiu, afirmando que se eu quisesse ir, tudo bem, mas que deveria ir falando com ele e contando tudo que ia fazer.

Depois de muito perguntar se ele não tava brincando, acabei aceitando e fui!

Estava muito nervosa, mas a ansiedade e o tesão falaram mais alto.

Fui com um vestido tomara-que-caia listrado de preto e cinza, salto alto e meia calça.

Cheguei no lugar com o coração na boca.

Estava sempre com meu amado no telefone, logo o segurança pediu que guardasse o celular, por motivos óbvios.
Mas como havia combinado dizer tudo o que faria, liguei novamente, mas dessa vez com fone de ouvido, pra não dar bandeira. Porém novamente fui abordada por seguranças que ameaçaram tomar o celular.
Tive que desligar.

Muito nervosa, fui ao bar e pedir um whisky. Logo um rapaz me chama pra sentar com ele e um amigo.

Mandei mensagem pro namorado falando que estava sentada com dois homens que tinham me convidado.

Um deles era o Renato, (nome fictício), 32 anos. Meio gordinho, devia ter no máximo 1,70, branco, cabelos pretos. O outro era o Paulo, 33 anos, mais alto, 1,80, sarado, cara de safado, mais reservado. Me apresentei e perguntaram o que uma moça como eu fazia sozinha ali.
Fantasiei um pouco a verdade. Falei que eu e meu noivo vivíamos um relacionamento aberto e que eu tinha ido me divertir.

Rimos bastante. O papo tava ótimo. Acabei meu whisky e os meninos começaram a me dar vodka e energético. Já tava ficando louquinha rsrsrs.

Vejo que tinha mensagem do namorado perguntando como estava. Respondo que ainda estava na mesa e que tinha decidido dar pra um cara. Estava falando de Paulo.

Logo após mandar a mensagem, Renato me pega pela mão e diz que vai me mostrar uma coisa.

Passamos por uma porta protegida por um segurança. Entramos em um corredor e em seguida acabamos em um local com um sofá vermelho e uns buracos nas paredes.

Renato me beija de repente, de forma lenta e romântica. Correspondo de boa vontade.
Em seguida ele tira meu vestido por cima e começa a chupar meus peitos. Eu estava entregue.

Ele senta no sofá, abre a calça e abaixa. Tiro minha calcinha, jogo longe, me ajoelho e começo a chupar.

O pau do Renato não era grande, uns 14 cm no máximo. Mas era bem gostoso, lembrava o do meu namorado, que tem 15 cm. Considero a medida certa.
Chupei com vontade.
Depois de algum tempo comecei a ficar cansada, então Renato me puxa pra cima dele e me faz sentar naquele pau gostosinho. Comecei a rebolar naquele cacete, eu estava extasiada, sem acreditar no que estava fazendo, mas tava amando! Só depois percebi que tinha sido sem camisinha, mas na hora nem liguei.
Após algum tempo, volto a chupar Renato, que não gozava de jeito nenhum. Comecei a ficar frustrada. Modéstia a parte, sou uma ótima boqueteira rsrsrs.

Depois de mais ou menos meia hora de chupada, Renato pega na minha mão, sempre muito educado, carinhoso e até romântico, e diz pra voltarmos pra mesa.

Me recompus e voltei. Estava ansiosa pra contar pro meu namorado minhas aventuras!

Mandei mensagem

"transei com um cara "

Ele me liga na hora e vou pro banheiro falar.

" como foi? O que vc sentiu? O que fizeram? Vc gostou? "

Respondi, ainda tonta pelo álcool.

" foi gostoso! Ele não tem um pau muito grande, mas foi ótimo. Eu chupei bastante, sentei nele, rebolei do jeitinho que vc gosta! "

Meu namorado me chama de safada

Eu sorrio, e digo que depois nos falamos.

Volto pra mesa e é a vez de Paulo me pegar pela mão, e sem cerimônia, me leva quase a força para outro quarto idêntico ao que fiquei com Renato.
Diferente do amigo, Paulo apenas levanta meu vestido, me empurra contra o sofá, caio de 4. Ele cospe na mão, pincela no meu rabinho, esfrega de leve minha já encharcada buceta e mete forte no meu cu! Nossa, vi estrelas, só tinha feito anal com meu namorado, estava acostumada com o tamanho do pau dele. Não cheguei a ver o do Paulo nesse momento mas imediatamente percebi que era enorme.
Ele metia ferozmente. Eu tava derretendo de tesão. Pela primeira vez tive um orgasmo no sexo anal. E também pela segunda, terceira… Perdi a conta de quantas vezes gozei.
Só sei que tava amando aquilo.

De repente vejo um pau grande e grosso entrando por um dos buracos na parede. Me assunto com a realidade. Eu estava sendo observada todo esse tempo.
Fiquei sem ação. Uma voz feminina manda "chupa!".

Seguro o novo cacete que me é oferecido e começo a masturbar-lo, enquanto era deliciosamente comida por Paulo.
Me senti poderosa com dois paus a disposição, mas não tive coragem de chupar o pau intromissor, apesar da vontade, não me senti segura por não saber nem como era o rosto do dono do membro.

Fiquei ali, punhetando um. Desconhecido e sendo enrabada por Paulo.

Depois de mais de meia hora, Paulo tira seu pau de dentro de mim, pede pra ajoelhar e chupar.

Então finalmente tenho contato visual com aquele monumento peniano. Até então nunca tinha visto nada igual
Era grande, devia ter uns 19-21 cm. Grosso, cheio de veias, cabeça brilhante.
Coloco na boca direto, de camisinha mesmo (pelo menos um lembrou de colocar!) , e sinto o gosto do meu rabinho, não foi agradável, mas na hora não pensei em nojo. O tesão estava nas alturas! Paulo anuncia que vai gozar e pergunta se quero que goze na minha boca. Nem respondi, apenas arranquei a camisinha com pressa, meti a boca e chupei com mais vontade até que fui recompensada pela explosão daquele macho violento e gostoso na minha boca. Me delicio com o esperma espesso e de sabor forte de Paulo. Sugo tudo, deixo o pau limpinho. Tenho vontade de agradecer, mas me contive, "seria bobo", pensei.

Volto pra mesa e vou direto pro telefone "dei pra outro", e mando a mensagem pro meu namorado.

Em seguida, Renato diz que me queria de novo, e não me fiz de rogada, afinal ele ainda não tinha gozado.

Voltei entusiasmada pro quarto. Sentei um pouco naquele pau, novamente sem camisinha, rebolei e nada dele esboçar uma reação de orgasmo. Me sinto pessoalmente desafiada. Me ajoelho e dou um belo trato de boquete, até que finalmente ele goza em minha boca, sujando um pouco meus Peitos.
A Porra de Renato foi em menor quantidade e era muito mais gostosa do que a de Paulo. Também limpei tudo, peguei o que caiu nos meus Peitos e levei a boca. Não queria desperdiçar nada.

Na saída, acabo virando pro lado errado no corredor e me deparo com a seguinte cena:

Uma mulher, aparentemente com seus 40 anos, cercada de 3 homens negros, todos com paus enormes. Fico hipnotizada pela imagem. Um dos homens me vê, eu estava nua, com o vestido na mão, mas quando percebi o olhar do homem e vi que ele vinha em minha direção, fiquei com medo e voltei pra mesa, com passos largos.

Ao chegar, os meninos cuidaram de mim, me deram água e disseram que era hora de parar com a bebida.

Nessa hora meu namorado manda mensagem dizendo que tava tarde e era pra voltar pra casa. Eu respondo que não queria ir embora naquela hora, que queria dar ainda.
Joguei o telefone na bolsa e fui dançar.
Vi um cara que achei gatinho, me aproximei e disse "oi". Ele me olhou dos pés à cabeça e virou de costas.

Aquilo foi um banho de água fria pra mim. Me senti rejeitada, feia. E decidi ir embora.
Um casal me viu chamando o táxi e me ofereceu carona. Aceitei sem pensar muito.

No carro fomos conversando, o efeito do álcool foi passando. O homem dirigia muito rápido, o carro era um tipo esportivo, mas não sei dizer o modelo. No início fiquei com medo, mas aquilo foi me dando tesão. Ele disse pra não me preocupar pois era piloto profissional. Achei aquilo muito sexy e me senti encharcar novamente.

Paramos em um posto pois o cara queria fumar e fiquei conversando com a esposa dele. Mulher muito bonita. Fiquei muito afim de experimentar aquela boca e corpo, pra matar minha curiosidade dos sexo feminino. Acho que ela percebeu minhas intenções e logo se antecipou dizendo que não curtia mulher. Que pena..

O marido dela voltou e elogiou minhas pernas, passou a mão de leve e levou dois dedos até minha, já pingando, buceta. Eu fiquei nervosa, realmente não esperava isso. Ele levou os dedos à boca, lambeu e apenas fez uma expressão de prazer.

Ele pede pra eu sentar na frente e trocar de lugar com a mulher dele.
Muito nervosa e excitada, obedeço.

Mal saímos do posto, ele coloca o pau pra fora e me olha. Eu, já com água na boca, não pensei duas vezes, segurei aquele mastro que devia ter uns 18 cm, e meto na boca. Sinto um sabor diferente, lembrava quando eu chupava meu namorado após ele me comer, mas era diferente. Percebi que esse devia ser o saber da esposa dele, ou de outra mulher.
A ideia de estar chupando uma mulher, por tabela, me enlouqueceu. Levei minha terceira gozada na boca da noite. A gozada foi rala, sabor fraco, mas esperma é esperma e não pode ser desperdiçado. Repeti o procedimento e deixei limpinho. Quando levantei a cabeça que percebi que já estava na porta de casa, e que já estávamos ali há pelo menos 5 minutos.

Agradeci a carona (e no fundo, a pica e a gozada) e voltei pra casa.

Eu tava me sentindo uma legítima puta! Tava amando essa sensação, queria fazer isso sempre!

Ao chegar, liguei pro meu namorado que acabou não encarando muito bem a situação. Reclamou que não voltei quando ele pediu, reclamou que passei muito tempo sem dar notícia, que ficou preocupado. Disse que o combinado era ser divertido pra ambos e que me esqueci dele.
Bem.. Ele tava certo. Me senti mal, depois me senti suja, me arrependi.

E pra completar, depois descobri que tinha contraído HPV.

É, eu sei, o final dessa história verídica não foi como esperavam, mas foi a verdade.

Hoje continuo sendo bem safada, adoro. Sexo! Já conheci vários outros paus, inclusive maiores e melhores que o do Paulo! Já fiz menage com dois homens, DP e já fiquei com meninas!

Mas isso é história pra outro dia!

Não esqueçam, camisinha sempre é respeito com você mesma e com seu parceiro!

Beijos no coração!

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Escrito por Anônimo

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Mulheres são umas trouxas mesmo. Kkkkkk

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Casariam com um usuario de maconha???