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Meu padrasto (cont.)

Eu confesso que, (Referente ao conto 116948), meu pai faleceu quando eu tinha dez anos, depois de cinco anos minha mãe casou novamente e eu sempre notei que meu padrasto era muito carinhoso, mas me respeitava muito e isso foi me dando muita segurança, pois me tratava como se eu fosse sua filha verdadeira. Isso foi criando uma intimidade muito grande entre nós. Nos dias frios eu sempre entrava debaixo do cobertor junto com ele e minha mãe. Nesses momentos, não foi uma nem duas vezes, que ele me acariciava debaixo dos cobertores, no início nos ombros, quando estava entre eu e minha mãe. Com o passar do tempo suas caricias foram ficando mais intimas, passava a mão nas minhas coxas e notei que estava ultrapassando os limites um dia que começou a acariciar meus peitinhos. Mas mesmo achando tudo isso errado, eu deixava ele fazer. Depois suas mãos já entravam por baixo das minhas roupas e tudo isso bem escondidinho da minha mãe. Mesmo tendo noção do que acontecia eu passei a não usar sutiã, usava uns shortinhos mais largos, de malha e as vezes já ia sem calcinha para facilitar as coisas para ele. Até que nesse dia eu estava deitada entre os dois, com a cabeça no colo da minha mãe e com as pernas sobre as pernas dele. Sentia seu pinto duro contra minhas coxas, então com minha cumplicidade ele pegou minha mãe e a levou para o seu pinto. Eu já não era mais inocente, mas quando senti seu pinto na minha mão e notei o seu tamanho não aguentei de curiosidade e fui apalpando vagarosamente. Agora entendia por que minha mãe quando fazia sexo com ele gemia tanto. Fiquei acariciando ele discretamente e só me dei conta do que poderia acontecer quando escutei seu gemido e senti ele gozando na minha mão. Rapidamente olhei minha mãe que estava com os olhos fixos nele, tremendo de medo dela ter percebido sentia seu gozo escorrendo pelos meus dedos. Fui passando a mão pela perna dele, tentando disfarçar a porra que melecava toda sua perna. Assim aconteceu e agora sinto minha mãe portando-se de uma maneira bem diferente, não sei se pode ser somente impressão minha.

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Escrito por Anônimo

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