Meu nome é João Ricardo. Tenho 30 anos, 1,80m, 83k, malhado, boa aparência, quase bonito, olhos verdes, barba cerrada e bem-humorado.
Esse sou eu em maio deste ano:
Sempre fui hetero. Nunca tive interesse nenhum em homens e sou considerado um pegador pelos amigos e colegas. Na verdade, sou pegador mesmo!
Se eu sair para uma festa, balada ou para um barzinho, sempre consigo ficar com uma ou mais de uma mina. Já houve casos em que fui desafiado por amigos e, sozinho, consegui ganhar grupos de mulheres enturmadas para depois dividir com os meus amigos que aguardavam em outra mesa.
Sou um bom fodedor, tenho um pau grosso de 19cm e gosto de chupar buceta, beijar na boca e fuder por horas. Sempre topei novas experiências sexuais, principalmente com mulheres mais velhas.
Uma vez, fazendo um 69 com uma coroa gostosona, ela enfiou um dedo no meu cu, enqto me chupava. Eu deixei, mas não consegui relaxar e sentir prazer, pq estava com receio de esmerdear o dedo da coroa e tb com medo dela me machucar com aquelas unhonas compridas. Essa penetração durou poucos minutos, eu interrompi o 69, coloquei a coroa de quatro e meti-lhe a rola.
Mais tarde, ela quis saber se eu tinha gostado da dedada e eu resmunguei um “ahãn” desinteressado. Nunca mais alguém chegou perto do meu cu.
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Recentemente mudou para o apto ao lado do meu, uma bichinha novinha, afeminada, bancada pelos pais. Veio de outro estado para estudar Design de Moda Fashion no Senac. O resultado é que iniciou-se um ciclo de visitantes gays, afeminados, transexuais e praticamente todas as pessoas que se denominam LGBTQIAP+.
Escuto o entra-e-sai o tempo todo quando fico na minha cozinha. Festas noturnas, com música techo e com muitas risadas e gritinhos afetados tb são comuns. Não me incomodam, pq só dá para escutar essa movimentação qdo estou na cozinha, lugar que frequento pouco.
Volta e meia encontro algum(a) desses(as) LGBTs no corredor ou elevador. Não me desagradam. São, em geral, pessoas divertidas, engraçadas, educadas e cordiais. Muitas são bonitas e poucas são muito, muito lindas. As lésbicas me tesam e as trans me causam curiosidade.
—x—x—
Há uns dois meses, eu estava entrando no elevador para subir ao meu apto, qdo escutei um gritinho afeminado, pedindo para segurar a porta do elevador. Era o meu vizinho (vou chamá-lo de Cris), segurando quatro sacolas do supermercado.
Segurei a porta, dei passagem, cumprimentei-o e, num gesto de cortesia, me ofereci para segurar duas sacolas, pois todas pareciam bem pesadas. Ele aceitou e me deu as duas mais pesadas, sorrindo e se desculpando pelo incômodo e agradecendo a gentileza. Ao pegar uma das sacolas, escutei o barulho de garrafas se chocando. Curioso, olhei por cima. Havia três garrafas de vinho e uma de vodka.
Para quebrar o gelo comentei algo bobo, sobre as bebidas, insinuando que a festa seria boa. Ele sorriu e disse que, se fosse dar uma festa naquele dia, faltaria animação, pois não tinha convidado ninguém. O vinho era para ele mesmo, que sempre tomava uma taça ao jantar e a vodka era para algum(a) amigo(a) que aparecesse de surpresa.
Eu comentei que preferia cerveja ou uísque e que achava o apto dele bastante animado, sempre com muita movimentação e que parecia divertido o modo como todos levavam a vida. Ele ia responder alguma coisa, qdo o elevador chegou ao nosso andar.
Saímos e eu o acompanhei até a porta do apto dele, para entregar suas duas sacolas. Ele abriu a porta, entrou, pegou as sacolas e, me olhando profundamente nos olhos, perguntou se eu gostaria de entrar e conhecer o ambiente.
Eu vacilei um pouco, mas não tinha nada melhor para fazer e acabei aceitando o convite. Entrei…
(CONTINUA)
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A João, essa interrupção abrupta no Desabafo é coisa de frutinha…
Vejamos se a continuação vai comprovar a minha tese…
Edi
Até hj esperando a parte 2
Olha…pra mim você e muito e sortudo,se eu conhecer um femboy meu amigo o tanto de vezes que eu vou mete a rola nesse camarada não vai ser brincadeira, enfim faz o que você quiser