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Mexer com o wu também quieto

Sou casado a muitos anos, minha esposa cresceu junto comigo, morávamos numa vila de casa, muitas,humildes pobres todos. Desde criança tínhamos afinidade. Irmão dela meu amigo.
No fundo dessa vila corria um pequeno riacho, crianças atravessavamos a agua numa lingueta, para brincar numa mata nativa..
Um dia na cama, pedi para Maria contar me se tinha tido algum caso de na.moro que não fosse eu. Resolvemos então fazer o jogo de contar segredos. Entrei tanquilo pois sabia, com certeza do recato da Maria, se é pai severos, família tradicional de crentes etc.
Comecei confessando, lembra da cabana do outro lado do rio? Então eu e teu irmão bricavamis la, e de vez em quando a Lena atravessava lá com a gente, não fazíamos nada de grave, pois éramos todos pequenos, 11, 12, talvez 13, disse pintinho pequeno, medo, o pai da lena muito bravo. Ela beijava chupava nos é nos a ela, mamavamosbos peitinhos dela e era só, mas foram muitas vezes, orgulhoso pedi a ela que contasse as aventuras dela, absolutamente seguro pois tinha certeza que a bela esposa casou virgem cabacinho.
Ela então confessou, pois é amor, eu também atravessei a pinguela no fundo de casa, foi só uma única vez ,só que meus compAnheiros não eram tão novos,(nada de Pinto pequeno), não comeram mas me chuparam a bucetinha, compesacão arrecadaram meu cuzinho, tai a explicação de eu ter medo de dar a bunda ate hoje. De fato nunca me deixou no cu.

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Escrito por Anônimo

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Para matar a saudade do mito

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Minha esposa e voce