Eu confesso que tenho muito interesse em experimentar coisas novas, aliás quando se trata de sexo melhor ainda. Li a algum tempo, uma reportagem sobre Glory Hole e me interessei pelo assunto. Pesquisei e escolhi um lugar em SP bem conhecido. Chegando ao local, achei um pouco estranho, cabines fechadas, escuras, fiquei receoso pensei em voltar para casa.Mas aquele lugar e o clima, emanaram certo desejo que até então nunca havia sentido. Entrei na cabine coloquei a ficha para assistir o filme, aguardei o término do mesmo e coloquei mais uma ficha. Estava excitado pelo filme mas também com medo daquele lugar. Na minha lateral havia um buraco, eu já sabia o que poderia encontrar do outro lado mas, estava vazio. Resolvi ir embora, mas como tinha ainda uma ficha resolvi assistir mais um filme e me masturbar para nao perder a viagem. Tirei o pau pra fora e me concentrei no filme e na minha punheta. Como já disse o lugar me deixou com medo mas muito desejo, me empolguei na minha punheta e quando percebi, fiquei pasmo quando vi o que estava pulsando bem próximo do meu rosto. Fiquei espantado,boquiaberto com a visão daquele Caralho. Grande, robusto, cheio de veias, com uma cabeça rosada e brilhante, e com bem mais de 20 cm, pulsando bem na minha frente. Fiquei alguns segundos parado na frente daquele colosso, que me assustou, mas eu nao conseguia tirar os olhos daquele mastro, ele me enfeitiçou. Nunca pensei que poderia ter um frenesi tão grande. Foi quando o seu dono se acomodou melhor no buraco e colocou também o saco pra fora. E que saco, todo liso, com bolas bem grandes. Foi a visão mais excitante que eu já tive. Aquele caralho todo duro, forte e imponente apontando para o teto, pronto para ser chupado. Sabia que aquele era o momento. Meio sem jeito toquei aquele saco pesado, apalpei com delicadeza com ambas as mãos. Meu corpo tremeu de desejo e mirei aquele COLOSSO, direto no meu rosto. Comecei passando a ponta do nariz nas bolas e fui subindo até cabeça já bem lambuzada.Demorei uma eternidade,queria aproveitar cada segundo. Olhei bem aquela chapeleta brilhante e não me contive, beijei-a delicadamente passando a língua ao seu redor, segurei firme as bolas para deixa-lo bem ereto, e comecei a mamar aquele cacete maravilhoso. Fui mamando aquele cacete como se fosse o último, cada centímetro, sem pressa, com muita vontade. Cuspi na ponta do cacete para poder engolir cada vez mais, enquanto masturbava o mastro e massageava suas bolas. Ouvi o gemido do seu dono, o que me deixou mais excitado e com vontade de engolir tudo, queria tocar as bolas com a minha língua e confesso que consegui.O safado sentiu a minha língua tocar suas bolas, e do outro lado começou a gemer mais alto e pediu que eu colocasse a boca no buraco e fiz o que ele mandou, pensei que ele fosse gozar na minha boca, mas me enganei ele começou a fuder a minha boca lentamente, aos poucos foi colocando tudo dentro da minha boca, sentia aquele cacete tocar minha garganta e até engasguei algumas vezes, mas não conseguia sair daquele buraco, o vaivém começou a ficar mais forte e bem mais profundo,já tinha perdido as contas dos meus orgasmos,eu estava totalmente submisso aquele caralho. Foi quando ele estocou fundo e não sei porque eu pressionei minha boca contra o buraco como se quisesse me sufocar com aquele pedaço de nervo. Ele ficou com o caralho dentro da minha boca tocando minha garganta só no vai e vem, suas bolas batiam no meu queixo. Não conseguia pensar em mais nada, o tempo parou e eu queria continuar chupando aquele mastro. Foi quando senti algo viscoso e muito quente invadindo minha garganta e boca, voltei a si e assusstado, tirei a boca daquele monstro que gozava abundantemente enchendo minha boca de porra. Tirei a boca daquela mangueira de gozo, engasgado e sem ar, foi quando explodiram mais duas esguichadas fortes da sua porra quente e pegajosa no meu rosto. Não sei porque, comecei a bater com aquele caralho na minha cara, boca, língua. Esfregando-o no meu rosto e me lambuzando mais ainda. Rapidamente depois de ter gozado ele puxou o pau e fiquei ali naquela cabine todo lambuzado pela porra de um cara que eu nem consegui ver o rosto. Me senti usado, humilhado, mas extremamente satisfeito com o que tinha acontecido e realizado um velho sonho de ter mamado um caralho de verdade.

