Eu confesso que conheço a “Vilma,”(mudei o nome)há mais de 15 anos. Ela era casada, na época, mas o marido decidiu se separar. E como ele tem boas condições financeiras, convenceu os dois filhos, de 10 e 8 anos, que a vida com ele seria muito melhor.(a VERDADE É QUE SERIA MESMO!).E como os filhos escolheram o pai,na frente do juiz, o pai ganhou a guarda. O ex marido deixou pra ela a casa com os móveis.Vilma, que não trabalhava, quando casada, teve de se virar e arranjou emprego numa loja. Meses depois, conheceu o vagabundo que mora com ela hoje,na casa dela.O sujeito só trabalha de vez em quando, e gasta o dinheiro dele e o dela na pinga. E ainda a espanca. Uma vez quebrou o braço dela,na outra, ela apanhou tanto que perdeu o filho que esperava dele.Não adianta conselhos, vizinhos já denunciaram e ele ficou preso muito pouco tempo. Ela aceitou o traste de volta.O ex, ficou sabendo das surras que a Vilma leva, e por isso, não deixa mais os filhos visitarem a mãe. Eu mesma parei de visitar, por medo que ele comece a bater nela na minha frente, e eu não saberia o que fazer. Quando ela vem em casa, peço pra ela se separar, mas não adianta.E se não fosse humilhação bastante apanhar do marido, Vilma passou por uma ainda pior: ”Não sei o que deu na cabeça dela, que decidiu ir no boteco chamar o marido. Os outros bêbados do boteco tiraram sarro, ela não gostou e respondeu. Os bêbados, saíram do boteco e começaram a bater nela. Depois de um tempo apanhando, o marido disse, chega, agora eu resolvo em casa. Levou Vilma pra casa e bateu mais nela.Fico com ódio de ouvir essas coisas! Do canalha e dela, por não tomar uma atitude. Não dá pra ajudar uma pessoa que não quer ser ajudada! Eu torço muito pra que um dia minha amiga acorde pra vida. Ainda que ela nunca mais arranjasse ninguém, seria melhor que viver essa vida que ela leva hoje!

