Estou casado com minha esposa a 20 anos e sempre nos demos bem apesar de alguns contratempos. Ela sempre foi uma pessoa de iniciativa, relativamente inteligente e trabalhadora. Resolvemos ter um bebê e ele está com 1 ano e meio. Um garoto muito querido, lindo e inteligente. Mas desde que ele completou 3 a 4 meses o nosso casamento está ruindo. Ela se tornou uma mãe descuidada, teimosa, negligente e irracional. Ela teimava em dar leite na mamadeira com o bebê deitado no berço por que ela não queria acordá-lo (isso mesmo com ele dormindo). Tentei avisá-la que poderia afogá-lo e ela brigava comigo dizendo que era mãe e sabia o que estava fazendo. Pedi ajuda a pediatra e ela com jeito orientou-a a dar mamadeira somente com ele na vertical, e após 2 meses no risco de afogamento ela atendeu ao pedido da pediatra. Ela dava banho no bebe com água muito quente. avisei-a também ela continuava até que comprei um termômetro e os banhos se tornaram mais normais. Ela insistia a dar 2 banhos por dia no bebe recém nascido. Tive que pedir ajuda à pediatra para orientá-la pois de nada adiantava eu avisar, pelo contrário ela brigava comigo. Ela insistia em dar leite quente para o bebê. Eu a avisava que estava muito quente, mas como sempre vinha com papo de que era mãe e tal. Até que a pediatra, novamente a meu pedido, orientou-a a dar leite morno e não quente. Ela atendeu prontamente! Meu bebê foi crescendo e começou a fechar e abrir portas da sala, que são blindex de correr. Pedi a ela durante MESES que mantivesse a porta trancada pois poderia decepar os dedinhos do bebê. Ela me dizia "estou de olho" até o dia que ele quase mutilou os dedinhos. Desde então a porta fica trancada.
Tínhamos uma poltrona na sala e eu pedi durante 1 mês inteiro se podia tirar pois o bebe estava subindo e poderia tombar para trás machucando ele. Ela brigava comigo até o dia que ele caiu e ela mesmo tirou a poltrona da sala. Ela esperava acontecer o acidente para eliminar o risco, mesmo eu avisando com antecedência, mas ela brigava comigo. Teimosia é a persistência na burrice.
No período que o bebe começou a andar, eu tirei 1 faca e depois 1 garfo de suas mãos, e falei para a mulher e ela me respondia (até hoje) "… eu já ia tirar…" e quando eu alertava ela brigava comigo (negligência nata).
Restrição de sono não justifica esse comportamento irracional pois o bebê dorme a noite toda desde os 5 meses.
Tirando isso ela é uma boa mãe, faz a comida dele, eu também ajudo desde troca de fraldas, dar mamá, colocar pra dormir, lavo as mamadeiras esterilizo-as, mas ela não tem consideração por mim. Foi um verdadeiro inferno no ano passado (2015) pois qualquer pedido ou orientação que eu dava em relação a algum descuido por parte dela, eu era massacrado! Ela fazia birra (pior que o bebê), jogava coisas do passado, dizia que não me queria mais, me xingava, era horrível. Foi assim até dezembro de 2015, quando sai da empresa que trabalhava para me dedicar aos cuidados do meu filho que por sorte não se machucou feio por descuido da mãe (e não foi por falta de aviso).
Ela me disse que seria outra pessoa e que tudo iria melhorar! Ela tinha re-começado a terapia com psicologo (inclusive estou indo também para não pirar) e foram 2 meses maravilhosos, experimentei uma família unida, mãe que se tornou cuidadosa com o bebê e amável comigo, além de aceitar meus conselhos. Porém em fevereiro de 2016 a esposa insana estava voltando, começou a jogar coisas do passado na minha cara, voltou a mentir para mim para encobrir algum descuido com o bebê, brigar me xingando e argumentando coisas sem nexo e irracionais quando eu lhe pedia alguma coisa referente ao bebê. Essa semana que passou estivemos todos com disenteria e falta de apetite, provavelmente alguma virose. O bebê ficou com dificuldades para dormir a noite e a esposa não dormia direito. Talvez por isso a crise de explosão de ontem onde ela proferia palavrões e diz que não queria mais nada comigo.
Sempre fomos muito amigos, nos conhecemos na faculdade, abrimos empresa juntos, trabalhamos 11 anos juntos, construímos uma bela casa, temos a mesma idade 41 anos, saudáveis, ela atlética pratica esportes, temos tudo para uma família feliz, mas por causa desse desequilíbrio mental / emocional da esposa vejo o nosso bebê com olhar distante e triste quando discutimos na sua frente (e tanto que lhe peço para não discutir na frente dele).
Intimamente nos damos muito bem, apesar que nas ultimas semanas não, devido ao aumento das crises.
Ela sempre foi meio mal humorada, não tem o costume de se abrir, sempre foi meio individualista, mas está mais forte desde que o bebe nasceu. Tinha desconfiado de ser algum transtorno bipolar com toques de mitomania (mente para encobrir suas falhas e as torna como reais) ou falta de alguma vitamina. Até comprei vitaminas para ela tomar. Posso dizer que o amor que tinha por ela já não é mais o mesmo. Tenho pena do menino amoroso que tem sua família sendo destruída por teimosia e irracionalidade da mãe louca.
Sou um cara calmo, engenheiro, desempregado atualmente por opção para preencher a lacuna de descuido da mãe. Pena que ela não valoriza a família, a casa e a vida que tem. A família dela não acredita em mim pois ela mente e omite para eles. A minha me apóia mas mora a 1 mil km de casa. Se alguém tem ou teve esse problema e achou solução, por favor, compartilhe para que eu possa vislumbrar uma luz nesse inferno que estou hoje. Obrigado!

