Sempre tive fantasias de ser corno, conversávamos isso na cama, mas pouca coisa aconteceu para que se tornasse realidade. Depois que gozava o assunto ficava esquecido.
Entramos numa crise de relacionamento, pouco sexo, muita discussão e um dia ela disse que queria terminar. Pedi uma chance, continuamos nos falando sem reatar, passamos a nos ver, a transar, mas ela sempre deixando claro que não estava voltando ao namoro, apenas que estávamos deixando rolar.
Até que um dia eu peguei o celular dela e vi mensagens de texto e conversas no Whatsapp com um ex.
Esse cara é um sujeito normal, só que tem uma pica enorme e ela sempre me dizia que sentia tesão na pica dele. Já comeu ela no carro, na praia, em lugares que ela nunca me deu.
Nas conversas ela se oferecia pra ele, chamava pra sair. Fingi que não vi nada e disse pra ela que adoraria saber que ela estava dando para alguém depois que terminamos, que queria tanto voltar que aceitaria até que ela saísse sozinha com alguém e tivesse um comedor fixo se quisesse.
No início ela negou que estivesse falando com alguém, mas continuei insistindo que ela procurasse alguém do passado, que seria mais fácil já conhecendo a pessoa, botei a mão dela no meu pau pra ela ver como eu estava com tesão na idéia e até disse pra ela sair sozinha e depois vir pra minha casa ser chupada.
Ela pegou no meu pau, começou a apertar e disse:
– Você não vai surtar se eu fizer isso? Você vai querer ir junto ou saber todas as vezes que eu sair com alguém? Porque não quero você junto e nem ter que te contar sempre, você não vai estar no controle.
Eu respondi que não, que ela controlaria tudo e eu só teria que aceitar. Perguntei do ex pauzudo dela, se ela sentia saudade da pica dele e ela respondeu que sim, que só não sabia se eu ia dar crise de ciúme.
Disse pra ela que não, que ela mandaria em tudo e eu seria apenas o corno.
Ela deu um sorrisinho, apertou meu pau e respondeu:
– Pode ser que eu esteja conversando com alguém sim, vamos ver como você vai agir.
E agora? Minha única opção é aceitar ser corno ou perder a mulher, não é?

