Leia meus relatos anteriores, a fim de bem entender o que narro.
Ao longo dos três anos que passei me arrastando pela ex-esposa, mais precisamente no segundo ano, eu comecei a ter um caso com uma mulher casada. Era estranho, porque agora eu estava na outra ponta do chifre. Ela era muito safada e tinha um marido muito submisso. O infeliz era evangélico e sabia que a mulher era safada, mas não largava dela de jeito nenhum.
Eu comecei a sair com ela quase todos os dias. Algumas vezes pegava ela no trabalho, outras ela passava na minha casa depois do expediente. Eu não comia todos os dias, mas era pelo menos três vezes na semana e ela fodia muito, inclusive curtia dar o cu. Eu até como, mas nunca foi a minha preferência. Mas comia o dela.
Foram dois anos de relacionamento muito intenso e com muita trepada. Uma noite ela me ligou e disse que ia atrasar um pouco para chegar na minha casa, porque estava resolvendo umas coisas. Eu tinha identificador de chamadas e peguei o número que apareceu na tela e liguei de volta. Atendeu num motel.
Quando ela chegou eu fui tomar satisfação e ela me disse que estava realmente no motel transando com um cliente que deu em cima dela e ela gostou. Falou que não era minha mulher e que, assim como dava para mim, dava para quem ela quisesse. Eu me calei, afinal ela estava certa, não era minha mulher, mas naquela noite, sabendo que ela tinha acabado de ser comida por outro, senti um desejo absurdo por ela e ela não quis dar e a caminho da casa dela, bateu uma punhetinha para mim, a fim de apagar meu fogo.
Algumas vezes a gente transava dentro do carro e, quando terminávamos ela simplesmente vestia a calcinha e o resto da roupa e eu a deixava no ponto onde era combinado, para ela ir embora. Eu ficava imaginando o marido dela que recebia ela em casa toda gozada de outro macho e algumas vezes ainda comia ela. Isso me causava uma sensação estranha.
Essa relação esfriou e acabou e, logo após, eu reencontrei uma pessoa que não via há uns anos. Ela começou a se insinuar para mim. Ela era bem novinha, ninfeta mesmo, com tudo em cima e eu acabei embarcando. Me apaixonei fácil fácil. E ela era muito safada. Dava para mim todo dia, em qualquer lugar, bastava a gente estar sozinho e era pica dentro. No motel, no carro, na rua, no mato, em qualquer lugar ela dava para mim. Adorava chupar meu pau enquanto eu estava dirigindo.
O relacionamento se alongou e eu apaixonado acabei transformando-a em minha segunda esposa. Mas foi ainda do período do namoro que eu comecei a sentir um estranho desejo de que ela transasse com outro homem. Eu não sabia explicar esse desejo, mas sei que ele me consumia por completo e crescia a cada dia. Era uma sensação estranha que me deixava em êxtase, quando eu imaginava ela no pau de outro cara. Logicamente eu não tinha coragem de falar disso para ela. Eu tinha vergonha e medo de como ela iria receber a notícia.
Eu era tolo e não sabia que quando uma mulher é muito safada, ela nunca é safada com um homem só. Eu confiava nela cem por cento e assim se passaram dez anos. Até que um dia, por um acaso absoluto, eu acabei descobrindo que ela já vinha me traindo havia muito tempo, desde que namorávamos.
Novamente foi um choque e um turbilhão de sentimentos conflitantes. Ao mesmo tempo que o ciúme me corroía, eu sentia uma excitação enorme. Eu tinha um amigo para quem contava tudo e acabei confidenciando a ele que eu estava sendo traído e também confidenciei que eu estava gostando disso. Ele achou meio estranho eu gostar, mas, como grande amigo, não fez julgamentos e se tornou a única pessoa que ouvia minhas confidências e meus relatos.
A esposa, mesmo sabendo que eu tinha descoberto, não se abalou e continuou a dar, como se nada tivesse acontecido. Eu me mantinha com ela, afirmando para mim mesmo que não me separava, porque ela era a mãe do meu segundo filho e eu já vivia distante de um, não queria ficar distante do outro também. Por mais que o filho pesasse na decisão, eu não posso negar que estava me sentindo especial por ser chifrudo.
Esse casamento acabou terminando também por motivos outros, já que havia muitos pontos de desentendimento entre nós, mas, quando terminou, deixou uma marca inquestionável: eu finalmente me aceitara, finalmente entendera e assumira que eu era corno manso por vocação e que isso me proporcionava um prazer imenso. Quando acabou, eu não senti falta dela, senti falta dos chifres, senti falta de poder dizer para meu amigo com o maior prazer que eu era um chifrudo. Entendi que eu precisava encontrar com urgência uma outra piranha que enfeitasse muito a minha cabeça.
Para os que estão acompanhando e gostando, no próximo capítulo contarei a história com a minha atual esposa, a terceira. Aguardem.
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Cara vc poderia escrever um livro sobre isso pois em todos os aspectos vc é muito experiente. Aguardando o próximo capítulo