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Minha história de amor com a cdzinha de noneca daqui

Preciso começar este desabafo cantando uma música para expressar o meu contentamento. Estou completamente apaixonado pela cdzinha que diariamente nos confessa as nonecas que usa por debaixo das roupas. Meu coração está dividido entre a Guinevere e o Macho de Noneca (que não tem registro no site). Atenção, por favor! Luzes e câmera em mim, microfone (meu pau duro na mão), ação!

 

Guinevere, eu estou chegando! ♪ ♫ ♪ ♫
Estou pronto para você! ♪ ♫ ♪ ♫
Eu sei que você está me esperando, do outro lado da cidade! ♪ ♫ ♪ ♫
Eu tenho o mundo inteiro em minhas mãos! ♪ ♫ ♪ ♫
Em minhas mãããããããããooooooooossssssss! ♪ ♫ ♪ ♫
Eu tenho o mundo inteiro em minhas mãos! ♪ ♫ ♪ ♫
Em minhaaaaaaaaaaaaaaas mãããããããããooooooooossssssss! ♪ ♫ ♪ ♫

 

Qual é a temática? É simples. Nela, eu sou um cavaleiro templário que, durante a guerra da conquista de Constantinopla, no século IV, aproximei-me amorosamente de Helena para comer o cu dela (eu jamais comeria aquela buceta que pariu o verme Constantino!), e volto das batalhas, ávido por encontrar a minha linda eposa, a Guinevere!

 

Qual é a ambientação? Veja! Enquanto eu cantava tal música, eu estava cavalgando de volta à cidade de Veneza, com duas armaduras. A minha armadura tradicional e a minha “arma dura”, meu pirocão armado, mal me contendo para encontrar a minha mulher, a Guinevere, após uma árdua batalha contra bizâncios selvagens e romanos pagadores de pensão para mães solteiras! Raças malditas! Ainda bem que foram extintos pela minha espada, a de metal, é claro, pois a minha espada de carne é da minha amada Guine “la cattiva”! De repente, eu vejo lá ao longe a minha bela casa. Ansioso, ordeno ao meu bom e fiel Shire que cavalgue mais rápido, já assistindo à Guine esperando por mim semipeladinha, só de noneca!

 

__ Trovão, RÁ! – Digo em voz alta, e Trovão, o meu cavalo de guerra, passa a galopar mais rápido do que estelionatários procurando velhinhas nas saidinhas de banco. Eu salto do cavalo no meio do galope e pego a minha princesa Guinevere nos meus braços, a segurando como um maridão recém-casado segura a sua mulher na saída da igreja, após o matrimônio (para simplificar, é como o Ken Masters segura a Elisa no final de Street Fighter 2, do Super Nintendo). Não trocamos palavras, pois nossas bocas se tocam antes mesmo de pronunciá-las! Levo a minha Guinevere para dentro de casa, mas me deparo com algo aterrador!!!

 

__ Guinevere, o que diabos este selvagem está fazendo em nossa casa! – Aponto o dedo para um bizâncio na sala, cheirando as nonecas da minha mulher!

 

__ Meu amor – disse ela -, eu não me aguentava mais. Não sabia quando a guerra acabaria. Preciso de assistência aqui atrás! – Ela aponta o dedinho para o próprio bumbum, aquela delicinha morena, redonda e arrebitada, dentro da noneca.

 

__ Guinevere, isso é ultrajante! – brado eu, furioso – Como pôde, meu amor!? Não vê que ele é um selvagem? Guinevere, a sua linhagem é a de uma princesa, comporte-se adequadamente na minha ausência! Nossos filhos terão sangue imperial, não se misture com essa gentalha! Gentalha, gentalha! – bradejo eu imitando o Quico do Chaves.

 

__ Mas, meu bem… – ela abre aquele sorriso lindo, amolecedor de corações e endurecedor de paus (momento em que eu fico excitado de novo) – … eu sentia tanto frio nas noites sem você! Quando dormíamos juntinhos e de conchinha, com você aquecendo bem aqui! – e ela aponta para o bumbunzinho de novo. E então, movido pela pela excitação e total descontrole emocional, abdico da linhagem real e digo:

 

__ Pois agora, esse selvagem vai fuder o seu cu e eu vou assistir tudo! E espero que você termine logo com isso para fazer a minha janta de mais tarde, pois estou com fome e irritado!

 

E, assim, começo a tocar uma punheta, completamente indignado! Como ela pôde? Como!? Volto de árduas batalhas, arriscando a minha própria vida, louco para enterrar a minha espada de carne naquela bainha morena, e ela se põe a trepar com um selvagem qualquer. E com o pau menor do que o meu! A futura mãe dos meus filhos fez isso comigo… Pensei em puni-la enquanto ela fodia com o bizâncio.

 

__ Safada! Ele vai comer o seu cu todo e você vai me sugar bem aqui! – Aponto eu para as minhas bolas. E a Guinevere vem, rebolandinha, toda sem vergonha, abaixando a noneca e ficando peladinha, salivando ao ver o meu pau medieval. E a Guine começa me chupando as bolas, massageando-as com a língua, segurando o chapéu da minha rola com força!

 

__ Isso mesmo, sua devassa –  eu a esculhambo -, vejam o tipo de mulher com quem eu fui me casar! Não pode ver uma rola, ela, que já quer chupar! Ainda não puni você o bastante. Vamos lá pra fora, vai! – e eu seguro a Guine pelas pernas, empoleirada em mim, com o chapéu do meu pau roçando o rabinho dela, levando-a para fora de casa, à vista do público que passava pelas ruas. Enquanto vamos, ela, putinha como é, dá risadas sarcásticas e debochadas, sabendo que não há nada que eu ame mais do que o seu cu e que eu lutaria contra mil soldados bizantinos por ele! Que cuzinho a minha amada tem e ao qual nenhuma buceta se compara!!! Nenhuma!!! É apertado, quentinho e guloso, meu pau enterra todo nele, até o talo!

 

E então, o bizâncio selvagem e eu passamos a fuder a Guinevere em público, com as pessoas assistindo àquilo, aterrorizadas com a imoralidade que se apresentava diante dos olhos de todos! Numa cidade tão santa! Certamente que os eclesiásticos, a essa altura do escândalo, já sabiam o que aconteceu. Nosso casamento não duraria muito, em represália. Não havia buraco na Guinevere que fosse perdoado! E por seguinte, vem aquela chuva de porra quente a sujá-la toda, um jato forte e grosso, porra acumulada do meu saco produzindo leite em excesso, da testosterona das muitas batalhas sangrentas e mortais. Eu não comia minguém há MESES! Para a minha surpresa, a minha princesa, a minha amada Guine, olha para mim e diz:

 

__ Quero mais!

 

(to be continued…) (aguardem novas histórias, by Lynx38)

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