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Minha irmã me deu o cu

Estávamos assistindo TV, sentado lado a lado no sofá, num domingo à tarde e comendo pipoca numa bacia que ela estava segurando no colo.
Confesso que, naquela época, volta e meia batia uma punheta pensando nela e acredito que, por sermos irmãos, mesmos genes, mesmos pais, ela sentia o mesmo por mim e fazia o mesmo.
Continuando, a pipoca acabou e dentro da bacia ficaram só aqueles grãos que não estouraram e, por coincidência, ficaram bem sobre a buceta dela.
Eu só me toquei disso quando ela falou: "pega mais". Mas não tinha mais pipoca para pegar. Se eu pegasse aquelas lá iria "colocar os dedos" bem na buceta dela, porém sobre a calça jeans e dentro da bacia.
E era exatamente isso que ela queria, danadinha. Antes de continuar, quero avisar que nós assistíamos filme pornô juntos, víamos sites de putaria juntos, falávamos de sexo um com o outro mas sem segundas intenções nítidas, somente fazíamos aquilo por safadeza de um e de outro. Mas acho que ela tinha algum tesão reprimido por mim assim como eu tinha por ela. Cheguei à certeza naquela tarde de domingo. Enfim, voltando à cena. Qdo ela disse aquilo, em questão de milésimos de segundos, associei toda a situação e (com o coração batendo há 200 x por minuto) peguei aqueles grãos pressionando os dedos na bacia, que pressionavam a buceta dela. Nesse momento ela ficou só olhando pra bacia enquanto eu comia. Peguei mais alguns, pressionando ainda, e dizendo: "esses são os melhores" e ela disse: "sim, são". Então, num último ato de loucura deixei cair os últimos pra fora da bacia, sobre a buceta dela e perguntei: "posso pegar?" Ela respondeu: "pega!" Foi quando, há 240 batimentos por minuto, comecei a pegar um a um os grãos, com meus dedos sobre a calça jeans dela mas bem sobre a buceta, pressionando ela. nesse momento ela disse: "Ai Fernando" e eu disse: "quer que eu pare?" E ela respondeu: "Não, continue!". Foi nesse momento que eu esqueci os grãos que faltavam e apertei a buceta dela, colocando minha mão inteira sobre, sentindo tudo que é coisa naquele momento (tesão, nervoso, medo, vergonha, etc) mas completamente ciente da situação e podendo voltar atrás, mas não iria. Aproveitando a oportunidade única disse a ela: "sou louco pra comer teu cu. Poderia liberar ele pra mim um dia desses, né?". Sinceramente, até hoje eu não sei como eu disse aquilo mas foi dito rss… A resposta dela foi: "É? Quem sabe um dia".
Tirei a mão de lá, respirei fundo, demos risada e falamos da loucura que acabávamos de fazer e terminamos de assistir ao filme.
Passados 2 dias, eu estava lá fora no muro (era Dezembro, férias), ela chega do meu lado, fica uns segundos parada e diz na lata: "Hoje à noite, depois que o pai e a mãe forem dormir, vai lá no meu quarto… e leva vaselina" Eu olhei pra ela e disse espantado: "Nossa, é sério?". Ela deu risada, virou-se e saiu dizendo. "Sim, é sério".
A noite, contando as horas mas nervoso PRA CARALHO, COM VONTADE DE DESISTIR, PENSANDO NO AMANHÃ, ETC, ETC, ETC, as horas não passavam meu coração tava há uns 200 batimentos por minuto mas eu respirava fundo e pensava: "não vou desistir, vai ser agora ou nunca. Ela tbm quer, não tem porque dar problema". Eu já tinha comprado um KY na farmácia. Pronto. Meia-noite e meia, pai e mãe se recolheram, fiquei uns minutos deitado na cama pensando em tudo, mas com a única certeza de que não iria dar pra trás. Tomei um viagra pra não correr o risco de perder a ereção diante da irmã. Me levantei, tirei o calção, fiquei só de zorba e camiseta e fui devagar pro quarto dela. A porta estava encostada. Abri devagar. A luz estava apagada mas a janela estava aberta e a luz da lua iluminava o quarto. Minha irmã tinha tirado o colchão da cama e colocado no chão, pra não fazer barulho. Adentrei o quarto, perguntei se ela estava acordada. "sim, entra!", disse ela. Entrando no quarto, vejo minha irmã de quatro no chão, só de camisola com a bunda empinada, cena mais linda do mundo. Ela olha pra mim e fala: "Tranca a porta devagar e vem logo!". Na impossibilidade de desistir, deixei os pensamentos ruins pra fora, fechei a porta, passei a chave e fui até ela, tirando a zorba. Não disse absolutamente nada, me joelhei por trás dela, coloquei as mãos naquela bunda, olhei o cu e a buceta dela, algo que eu sonhava há tempos fazer, queria dar uma chupada mas não tive coragem de fazer isso, acreditam? rsss Passei a mão naquela buceta, naquele cuzinho e ela olhando pra frente com os cotovelos no chão, quieta. Meu pau tava duro, não tinha como estar diferente. Passei o KY nele, passei o dedo anelar esquerdo inteiro dentro do cu dela (só pra saber se ela tinha se preparado praquele momento, kkkk vcs entendem, né?) Sim, ela se preparou. Então coloquei meu pau no cu apertado dela. Forcei devagar e ele entrou. Meu Deus do Céu. Que sensação MARAVILHOSA. Comi minha irmã segurando na cintura e no cabelo dela, ia e vinha, batendo minha cintura nas nádegas dela, momento maravilhoso, sensação maravilhosa, indescritível. Minha irmã, alí, de quatro pra mim, dando o cu pra mim. Quieta, sem gemer, sem olhar pra mim, só sentindo e aproveitando o momento. Infelizmente eu gozei rápido, não deu mais que 40 segundo de transa. Não consegui segurar a transa. Foi a melhor e mais intensa gozada que eu dei na minha vida. Continuei mais um pouco comendo ela até que meu pau amoleceu. Tirei de dentro, nos deitamos um do lado do outro no colchão, coloquei a mão sobre a buceta dela e conversamos baixinho um pouco sobre essa loucura que acabávamos de cometer. Demos risada e eu disse que, se ela quisesse, e quando ela quisesse, poderia ir no meu quarto de madrugada, e chupar meu pau. Não precisava nem avisar antes. Ela foi 2 vezes. Foi fantásticos… Essa foi a única vez que transamos, que eu comi o cu dela. E foi só o cu. Depois não fizemos mais e não falamos mais sobre o ocorrido. Ela casou, mudei de cidade e nunca mais tocamos nesse assunto. Mas confesso uma coisa que já havia dito anteriormente. FOI O MELHOR E MAIS INTENSO ORGASMO QUE EU SENTI NA MINHA VIDA. Bati muita, muita mas muita punheta pensando nesse momento e ainda bato.

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Escrito por Anônimo

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