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Minha mãe destrói minha vida mais e mais a cada dia

Desde pequeno eu nunca me dei bem com a minha mãe. Pra falar a verdade eu nunca gostei dela. E acho que ela intensificou ainda mais a chatice dela conforme eu ia crescendo e ela percebia que eu era o fã numero um do meu pai e evitava ela. Sou filho único e tinha dois primos mais velhos que faziam bullying comigo e quando eu contava para ela, para ela me defender, me ajudar, ela dava a entender que eu deveria ser homem e parar de ser criancinha (detalhe, eu tinha 6, 7 anos). Apesar de ainda ama-la na época, eu sempre a achei uma pessoa desagradável, desgastante e difícil no nível hard de se lidar. Quando meus pais ainda eram casados, ela sempre reclamava de mim, me pressionava, me criticava, me reprimia e sempre de maneira ditadora e histérica. Brigava constantemente com meu pai e com o tempo percebi que ele foi esfriando o amor por ela. Ela me comparava a outras pessoas, dizia que fulano era assim e eu não, beltrano fazia assim e eu não. Sempre criticou meus amigos e faz isso até hoje! Nada que eu faço, nem ninguém que eu conheço é bom o suficiente para ela. Quando eu entrei na adolescência, ela me falava que beijar era errado, que eu só deveria beijar com que eu fosse casar e passar o resto da minha vida. Ela é a tipica "crente bitolada" e sempre tentou me arrebatar para a fé dela, mas nunca conseguiu e quanto mais ela percebia isso mais ela me pressionava e dizia que eu iria para o inferno. Cresci meio assexuado por causa disso, pois tinha medo de ir para o inferno caso me relacionasse com alguém. Eu sempre fui uma criança muito imaginativa e criativa e ela sempre me passava a impressão que me via como um pobre coitado que viajava nas ideias, quase um deficiente mental, e eu me sentia muito mal, tanto que com o tempo passei a reprimir minha criatividade e minha espontaneidade . Ela é muito controladora, e o estilo dela é falar um monte de merda pra te por la em baixo, te fazer se sentir um lixo, a pior pessoa do mundo e depois falar que só falou pq queria o bem ou as vezes ela simplesmente fala que não falou na cara larga e espera que vc apague da mente o que ouviu a 1 hora atras. Na minha adolescência, passei a gravar áudios das nossas conversas, para quando ela tentasse fugir das palavras delas eu a impedisse, mas toda vez que eu fazia isso ela me humilhava e com o tempo cai na pilha dela e parei de fazer isso. Quando meu pai se encheu dela e saiu de casa, eu tinha 13 anos, a coisa piorou num nível que se eu soubesse antes, teria implorado de joelhos para o meu pai me levar junto. Era discussão todos dia, ela ficava gritando até altas horas da manhã, independente do dia, discutia por quase tudo, não me dava um minuto de paz, fuçava nas minhas coisas, não me deixava sair com os amigos, até mesmo um brinco que eu pus ela criticou e falou que era errado. Ela passou a ter fama de louca na vizinhança devidos aos gritos todos os dias, e todos os vizinhos passaram a ter raiva dela, pois ela não deixava ninguém dormir. Enquanto todas as outras pessoas da minha idade saiam com os amigos de fim de semana, se divertiam, faziam novas amizades, viviam a vida, eu perdia todos os fins de semana trancado dentro de casa ouvindo ela reclamar de alguma situação e me dizendo o quão decepcionante eu era para ela. Ela já me xingou de tudo, de idiota, de palhaço, de bobão, de monstro, de psicopata, de frio, de endemoniado, de fraco, sem personalidade, falou que se soubesse que eu seria "assim", nunca teria tido filho entre muitas, muitas, outras coisas… Quando meu pai foi embora, me senti largado na cova do leão, sozinho pra me virar contra a fera. Foi desesperador. Não tive ninguém para me defender, quando estávamos com outras pessoas ela era um amorzinho e todos achavam que eu era um rebelde e que implicava com ela e passei a interiorizar todos os meus problemas, guarda-los todos para mim, e tentar resolve-los sozinho, sem nunca pedir ajuda a ninguém, e em hipótese alguma me abir com as pessoas. Passei a odiar meu pai por um tempo, logo depois do divorcio. Minha mãe me envenenou muito, dizia que ele não gostava mais da gente, que ele tinha saído pq tinha outra família agora, que era mais feliz la. Associei o divorcio como se fosse pq ele que não gostasse mais de mim em especial, e internamente, acabei me culpando por isso, me sentindo alguém que não merecia ser amado, alguém sem atrativos nem qualidades. Hoje em dia, mais maduro, amo meu pai, e o tenho como um dos meus melhores amigos e entendo que ele só não poderia mais dividir a vida com uma pessoa como minha mãe, pois isso o estava matando por dentro. Ja o perdoei e acho que se estivesse no lugar dele teria feito a mesma coisa, só não teria deixado meu filho na mão de uma pessoa tão incontrolável. Ele já me chamou para morar com ele varias vezes antes mas acabei nunca indo, pois no fundo, minha mãe é uma pessoa muito solitária, vive dentro de casa e quase não tem amigos, quase não sai, e ela também sempre me envenenou contra o meu pai, então acabei tomando a decisão mais estupida da minha vida: viver com ela. Hoje meu pai é casado e muito feliz, e me sinto muito feliz por ele. Minha adolescência foi um inferno, ela destruiu minha vida e continua nesse ciclo vicioso até hoje! Ela não tem limites, não tem escrúpulos, nada nem ngm consegue parar ela e eu já perdi a esperança de ter qualquer tipo de bom relacionamento com ela. Hoje em dia já me questiono se eu realmente amo ela, ou se eu falo que amo pq todos falam que amam as mães. As vezes temos bons momentos juntos, momentos de descontração e risadas, mas são muito raros e não compensam os maus momentos. Procuro não falar com ela o máximo que consigo para não arrumar mais confusão, mas mesmo assim ela sempre inventa alguma coisa para me criticar ou me ofender!
Resultado disso? Hoje tenho 21 anos, sou totalmente complexado, me sinto infeliz ao extremo, não consigo desenvolver amor por ninguém, não me abro com ninguém, tenho dificuldade de fazer novas amizades, sou inseguro em relação a mim mesmo, muito auto critico, já tive depressão e tive que supera-la mais de uma vez sozinho, me sinto um lixo, acho que ninguém nunca iria me querer para nada, me sinto desinteressante, perdi a espontaneidade e as pessoas me acham solitário e tenho constantemente pensamentos suicidas. Não sei qual o gosto da felicidade, o gosto do amor, e minha vida é cinza e triste pra mim. Vivo por viver e as pessoas tem se afastado cada vez mais de mim, pois no fundo, todos me enxergam como um filhinho da mamãe, sem valor algum, nem nenhuma experiência de vida. Claro que tenho qualidades também, mas, no momento esses pontos negativos estão gritando muito mais alto na minha vida. Ela já me expulsou de casa varias vezes mas ainda Não sai de casa pq minha situação financeira não permite e pq no fundo, mesmo com td isso, eu ainda me preocupo em deixar ela sozinha, pq sei que ela pode entrar em depressão ou algo do tipo, pois ela não tem ninguém fora eu e onde quer que ela vá ela arranja uma briga ou desavença com alguém! Já não sei mais o que fazer, e temo pela minha própria saúde mental. Não sei por mais quanto tempo consigo viver essa vida. Não quero me entregar as drogas e nem desistir da vida. Preciso de um conselho uma ajuda, estou planejando passar por uma psicologa, mas não tenho dinheiro para consultas regulares. Estou perdido e desesperado… Me sinto traido pela vida e esquecido por Deus!
(Ah, e antes que digam coisas clichês como: "converse com ela, exponha seus sentimentos, fale a verdade, seja franco, perdoe ela, ore por ela, ignore ela etc etc etc, saiba que eu já tentei tudo isso e nada, NADA, adiantou, ao contrario só me frustrou ainda mais!!).

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Escrito por Anônimo

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Peidei na cara do moleque (de novo )

Eu confesso que gosto de peidar