Eu confesso que Eu confesso que a minha mãe é um monstro, ser muito mal tratado pelas pessoas da rua é uma coisa, mas pela própria mãe todos os dias…
Ela é descontrolada, falsa, mentirosa, fria como uma brastemp, a desgraçada ainda é autoritária e egocêntrica. Se ela me vê feliz já se incomoda e tenta destruir meu dia, ela vive na igreja com as amigas soberbas, ela vive pra aparentar um status falso: de mãe, de santa, de rica, de que é melhor que os outros , mas nem dinheiro temos e essa "família" é doente. Essa mulher tem uma existência medíocre, o objetivo de vida dela é ostentar virtude, ela peca no egoísmo e acaba sendo escrota, essa virtude é vontade de ser perfeita dentro do que ela considera perfeição. Meu pai é o capacho dela, se ela botar merda pra ele comer ele come e diz que tá bom, desconfio que ele trai ela por aí, só não larga por acomodação e
preguiça de se virar sozinho, já que ela trata ele como
se ele fosse uma criança, prato na mesa e cama arrumada pra dormir, ela escolhe coisas pessoais da vida dele, ele aceita tudo, pq o prazer da filha da puta é controlar as pessoas como se fossem brinquedos, e ela é a criança mimada que faz o que quer com os brinquedos e se esperneia quando alguém não se deixa controlar ppr ela. Odeio esse atraso de vida personificado, e eu vou fazer ela sentir angústia em cada olhar e palavras
trocados. Eu ainda verei ela na lama , é uma questão de
tempo. O castelo de areia erguido no ar dessa imbecil vai virar poeira, nem que pra isso seja preciso que eu
dedique esforços. Um dia a hora dela chega.

